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Fundado no final da década de 1980 em Dalian, no nordeste da China, o Wanda Group começou por se impor no setor imobiliário, mas nos últimos anos passou a investir também no cinema e no turismo.

O acordo anunciado hoje é o primeiro do grupo dirigido por Wang Jianlin – