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Os organizadores do evento, no entanto, revoltaram-se contra a decisão das autoridades reclamando que a proibição era uma legitimação daquilo que consideram crimes de ódio. “Não temos medo. Estaremos lá e não vamos mudar. Vocês têm medo, vocês terão que mudar e terão que habituar-se”, escreveram num comunicado. Segundo a AFP, os polícias ontem presentes na praça Taksim eram mais numerosos do que os manifestantes.

A marcha gay em Istambul realiza-se desde 2003 e é a maior do género no mundo muçulmano, atraindo normalmente mais de dez mil pessoas. Nesta semana onze pessoas foram julgadas por terem quebrado a proibição no ano passado, mas todas foram absolvidas.

A homossexualidade já é legal na Turquia desde 1923, quando Mustafa Kemal Atatürk fundou a república turca. Mas, de acordo com um relatório da ILGA, entre 2010 e 2014 registaram-se 41 crimes de ódio contra a comunidade LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros) que resultaram em morte.

Apesar de evitar pronunciar-se em público sobre questões relacionadas com os direitos LGBT, Erdogan é acusado pelos opositores de promover uma cada vez maior islamização da sociedade. Em 2010, Aliye Selma Kavaf , a então ministra de Estado, responsável pelos temas relacionados com as mulheres e com as famílias, suscitou a ira entre os LGBT ao classificar a homossexualidade como uma “desordem biológica” e como uma “doença” que deveria ser tratada.

Segundo a ILGA, há 71 países no mundo onde a homossexualidade é ilegal, o que perfaz 37% das nações da ONU. A maior parte situa-se em África (32) e na Ásia (23). Os restantes distribuem-se pela América (10) e Oceânia (6).

Em sete países, todos eles em África, no Médio Oriente e na Ásia, as relações sexuais entre pessoas do mesmo género podem mesmo ser punidas com a pena de morte: Irão, Arábia Saudita, Iémen, Sudão, Somália, Nigéria e Iraque. No Afeganistão, no Paquistão, no Qatar, nos Emirados Árabes Unidos e na Mauritânia a pena capital está prevista na lei, mas não é implementada.

Na Alemanha, a homossexualidade masculina esteve criminalizada até 1994, ao abrigo do chamado Parágrafo 175, que entrou em vigor em 1871. Na quinta-feira passada, o parlamento germânico votou a favor de revogar as 64 mil condenações que tiveram lugar no pós-guerra. Segundo dados do Ministério da Justiça, cerca de cinco mil dos visados ainda estarão vivos.

Article source: http://www.dn.pt/mundo/interior/orgulho-e-preconceito-em-istambul-no-dia-da-marcha-gay-8590184.html

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Durante a ditadura do general Francisco Franco, de 1939 a 1975, a homossexualidade podia conduzir as pessoas a centros de reabilitação, à cadeia ou a campos de concentração.

Em 1901, duas professoras foram as primeiras espanholas a casar, mas uma delas teve de se fazer passar por homem, uma história recordada na exposição “Subversivas, 40 anos de militantismo LGBT em Espanha”, que pode ser visitada em Madrid.

Mas tudo mudou com as lutas travadas entretanto, sobretudo no bairro de Chueca, em Madrid, palco de uma explosão dos LGBT libertados a partir dos anos 80. O cineasta espanhol Pedro Almodóvar retratou nos seus primeiros filmes esta mistura de hétero, homo e transsexuais.

Almodóvar tinha então 12 anos e a Espanha acabava de se tornar o terceiro país a reconhecer os casamentos entre pessoas do mesmo sexo. Entre 2005 e 2015, mais de 35.000 foram registados.

“Estamos mais protegidos, conseguimos praticamente a igualdade legal”, afirmou o presidente da Federação Nacional LGBT (FELGBT), Jesus Generelo, reconhecendo igualmente que esta comunidade está mais bem preparada hoje em dia para “conseguir uma verdadeira igualdade social”.

Madrid é particularmente reputada entre a comunidade LGBT, com muitos casais do mesmo sexo, mas entre 2015 e 2016 Espanha registou um aumento de 36% dos “crimes de ódio” ligados à orientação sexual e identidade de género (passaram de 169 para 230).

A capital espanhola quer que a sua “Marcha do Orgulho Gay”, que decorre a 01 de julho, seja a maior jamais organizada numa WorldPride, em solidariedade para com todas as pessoas LGBT discriminadas, presas ou torturadas em todo o mundo, especialmente na Tchetchénia.

“Manifestar por aqueles que não o podem fazer na Rússia”, onde as paradas gay são proibidas, pode ler-se nos folhetos já distribuídos à imprensa, que convidam a colocar na rede social Instagram uma foto da marcha, localizando-a como se decorresse Praça Vermelha, em Moscovo.

Uma conferência internacional sobre direitos humanos reunirá 180 participantes: a ex-primeira-ministra da Islândia, Johanna Sigurdardottir, apresentada como “a primeira chefe de governo lésbica” no mundo, ou a salvadorenha Bianka Rodriguez, de 25 anos, que garante que “desde o início do ano mais de 300 mulheres transsexuais foram assassinadas na América Central”.

Está igualmente prevista uma conferência de pessoas infetadas com o vírus da sida, com militantes desta causa provenientes do Uganda, da Arménia ou do Chile.

Com promessas de excessos de todo o género até final da noite, as festas dos participantes na WorldPride são bem toleradas pelos habitantes do centro de Madrid, que se encherá de pessoas e ruído.

Mas a agenda da WorldPride também tem uma componente cultural, como uma peça de teatro centrada na relação entre o poeta espanhol Federico Garcia Lorca e o homem que foi o seu último grande amor, antes da sua execução, em 1936.

Esta WorldPride propõe ainda um concurso de rapidez de colocação de preservativos em ‘dildos’, outro para eleger o Mister Gay e outro de uso de saltos altos, animado por ‘drag queens’ e que foi conquistado no ano passado por um espanhol de peruca rosa, barba por fazer e saia amarela. Tudo sob alta vigilância das autoridades, tendo em conta a ameaça terrorista na Europa.

Article source: http://www.dn.pt/lusa/interior/madrid-preparada-para-acolher-com-orgulho-a-worldpride-8582781.html

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Article source: https://www.azzurridigloria.com/news-pallavolo/volleymercato/

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Dezenas de familiares, amigos, colegas e estudiosos de Tom of Finland partilharam com Dome Karukoski as suas memórias sobre o artista e é com base nesses depoimentos que o filme conta agora como esse oficial da Segunda Guerra Mundial aprendeu “a esconder-se e a contornar a lei” até se afirmar como um ícone mundial da arte gay – pelos seus desenhos de homens musculados, desinibidos, muitas vezes fardados e em trajes de couro, em atos sexuais explícitos.

“Foi um trabalho muito exigente o de fazer o filme corresponder à memória emocional dessas pessoas”, admitiu o realizador. “Mas fomos muito honestos na nossa abordagem, mostramos no filme tudo o que achámos importante e estou orgulhoso da forma como demos a conhecer a vida do Tom: acho que o retrato é realista e, até pelo que nos têm dito na Fundação Tom of Finland, acredito que ele próprio teria adorado o filme”, acrescentou.

Dome Karuskoski lamenta que, pela abordagem da homossexualidade ao longo da narrativa, a obra esteja “proibida nuns 50 países”, sobretudo os de expressão árabe, mas também por isso considera que ela representa “o muito que ainda há a fazer na luta pelos diretos e liberdades individuais”.

Com um orçamento na ordem dos cinco milhões de euros, uma produção de três anos e rodagens na Finlândia, Suécia, Alemanha, Espanha e Estados Unidos, o filme já venceu o Prémio FIPRESCI do Festival de Cinema de Gotemburgo e tem sido bem recebido pela crítica, com revistas como a Variety a definirem-no como uma obra “atraente, de execução refinada e ávida por entreter”.

Dome Karukoski não esconde que está “simplesmente muito feliz” com o resultado final: “Já me dava por contente por sobreviver a todos estes anos de dedicação ao projeto e ter conseguido concluí-lo, mas o facto é que este é meu melhor filme até à data e, mesmo que eu não fosse fã dos desenhos do Tom, seria um fã da sua história de vida”.

Lição final a retirar do filme: “Sempre que estivermos com problemas, temos que os sacudir do corpo, como numa discoteca. O Tom of Finland enfrentava todos os seus problemas com música e disco, e, se formos a ver bem, é mesmo assim que a vida deve ser – temos que a levar sempre de maneira a poder saboreá-la”.

Article source: http://www.dn.pt/lusa/interior/realizador-diz-que-tom-of-finland-retrata-desafios-ainda-colocados-a-liberdade-sexual-8585194.html

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O próprio título da longa-metragem – que se pode traduzir para “Como tu és” e alude a um dos temas mais célebres dos Nirvana, banda de culto da época – faz referência ao músico Kurt Cobain, cuja morte representa, aliás, “um momento de viragem na história do filme”.

Outro fator a que Fernando Vasquez atribui o sucesso da obra de Joris-Peyrafitte – já premiada com o Prémio Especial do Júri no Festival de Sundance, nos Estados Unidos – é a sua abordagem “discreta” à sexualidade gay e bi, abordada enquanto consequência da fase de descoberta sexual e emocional da adolescência.

De todos esses aspetos resulta o que o diretor artístico do FEST considera “um filme impressionantemente maduro para um realizador de apenas 23 anos”, sobretudo quando se tem em conta que o projeto “teve um orçamento muito ‘low budget’ [de baixo custo]”.

“Estamos a falar de uma realização super-competente a nível técnico, com uma fotografia muito bem pensada e uma edição muito inteligente”, resume Fernando Vasquez. “É realmente um grande filme de um realizador ainda muito jovem e só a começar”, afirma.

“As you are” está em exibição esta quinta-feira à noite no auditório do Centro Multimeios de Espinho, no âmbito da secção competitiva da 13.ª edição do FEST.

Miles Joris-Peyrafitte assina a realização do filme, assim como a coautoria do argumento, escrito em parceria com Madison Harrison, e ainda a banda-sonora da obra – que Fernando Vasquez também elogia por preterir a discografia dos anos 1990 em favor da contemporânea.

Com fotografia de Caleb Heymann, edição de Abbi Jutkowitz e com os atores Owen Campbell, Charlie Heaton e Amandla Stenberg como protagonistas, o filme foi premiado em 2016 no Festival de Sundance – referência internacional do cinema independente – por incorporar o que o júri descreveu como “o espírito de independência” que o evento representa.

“Também é um filme que regista a chegada de um realizador estreante e audaz que domina a sua arte. Encontramos muito que admirar nesta impressionante reformulação da narrativa tradicional de chegada à idade adulta e aguardaremos ansiosos o próximo encontro entre este criador e a sua visão”, justificou o júri do Sundance ao atribuir o prémio.

Article source: http://www.dn.pt/lusa/interior/novo-marco-do-cinema-indie-americano-recupera-cultura-grunge-no-fest-8579178.html

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Durante a ditadura do general Francisco Franco, de 1939 a 1975, a homossexualidade podia conduzir as pessoas a centros de reabilitação, à cadeia ou a campos de concentração.

Em 1901, duas professoras foram as primeiras espanholas a casar, mas uma delas teve de se fazer passar por homem, uma história recordada na exposição “Subversivas, 40 anos de militantismo LGBT em Espanha”, que pode ser visitada em Madrid.

Mas tudo mudou com as lutas travadas entretanto, sobretudo no bairro de Chueca, em Madrid, palco de uma explosão dos LGBT libertados a partir dos anos 80. O cineasta espanhol Pedro Almodóvar retratou nos seus primeiros filmes esta mistura de hétero, homo e transsexuais.

Almodóvar tinha então 12 anos e a Espanha acabava de se tornar o terceiro país a reconhecer os casamentos entre pessoas do mesmo sexo. Entre 2005 e 2015, mais de 35.000 foram registados.

“Estamos mais protegidos, conseguimos praticamente a igualdade legal”, afirmou o presidente da Federação Nacional LGBT (FELGBT), Jesus Generelo, reconhecendo igualmente que esta comunidade está mais bem preparada hoje em dia para “conseguir uma verdadeira igualdade social”.

Madrid é particularmente reputada entre a comunidade LGBT, com muitos casais do mesmo sexo, mas entre 2015 e 2016 Espanha registou um aumento de 36% dos “crimes de ódio” ligados à orientação sexual e identidade de género (passaram de 169 para 230).

A capital espanhola quer que a sua “Marcha do Orgulho Gay”, que decorre a 01 de julho, seja a maior jamais organizada numa WorldPride, em solidariedade para com todas as pessoas LGBT discriminadas, presas ou torturadas em todo o mundo, especialmente na Tchetchénia.

“Manifestar por aqueles que não o podem fazer na Rússia”, onde as paradas gay são proibidas, pode ler-se nos folhetos já distribuídos à imprensa, que convidam a colocar na rede social Instagram uma foto da marcha, localizando-a como se decorresse Praça Vermelha, em Moscovo.

Uma conferência internacional sobre direitos humanos reunirá 180 participantes: a ex-primeira-ministra da Islândia, Johanna Sigurdardottir, apresentada como “a primeira chefe de governo lésbica” no mundo, ou a salvadorenha Bianka Rodriguez, de 25 anos, que garante que “desde o início do ano mais de 300 mulheres transsexuais foram assassinadas na América Central”.

Está igualmente prevista uma conferência de pessoas infetadas com o vírus da sida, com militantes desta causa provenientes do Uganda, da Arménia ou do Chile.

Com promessas de excessos de todo o género até final da noite, as festas dos participantes na WorldPride são bem toleradas pelos habitantes do centro de Madrid, que se encherá de pessoas e ruído.

Mas a agenda da WorldPride também tem uma componente cultural, como uma peça de teatro centrada na relação entre o poeta espanhol Federico Garcia Lorca e o homem que foi o seu último grande amor, antes da sua execução, em 1936.

Esta WorldPride propõe ainda um concurso de rapidez de colocação de preservativos em ‘dildos’, outro para eleger o Mister Gay e outro de uso de saltos altos, animado por ‘drag queens’ e que foi conquistado no ano passado por um espanhol de peruca rosa, barba por fazer e saia amarela. Tudo sob alta vigilância das autoridades, tendo em conta a ameaça terrorista na Europa.

Article source: http://www.dn.pt/lusa/interior/madrid-preparada-para-acolher-com-orgulho-a-worldpride-8582781.html

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O próprio título da longa-metragem – que se pode traduzir para “Como tu és” e alude a um dos temas mais célebres dos Nirvana, banda de culto da época – faz referência ao músico Kurt Cobain, cuja morte representa, aliás, “um momento de viragem na história do filme”.

Outro fator a que Fernando Vasquez atribui o sucesso da obra de Joris-Peyrafitte – já premiada com o Prémio Especial do Júri no Festival de Sundance, nos Estados Unidos – é a sua abordagem “discreta” à sexualidade gay e bi, abordada enquanto consequência da fase de descoberta sexual e emocional da adolescência.

De todos esses aspetos resulta o que o diretor artístico do FEST considera “um filme impressionantemente maduro para um realizador de apenas 23 anos”, sobretudo quando se tem em conta que o projeto “teve um orçamento muito ‘low budget’ [de baixo custo]”.

“Estamos a falar de uma realização super-competente a nível técnico, com uma fotografia muito bem pensada e uma edição muito inteligente”, resume Fernando Vasquez. “É realmente um grande filme de um realizador ainda muito jovem e só a começar”, afirma.

“As you are” está em exibição esta quinta-feira à noite no auditório do Centro Multimeios de Espinho, no âmbito da secção competitiva da 13.ª edição do FEST.

Miles Joris-Peyrafitte assina a realização do filme, assim como a coautoria do argumento, escrito em parceria com Madison Harrison, e ainda a banda-sonora da obra – que Fernando Vasquez também elogia por preterir a discografia dos anos 1990 em favor da contemporânea.

Com fotografia de Caleb Heymann, edição de Abbi Jutkowitz e com os atores Owen Campbell, Charlie Heaton e Amandla Stenberg como protagonistas, o filme foi premiado em 2016 no Festival de Sundance – referência internacional do cinema independente – por incorporar o que o júri descreveu como “o espírito de independência” que o evento representa.

“Também é um filme que regista a chegada de um realizador estreante e audaz que domina a sua arte. Encontramos muito que admirar nesta impressionante reformulação da narrativa tradicional de chegada à idade adulta e aguardaremos ansiosos o próximo encontro entre este criador e a sua visão”, justificou o júri do Sundance ao atribuir o prémio.

Article source: http://www.dn.pt/lusa/interior/novo-marco-do-cinema-indie-americano-recupera-cultura-grunge-no-fest-8579178.html

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“Ao adotarem estas leis, as autoridades reforçam o estigma e o preconceito e encorajam a homofobia, o que é incompatível com os conceitos de igualdade, pluralismo e tolerância inerentes às sociedades democráticas”, considerou o painel de sete juízes.

A Rússia adotou em 2013 uma lei que proíbe a difusão a menores de “propaganda” legitimando a homossexualidade.

A lei tem sido condenada como uma proibição expressa de qualquer discussão pública sobre homossexualidade.

As autoridades defendem a legislação citando a importância de proteger o interesse das crianças.

O Tribunal Europeu recusou a alegação do Governo da Rússia de que “regular o debate público sobre questões LGBT [Lésbico, Gay, Bissexual e Transgénero] pode justificar-se com base na proteção da moral”.

Por outro lado, o tribunal considerou que o Governo russo “não demonstrou como é que a liberdade de expressão sobre questões LGBT poderia desvalorizar as ‘famílias tradicionais’ atuais e existentes, prejudicá-las de alguma maneira ou pôr em causa o seu futuro”, consideraram os juízes europeus.

As autoridades russas também “não conseguiram fornecer qualquer explicação quanto ao mecanismo pelo qual um menor pode ser induzido a adotar um ‘modo de vida homossexual’ e, menos ainda, evidências científicas de que a orientação ou identidade sexuais de uma pessoa seriam suscetíveis de ser modificadas por uma influência externa”.

Um dos queixosos, Alexeyev, considerou a decisão como “uma enorme vitória legal para a comunidade LGBT da Rússia”.

“Conseguimos demonstrar legalmente que, ao adotar esta lei, as autoridades russas violaram os compromissos internacionais que assumiram ao abrigo da Convenção Europeia”, disse.

Embora a decisão do Tribunal Europeu seja vinculativa, a Rússia adotou em 2015 legislação segundo a qual a sua Constituição se sobrepõe às decisões daquele tribunal.

Article source: http://www.dn.pt/lusa/interior/tribunal-europeu-condena-russia-por-lei-sobre-propaganda-homossexual-8576671.html

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“Ao adotarem estas leis, as autoridades reforçam o estigma e o preconceito e encorajam a homofobia, o que é incompatível com os conceitos de igualdade, pluralismo e tolerância inerentes às sociedades democráticas”, considerou o painel de sete juízes.

A Rússia adotou em 2013 uma lei que proíbe a difusão a menores de “propaganda” legitimando a homossexualidade.

A lei tem sido condenada como uma proibição expressa de qualquer discussão pública sobre homossexualidade.

As autoridades defendem a legislação citando a importância de proteger o interesse das crianças.

O Tribunal Europeu recusou a alegação do Governo da Rússia de que “regular o debate público sobre questões LGBT [Lésbico, Gay, Bissexual e Transgénero] pode justificar-se com base na proteção da moral”.

Por outro lado, o tribunal considerou que o Governo russo “não demonstrou como é que a liberdade de expressão sobre questões LGBT poderia desvalorizar as ‘famílias tradicionais’ atuais e existentes, prejudicá-las de alguma maneira ou pôr em causa o seu futuro”, consideraram os juízes europeus.

As autoridades russas também “não conseguiram fornecer qualquer explicação quanto ao mecanismo pelo qual um menor pode ser induzido a adotar um ‘modo de vida homossexual’ e, menos ainda, evidências científicas de que a orientação ou identidade sexuais de uma pessoa seriam suscetíveis de ser modificadas por uma influência externa”.

Um dos queixosos, Alexeyev, considerou a decisão como “uma enorme vitória legal para a comunidade LGBT da Rússia”.

“Conseguimos demonstrar legalmente que, ao adotar esta lei, as autoridades russas violaram os compromissos internacionais que assumiram ao abrigo da Convenção Europeia”, disse.

Embora a decisão do Tribunal Europeu seja vinculativa, a Rússia adotou em 2015 legislação segundo a qual a sua Constituição se sobrepõe às decisões daquele tribunal.

Article source: http://www.dn.pt/lusa/interior/tribunal-europeu-condena-russia-por-lei-sobre-propaganda-homossexual-8576671.html


Il 15 giugno su invito di Tommaso Colapietro sono stato ospite negli studi TV di “AtletiCat nati per Correre”, una sua creatura, in collaborazione con Samuele Di Giammartino di informazione sportiva. Le trasmissioni vanno in onda in diretta tutti i giovedì dalle ore 21.00 e sono replicate il sabato sempre alle 21.00 su One TV canale 86 digitale terrestre o su SKY canale 897.

Alla trasmissione di questi carissimi amici ho già partecipato nel 2015, dopo la mia conquista delle medaglie d’Argento individuale, e d’Oro a squadre nei  Mondiali di Grosseto fra gli Over 80.  Il canale televisivo “AtletiCat nati per Correre” è nato dal connubio fra Colapietro e Di Giammartino con l’intento di divulgare notizie sportive e cercare di evidenziare e valorizzare gli atleti di tutte le discipline sportive.

Nello studio televisivo, accogliente e ben arredato, la sera del 15 giugno oltre a me erano stati invitati anche Emilio Romita allenatore della nuova “Associazione Tecno Sport” con i ragazzi/e della squadra, e tre atleti Massimiliano Magno, Edith Ventosilla e Olexanra Vanat, che recentemente hanno partecipato alla 100 km del Passatore,  presenti ovviamente i padroni di casa il grande Tommaso e Samuele e quattro tecnici fra i quali il cineoperatore Alvaro Nocetti.

La trasmissione va in diretta e senza nessuna preparazione (scaletta) rigida, il conduttore nella maggior  parte dei casi rivolge agli ospiti presenti domande prettamente personali, sugli obiettivi raggiunti e quelli da raggiungere. Emilio Romita ha raccontato dei suoi successi nel mondo del calcio e il motivo per cui è passato all’atletica, in questa disciplina Emilio ha formato una squadra di sette studenti dell’Università (del gruppo fa parte anche proprio figlio).

Massimiliano e  le signore Edith e Olexanra hanno raccontato la loro positiva esperienza nel correre per 100 chilometri nella mitica gara del Passatore. La gioia di ultimare la corsa hanno spiegato i nostri atleti è stata più forte del dolore e della fatica.

Alle domande di Samuele anche io ho risposto con naturalezza ricordando che nel 2015 all’età di 80anni ho conquistato il 1° posto alla Maratona di Roma tempo (corsa in 4h40’) il 1° posto alla Roma Ostia (2h08’)  nello stesso anno ho conquistato la medaglia d’Argento e d’Oro a squadra agli Europei di mezza maratona di Grosseto (2h01’).

Le domande del conduttore si sono concentrate anche sui miei obiettivi futuri da podista: con molta franchezza ho risposto che mi rendo conto che a 82 anni la mia carriera d’atleta volge al  termine, al momento ho preso la decisione di non correre più con l’idea di mettermi in competizione con i miei coetanei, “corro a sensazione”,  come dire che corro come mi sento in quel preciso momento senza strafare, se poi ci sono anche dei risultati, sono felicissimo.

Durante l’ora di trasmissione, in studio sono stati proiettati dei filmati relativi a corse disputate e da fare. Si è discusso anche della sospensione del “Solstizio d’Estate Memorial Alfonso Tordi” in programma il 21   giugno nell’interno di Villa Gordiani. A riguardo Pino D’Egidio organizzatore della gara mi aveva riferito di aver annullato l’evento perché non gli sono pervenuti i permessi richiesti a suo tempo da parte del Presidente del Municipio Roma 5 e dall’Assessore Sport e dall’Ufficio Sport, La risposta negativa dell’Ufficio Sport è stata motivata dal fatto che la Soprintendenza Archeologica Belle Arti e Paesaggio per il Comune di Roma Tutela Archeologica e l’ufficio Eventi non consentiva di installare strutture per manifestazioni di qualunque genere all’interno del parco di Villa Gordiani al lato sinistro in uscita da Roma direzione GRA autorizzandole viceversa solo nel lato destro.

D’Egidio, tenuto conto che nel lato destro del parco non ci sono le condizioni per realizzare un circuito e soprattutto in considerazione delle limitate strutture necessarie per lo svolgimento dell’evento consistenti soltanto in n. 2 tavoli necessari per il cronometraggio e il ristoro post gara per gli atleti e n. 4 gazebo misure 4×4 metri (n.2 da adibire a copertura dei suddetti tavoli e n.2 da adibire a spogliatoio), ha perciò rinunciato allo svolgimento dell’evento.

Un vero peccato nell’ambito delle corse podistiche perché il “Solstizio d’Estate Memorial  Alfonso Tordi”, giunto alla decima edizione, era diventato un evento importante della Capitale, un fiore all’occhiello del V Municipio, un’occasione per far conoscere agli atleti provenienti dai municipi limitrofi le bellezze di Villa Gordiani.
In breve e in conclusione la trasmissione T.V. “AtletiCat nati per Correre” guidata da Tommaso Colapietro e Samuele Di Giammartino con la loro esperienza acquisite come atleti, e televisive riesce a diramare importanti notizie per  valorizzare e far crescere il mondo dello sport.

Article source: http://www.abitarearoma.net/atleticat-nati-correre-tommaso-colapietro-samuel-giammartino-valorizzare-lo-sport/

LISBON, May 19 (Xinhua) — Portuguese Fado leading singer Misia moved a full auditorium on Friday night with her tribute to the poets who marked her career over the past 25 years.

“I am here to show gratitude to the poets and writers who marked my work but also the person I am today,” she said on stage before performing “Misia and Her Poets” at Lisbon’s Belem Cultural Center.

She performed her traditional fado repertoire with poems written by some of the country’s most prestigious contemporary poets and writers.

“The fact that they wrote for my voice and for my music defines my work,” she told Xinhua before the concert in a telephone interview.

Brazilian singer and composer Adriana Calcanhotto appeared towards the end of the night with her melodic voice and guitar filling the auditorium. “I dedicate this to Misia who taught me to love fado,” she said.

Fado, a Portuguese musical style known as the soul of Portugal, is usually sung by a single person and accompanied by a classical guitar and a Portuguese guitar. It was added to UNESCO’s list of Cultural and Intangible Heritage of Humanity in 2011.

Misia, who grew up in Porto, Northern Portugal, used to sing at Fado houses as an amateur in her adolescence. She moved to Barcelona at the age of 20, and began her career after returning to Portugal in 1991 at a time when Fado was not as popular as it is today.

Inspired by the great Fado singer Amalia and with the desire to follow her own path, Misia contacted numerous poets, composers, singers, writers, photographers and designers and asked them to engage in her music. Since then she has built a unique fado repertoire, which has been referred to as “Novo Fado” (new fado).

Misia’s style is rooted in the traditional fado style but she incorporates instruments inspired from her childhood like the accordion and the violin, as well as the traditional guitar trio.

Her music has taken her to countries around the world including Spain, Japan, Germany, China and South Korea.

“Fado influenced me since childhood and throughout my adolescence, and the biggest influence was Amalia, but also French music, Brazilian music, and classical music,” she told Xinhua.

“I have been travelling for 25 years, so it is impossible not to be a sponge and soak up all these influences, and to be sensitive, to reciprocate,” she explained.

Misia also points out that her work is not a fusion of influences and it has never been her intention to renovate the genre.

“I perform fado with contemporary arrangements, but I never told myself that I would renovate fado, I just did what I felt. And I have a lot of respect for traditional fado.”

One thing that Misia is actively focused on changing is men’s dominance in Fado, so in her album Senhor da Noite, she presented 13 fados written by 13 women.

Misia was never constrained by a single music style or genre. She has instead participated in several projects apart from fado music, including with the baroque Mediterranean group Arpeggiata.

Misia has won numerous awards including the Vermeil Medal, the highest honor of the city of Paris.

Article source: http://news.xinhuanet.com/english/2017-05/20/c_136300271.htm

LOS ANGELES, May 13 (Xinhua) — After being acquired by a Chinese company, POW! Entertainment will focus more on the Chinese market and Asian market, said Stan Lee, legendary comic creator of the American media and entertainment company.

“Now we will have the ability to do more movies, we will have more money to spend to make our projects better and to accomplish more than we have been able to accomplish,” Lee told Xinhua in a recent interview.

Lee, 94, is a heroic figure whose Super Heroes propelled Marvel to its preeminent position in the comic book industry. His co-creations include Spider-Man, the Incredible Hulk, X-Men, Iron Man, and hundreds of others which are responsible for over 40 billion U.S. dollars in box office success.

Camsing International Holding Ltd acquired POW! Entertainment in early May. Under the new structure, Lee will continue to serve as the Chief Creative Officer. POW! Entertainment will continue to grow its North American market, as well as to develop the Chinese and Asian markets. Camsing said they want to create “another ‘Marvel'” in the Asian market.

“I love what I do. To me, it is not like working, it is like playing, when I can dream about ideas, characters, who they are, what they do, who they fight, and how they fight them, that is fun and I enjoy doing that,” said Lee.

He added that POW! will carry more Chinese elements in the future, but the key to making a character popular is not about him being American or Chinese. “If you get the right kind of character, he will be popular all over the world.”

POW! creates, develops, and licenses intellectual properties for traditional entertainment media, which has over 270 projects with more than 1000 characters.

“We may be developing directly out of China or just for the Chinese market from the educational level to all the way through full feature films,” said Shane Duffy, vice president at Camsing US and the new CEO at POW! Entertainment.

Lee’s partner Gill Champion, president of POW! Entertainment, believes that combing Stan Lee’s brand with Camsing’s expertise in licensing, merchandising and marketing, “seems to be the ideal opportunity for the cooperation.”

Article source: http://news.xinhuanet.com/english/2017-05/14/c_136281675.htm

LOS ANGELES, May 13 (Xinhua) — After being acquired by a Chinese company, POW! Entertainment will focus more on the Chinese market and Asian market, said Stan Lee, legendary comic creator of the American media and entertainment company.

“Now we will have the ability to do more movies, we will have more money to spend to make our projects better and to accomplish more than we have been able to accomplish,” Lee told Xinhua in a recent interview.

Lee, 94, is a heroic figure whose Super Heroes propelled Marvel to its preeminent position in the comic book industry. His co-creations include Spider-Man, the Incredible Hulk, X-Men, Iron Man, and hundreds of others which are responsible for over 40 billion U.S. dollars in box office success.

Camsing International Holding Ltd acquired POW! Entertainment in early May. Under the new structure, Lee will continue to serve as the Chief Creative Officer. POW! Entertainment will continue to grow its North American market, as well as to develop the Chinese and Asian markets. Camsing said they want to create “another ‘Marvel'” in the Asian market.

“I love what I do. To me, it is not like working, it is like playing, when I can dream about ideas, characters, who they are, what they do, who they fight, and how they fight them, that is fun and I enjoy doing that,” said Lee.

He added that POW! will carry more Chinese elements in the future, but the key to making a character popular is not about him being American or Chinese. “If you get the right kind of character, he will be popular all over the world.”

POW! creates, develops, and licenses intellectual properties for traditional entertainment media, which has over 270 projects with more than 1000 characters.

“We may be developing directly out of China or just for the Chinese market from the educational level to all the way through full feature films,” said Shane Duffy, vice president at Camsing US and the new CEO at POW! Entertainment.

Lee’s partner Gill Champion, president of POW! Entertainment, believes that combing Stan Lee’s brand with Camsing’s expertise in licensing, merchandising and marketing, “seems to be the ideal opportunity for the cooperation.”

Article source: http://news.xinhuanet.com/english/2017-05/14/c_136281675.htm

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A edição da marcha deste ano tem como lema “Autodeterminação do género, autodeterminação do corpo para todas as pessoas trans”, e é organizada por cerca de duas dezenas de associações e coletivos com iniciativas na área dos direitos humanos, e contra a discriminação sexual e racial.

Sobre as expetativas de adesão, Alice Cunha disse que, no ano passado, a marcha teve a “maior participação de sempre, com cerca de 7.000 pessoas, e este ano são esperadas 8.000″.

“Mais uma vez, estamos a ocupar as ruas, a reclamar os nossos direitos, para que toda a gente nos oiça” comentou, sobre a marcha, que tem, entre outros objetivos: “Lutar por uma lei de identidade de género, que despatologize as identidades transgénero, que tire o controlo médico sobre os nossos corpos, que nos permita a autonomia sobre as nossas vidas, e das nossas vivências, pelo fim do ‘bullying’ nas escolas”.

Questionada pela Lusa sobre a evolução, nos últimos anos, da situação de descriminação por orientação sexual, a organizadora da marcha comentou que a questão “não se pode medir por estatística, já está enraizada na sociedade”.

“Vivemos numa cultura patriarcal, sexista, homofóbica, transfóbica. Estamos, lentamente, com demonstrações como esta, a ir às raízes do problema, a desconstruir estas noções, e, a pouco e pouco, com um passo de cada vez, a mudar mentalidades, e, mais tarde, comportamentos”, considerou.

Ao princípio da tarde de hoje foi inaugurado um memorial às vítimas de homofobia e transfobia, no jardim do Príncipe Real, com uma grande peça escultórica, de autoria de Rui Pereira, colocada por iniciativa da Câmara Municipal de Lisboa e da Junta de Freguesia da Misericórdia.

Sobre esta iniciativa, Alice Cunha considerou o memorial “bonito e relevante, por ter sido colocado na zona do Príncipe Real, zona historicamente LGBT em Lisboa”.

“Mas não nos podemos ficar pela memória, temos de continuar a lutar e a combater a discriminação, a homofobia e a transfobia”, afirmou.

Também presente no desfile esteve a secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Catarina Marcelino, que considerou importante a realização de eventos como esta marcha “que ajudam a fazer a afirmação dos direitos e deveres das pessoas LGBT”.

Em declarações à agência Lusa, a secretária de Estado recordou que o Governo associa-se ao evento pelo segundo ano consecutivo “porque é uma matéria importante quando se fala de direitos, liberdades e garantias”.

“Temos feito avanços importantes ao nível da lei, mas é ainda preciso mudar muito as mentalidades”, defendeu Catarina Marcelino.

Questionada pela Lusa sobre a existência de medidas em curso relativas à legislação nesta área, a governante disse que se encontra no parlamento uma proposta de lei do Governo no âmbito da identidade de género.

“Essa proposta de lei permite que estas pessoas, quando forem mudar o nome e sexo no cartão de cidadão, não precisem de relatório médico, como agora é exibido, e também que possam fazê-lo a partir dos 16 anos”, indicou.

A lei, segundo a secretária de Estado, vai ainda mais longe nestas matérias e prevê que nas escolas, crianças abaixo dos 16 anos que sejam transgénero possam usar o nome próprio com que se identificam.

“É um aspeto muito importante, sobretudo na adolescência, porque há muitas crianças que sofrem por terem de usar o nome que não corresponde à sua identidade de género”, disse, acrescentando que o Governo espera que esta proposta de lei seja discutida ainda este ano.

Questionada sobre a situação da legislação em Portugal comparativamente a outros países, a governante indicou que a ILGA-Europa (Intervenção Lésbica, Gay, Bissexual, Trans e Intersexo) “tem um ‘ranking’ no qual Portugal está em sexto lugar”.

“É muito importante porque temos uma legislação muito avançada. Temos a não discriminação por orientação sexual estabelecida na Constituição Portuguesa. Só há nove países no mundo que o têm”, sublinhou a secretária de Estado.

A marcha deverá terminar na Ribeira das Naus, estando prevista uma festa final, como título “Now sissy that walk”, pelas 22:00, no Rive-Rouge.

Percorra a galeria de imagens acima clicando sobre as setas.

Article source: http://www.dn.pt/sociedade/interior/marcha-lgbt-desfilou-em-lisboa-contra-discriminacao-nas-escolas-e-familia-8569977.html

TORINO – Alla fine è arrivata la più tragica delle notizie: Erika, la ragazza rimasta ferita in piazza san Carlo a Torino durante la finale di Champions League Juventus-Real Madrid, non ce l’ha fatta. E’ morta all’ospedale san Giovanni Bosco del capoluogo piemontese, dove era stata ricoverata la notte del 3 giugno per un infarto da schiacciamento. Le sue condizioni, apparse subito serie, si erano ulteriormente aggravate nelle ultime ore, fino alle 21:56 di questa sera, quando la donna ha esalato l’ultimo respiro. 38 anni, originaria di un piccolo paese a pochi chilometri da Domodossola, Erika si trovava in piazza per accompagnare il fidanzato, tifoso della Juventus, anch’egli rimasto ferito nella calca. Il sindaco di Torino Chiara Appendino ha proclamato il lutto cittadino.

Article source: http://www.diariopartenopeo.it/notizie-italia/notizie-sportive-italiane/15/06/2017/caos-in-piazza-san-carlo-a-torino-morta-erika/

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Com uma quota de mercado extraordinária em Portugal, historicamente superior a 80%, a Sony pretende alargar a sua base de jogadores para lá dos alvos tradicionais – os hardcore gamers. Liliana Laporte aponta que a indústria está num ponto de viragem e que dois dos títulos exclusivos mais esperados para PlayStation 4, Uncharted: O Legado Perdido e Horizon Zero Dawn: The Frozen Wilds têm mulheres como protagonistas.

“Ainda há muito por fazer, e é importante o facto de darmos mais visibilidade aos jogos sociais, o que aprendemos do mercado de telemóveis, e construir jogos que têm como protagonistas mulheres”, disse a executiva portuguesa, referindo-se a este alargamento do público-alvo.

Segundo as pesquisas da Sony, os portugueses têm uma grande apetência por jogos que possam ser integrados na vida familiar e é por isso que a PlayLink será central na estratégia. “Vamos apostar muito fortemente em todo o conceito de jogos sociais. A parte de introduzirmos como comando o smartphone permite ter mais funcionalidades – tirar fotografias, escrever. Já vimos em plataformas anteriores o sucesso que foi.”

A outra aposta será em jogos ligados ao desporto, e há ainda uma terceira área em que a PlayStation Portugal quer investir: os jogos do tipo shooters. É aqui que o novo Call of Duty: WWII será importante, acredita a executiva.

Neste momento, a empresa tem a decorrer a campanha promocional “Days of Play”, que decorre até 21 deste mês e dá descontos nas consolas, jogos e acessórios. Vai também estar na Lisboa Games Week, lá mais para o final do ano, e em janeiro de 2018 terá a terceira edição da PlayStation Talents, uma competição que convida criadores a desenvolverem jogos para a plataforma com o intuito de ajudar o vencedor a ter sucesso mundial.

Article source: http://www.dn.pt/sociedade/interior/sony-leva-jogos-sociais-para-o-smartphone-8563983.html

Três anos e meio depois do lançamento original, a PlayStation 4 registou em 2016 um ano recorde com um aumento das vendas a dois dígitos no mercado português. “Temos uma base instalada muito importante e uma quota de mercado que é a melhor a nível da Europa”, afirmou ao DN a responsável pela Sony Interactive Entertainment Ibéria e Mediterrâneo, Liliana Laporte, durante a feira de videojogos E3.

“Para nós foi um ano recorde em termos de crescimento”, adiantou a responsável, salientando a importância dos vários lançamentos no ano passado: PlayStation 4 Slim, PlayStation 4 Pro e o sistema de realidade virtual PlayStation VR. A Sony revelou também que a PS4 ultrapassou em junho 60 milhões de unidades vendidas. É a consola de nova geração mais popular do mercado e Liliana Laporte acredita que é possível voltar a crescer a dois dígitos este ano.

“Mesmo com o lançamento de novas consolas no mercado, como tivemos em março e vamos ter em novembro, continuamos a crescer em relação ao ano anterior”, indica. Em março chegou a Nintendo Switch, cujo sucesso tem sido enorme, e em novembro será lançada a Xbox One X, da Microsoft. Ainda assim, a Sony não apresentou quaisquer novidades de hardware na E3, que é a feira mais importante da indústria.

“O que tivemos na E3 foi um momento de consolidação”, disse Liliana Laporte, explicando porque é que a marca decidiu focar-se inteiramente nos novos jogos. Foram apresentadas várias novidades para a PlayStation 4, com destaque para Uncharted: O Legado Perdido, Horizon Zero Dawn: The Frozen Wilds, God Of War, Days Gone e Detroit: Become Human.

A executiva portuguesa, que comanda seis mercados a partir de Espanha, sublinhou também a importância que a PlayStation VR está a ter no desempenho da marca. “Temos um milhão de headsets a nível mundial, e basicamente o que colocámos no mercado português esgotou.” A Sony foi obrigada a alargar a capacidade de produção dos óculos de realidade virtual, que só funcionam com a sua consola, e lidera o mercado à frente do Oculus Rift (Facebook) e Vive (HTC). Na feira de videojogos E3, que decorre esta semana em Los Angeles, a empresa apresentou mais seis títulos de realidade virtual, incluindo quatro completamente novos. “O mercado está a gritar por conteúdo e estes lançamentos foram fundamentais”, acredita.

Ainda não há confirmação de quais os novos jogos que vão chegar localizados em português, mas essa é a estratégia que a PlayStation Portugal tem seguido e lhe permitiu atingir a melhor quota de mercado da Europa. “Para nós sempre foi fundamental apostar na localização do nosso produto. Estamos a falar com o consumidor português, e com o projeto PlayStation Talents demos um passo em frente”, refere. Trata-se de um programa iniciado em 2016 que convida criadores e empreendedores nacionais a desenvolverem um jogo para a consola da Sony e a competirem por um prémio final de 10 mil euros, apoio na criação do título e promoção internacional através da rede PlayStation.

O estúdio Fun Punch venceu a primeira edição com Strikers Edge, que já tem acordo de distribuição para Espanha e negociações na América Latina e Inglaterra. “O que queremos é levar os jogos que se desenvolverem em Portugal para todas as partes do mundo. Estamos a fazer um grande investimento em Strikers Edge”, confirma Liliana Laporte. Em janeiro deste ano, o Game Studio 78 venceu a competição com o título de realidade virtual VRock, que está agora a ser desenvolvido em Lisboa.

“Vamos continuar a fazer crescer este projeto por duas razões: primeiro porque somos uma empresa comercial, queremos fazer negócio e acreditamos que vamos sacar um jogo tão bom ou melhor que o Strikers Edge”, afirma a executiva. “E depois também porque temos uma obrigação de apoiar o talento português e devolver todo o carinho que o povo português sempre teve connosco. Acreditamos que vamos poder sacar um jogo muito bom que poderemos vender a nível mundial através da PlayStation Network.”

As fabricantes de consolas não revelam números de vendas no mercado nacional e também não é possível obtê-los das consultoras que monitorizam o segmento. No entanto, a Sony tem mantido, historicamente, quotas de mercado que rondam os 80% a 90% no mercado nacional. É também isso que lhe permite justificar perante a casa-mãe o investimento em Portugal, um mercado muito pequeno e com números absolutos pouco expressivos.


Article source: https://www.dinheirovivo.pt/buzz/playstation-4-da-ano-recorde-de-crescimento-no-mercado-portugues/

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Até agora, para conseguir nacionalidade pela via do nascimento em solo português, é necessário que, pelo menos, um dos progenitores resida em Portugal, legalmente, há pelo menos cinco anos.

Já os socialistas pretendem mexer mais consideravelmente no articulado em questão, “visando manter na lei critérios de atribuição da nacionalidade assentes quer no ‘jus soli’, quer no ‘jus sanguinis’ (ascendência)”.

O PS justifica esta alteração pelo facto de Portugal ser um “país simultaneamente de emigração e de imigração”, a fim de reforçar a “proteção jurídica e o acesso à nacionalidade às pessoas que em Portugal escolheram conduzir as suas vidas trabalhando, constituindo família, cumprindo as suas obrigações e contribuindo ativa e positivamente para o desenvolvimento do país”.

Relativamente aos casos de crianças nascidas em Portugal, o grupo parlamentar do PS reduz o critério de residência de um dos pais de cinco para dois anos para que o recém-nascido obtenha a nacionalidade portuguesa.

No que respeita ao prazo de residência legal para desencadear o processo de naturalização, este é reduzido em um ano, para cinco anos.

Ainda sobre a naturalização de menores, podem tornar-se portuguesas todas as crianças que tenham concluído, pelo menos, um ciclo de ensino básico ou secundário em Portugal.

O documento dos socialistas estipula também que “o conhecimento da língua portuguesa necessário para a naturalização passa a presumir-se existir para os requerentes que sejam naturais e nacionais de países de língua oficial portuguesa”.

Em abril, o Governo aprovou em Conselho de Ministros um diploma que permite a atribuição de nacionalidade a netos de portugueses nascidos no estrangeiro que, entre outros requisitos, tenham “laços de efetiva ligação à comunidade nacional”.

Simbolicamente, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou este diploma no sábado, Dia de Portugal.

O número de pedidos para obtenção da nacionalidade portuguesa atingiu em 2016 o valor mais alto dos últimos sete anos, totalizando 35.416, segundo dados do Relatório Anual de Segurança Interna (RASI).

O RASI de 2016 adianta que, dos 35.416 pedidos formulados para obtenção de nacionalidade portuguesa, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras emitiu 27.155 pareceres, dos quais 26.061 foram positivos e 1.094 negativos.

Article source: http://www.dn.pt/lusa/interior/parlamento-debate-hoje-alteracoes-a-lei-da-nacionalidade-organizacoes-marcam-protesto-8556807.html

LOS ANGELES, May 13 (Xinhua) — After being acquired by a Chinese company, POW! Entertainment will focus more on the Chinese market and Asian market, said Stan Lee, legendary comic creator of the American media and entertainment company.

“Now we will have the ability to do more movies, we will have more money to spend to make our projects better and to accomplish more than we have been able to accomplish,” Lee told Xinhua in a recent interview.

Lee, 94, is a heroic figure whose Super Heroes propelled Marvel to its preeminent position in the comic book industry. His co-creations include Spider-Man, the Incredible Hulk, X-Men, Iron Man, and hundreds of others which are responsible for over 40 billion U.S. dollars in box office success.

Camsing International Holding Ltd acquired POW! Entertainment in early May. Under the new structure, Lee will continue to serve as the Chief Creative Officer. POW! Entertainment will continue to grow its North American market, as well as to develop the Chinese and Asian markets. Camsing said they want to create “another ‘Marvel'” in the Asian market.

“I love what I do. To me, it is not like working, it is like playing, when I can dream about ideas, characters, who they are, what they do, who they fight, and how they fight them, that is fun and I enjoy doing that,” said Lee.

He added that POW! will carry more Chinese elements in the future, but the key to making a character popular is not about him being American or Chinese. “If you get the right kind of character, he will be popular all over the world.”

POW! creates, develops, and licenses intellectual properties for traditional entertainment media, which has over 270 projects with more than 1000 characters.

“We may be developing directly out of China or just for the Chinese market from the educational level to all the way through full feature films,” said Shane Duffy, vice president at Camsing US and the new CEO at POW! Entertainment.

Lee’s partner Gill Champion, president of POW! Entertainment, believes that combing Stan Lee’s brand with Camsing’s expertise in licensing, merchandising and marketing, “seems to be the ideal opportunity for the cooperation.”

Article source: http://news.xinhuanet.com/english/2017-05/14/c_136281675.htm

Article source: http://www.dn.pt/media/interior/criada-a-reacao-lgbt-no-facebook-8556345.html

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Até agora, para conseguir nacionalidade pela via do nascimento em solo português, é necessário que, pelo menos, um dos progenitores resida em Portugal, legalmente, há pelo menos cinco anos.

Já os socialistas pretendem mexer mais consideravelmente no articulado em questão, “visando manter na lei critérios de atribuição da nacionalidade assentes quer no ‘jus soli’, quer no ‘jus sanguinis’ (ascendência)”.

O PS justifica esta alteração pelo facto de Portugal ser um “país simultaneamente de emigração e de imigração”, a fim de reforçar a “proteção jurídica e o acesso à nacionalidade às pessoas que em Portugal escolheram conduzir as suas vidas trabalhando, constituindo família, cumprindo as suas obrigações e contribuindo ativa e positivamente para o desenvolvimento do país”.

Relativamente aos casos de crianças nascidas em Portugal, o grupo parlamentar do PS reduz o critério de residência de um dos pais de cinco para dois anos para que o recém-nascido obtenha a nacionalidade portuguesa.

No que respeita ao prazo de residência legal para desencadear o processo de naturalização, este é reduzido em um ano, para cinco anos.

Ainda sobre a naturalização de menores, podem tornar-se portuguesas todas as crianças que tenham concluído, pelo menos, um ciclo de ensino básico ou secundário em Portugal.

O documento dos socialistas estipula também que “o conhecimento da língua portuguesa necessário para a naturalização passa a presumir-se existir para os requerentes que sejam naturais e nacionais de países de língua oficial portuguesa”.

Em abril, o Governo aprovou em Conselho de Ministros um diploma que permite a atribuição de nacionalidade a netos de portugueses nascidos no estrangeiro que, entre outros requisitos, tenham “laços de efetiva ligação à comunidade nacional”.

Simbolicamente, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou este diploma no sábado, Dia de Portugal.

O número de pedidos para obtenção da nacionalidade portuguesa atingiu em 2016 o valor mais alto dos últimos sete anos, totalizando 35.416, segundo dados do Relatório Anual de Segurança Interna (RASI).

O RASI de 2016 adianta que, dos 35.416 pedidos formulados para obtenção de nacionalidade portuguesa, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras emitiu 27.155 pareceres, dos quais 26.061 foram positivos e 1.094 negativos.

Article source: http://www.dn.pt/lusa/interior/parlamento-debate-hoje-alteracoes-a-lei-da-nacionalidade-organizacoes-marcam-protesto-8556807.html

Article source: http://www.dn.pt/media/interior/criada-a-reacao-lgbt-no-facebook-8556345.html

MILANO – Gigi Buffon non ha ancora digerito la sconfitta nella finale di Champions League con il Real Madrid, e ancor meno giù gli è andata l’esultanza dei tifosi anti-Juve, che hanno fatto festa dopo il severo 4-1 inflitto dai Blancos alla Vecchia Signora. E nel corso della conferenza stampa alla vigilia del match tra Italia e Liechtenstein il portiere della nazionale non le ha mandate certo a dire: «I caroselli dei tifosi anti juventini dopo la sconfitta di Cardiff? Sono orgoglioso di non essere come loro. Nel calcio esistono le vittorie e le sconfitte. Io sono convinto che da queste si impara molto di più che dalle vittorie, e per questo fatico ad accettare gli atteggiamenti di chi tifa contro la Juve a prescindere. Sono orgoglioso di non essere come chi ha fatto i caroselli dopo la finale di Cardiff».

Article source: http://www.diariopartenopeo.it/notizie-italia/notizie-sportive-italiane/11/06/2017/buffon-lancia-una-frecciata-ai-tifosi-anti-juve/

Azzurri di Gloria è di proprietà di Luca Lovelli
CF: LVLLCU87T16F965K
email [email protected]

Article source: https://www.azzurridigloria.com/news-tiro-a-segno/

BENEVENTO – L’attesa è finita, il grande giorno è finalmente arrivato. Benevento si appresta a vivere la notte più importante di tutta la sua storia calcistica, quella che potrebbe sancire l’incredibile salto nella massima serie. Basta un pari, un pareggio soltanto, e sarà Serie A.

La gente in città è – come abbondantemente preventivabile – letteralmente impazzita. Il Ciro Vigorito è, ovviamente, tutto esaurito da giorni: polverizzati i 15.134 biglietti messi in vendita dalla società sannita (un centinaio i tifosi in arrivo da Carpi), la tifoseria organizzata ha annunciato una coreografia spettacolare, che coinvolgerà tutti i settori dell’impianto, ma per ora vige ancora il più stretto riserbo. Negozi, studi professionali, tanti uffici chiuderanno prima dell’orario consueto, nessuno vuole perdersi l’appuntamento con la storia. Resteranno aperti solo pub, ristoranti e pizzerie, per permettere alle migliaia di tifosi che non sono riusciti ad accaparrarsi il prezioso tagliando di vivere l’emozione del match.

Non ci sarà nessun maxi-schermo in piazza Risorgimento. Il sindaco Mastella ha fatto un ultimo disperato tentativo nella giornata di ieri, chiedendo una riunione straordinaria del Comitato per l’Ordine e la Sicurezza, ma non c’è stato nulla da fare: non ci sarebbero i presupposti per garantire l’ordine pubblico, anche a causa della gran mole di agenti che gioco-forza saranno dirottati verso lo stadio e le sue immediate vicinanze. La sensazione è che sulla decisione abbia pesato, non poco, quanto accaduto pochi giorni fa a Torino in occasione della finale di Champions League tra Juventus e Real Madrid.

Benevento è in fibrillazione, i tifosi stanno vivendo un’attesa che definire snervante è poco, ma in queste ore si può dire che stia prevalendo la voglia di non fare pronostici o, forse più semplicemente, la scaramanzia. Memori anche di alcune cocenti delusioni degli anni passati – su tutte la finale di play off di Serie C con il Crotone, dove gli Stregoni vennero battuti in casa nel match di ritorno abbandonando i sogni di promozione – la città non è stata addobbata a festa. Certo, bancarelle con in bella mostra magliette e bandiere su cui campeggia gigante la lettera “A” sono spuntate un po’ dappertutto, ma la gran parte della tifoseria preferisce aspettare, in silenzio e con pazienza.

Article source: http://www.diariopartenopeo.it/notizie-italia/notizie-sportive-italiane/08/06/2017/benevento-in-fibrillazione-per-la-finale-di-ritorno-con-il-carpi/

LATINA – Brutto incidente in moto per Max Biaggi, durante le prove per gli internazionali di Supermoto sulla pista del Sagittario a Latina. Dopo lo schianto è stato trasportato in elicottero all’ospedale San Camillo di Roma in codice rosso per un trauma toracico e spinale. Secondo quanto si apprende, non dovrebbe essere in pericolo di vita: il pilota romano è vigile e cosciente e non ha mai perso conoscenza. Sono in corso accertamenti radiologici, neurologici e clinici per stabilire l’entità dei traumi.

Article source: http://www.diariopartenopeo.it/notizie-italia/notizie-sportive-italiane/09/06/2017/incidente-in-pista-per-max-biaggi/

LATINA – Brutto incidente in moto per Max Biaggi, durante le prove per gli internazionali di Supermoto sulla pista del Sagittario a Latina. Dopo lo schianto è stato trasportato in elicottero all’ospedale San Camillo di Roma in codice rosso per un trauma toracico e spinale. Secondo quanto si apprende, non dovrebbe essere in pericolo di vita: il pilota romano è vigile e cosciente e non ha mai perso conoscenza. Sono in corso accertamenti radiologici, neurologici e clinici per stabilire l’entità dei traumi.

Article source: http://www.diariopartenopeo.it/notizie-italia/notizie-sportive-italiane/09/06/2017/incidente-in-pista-per-max-biaggi/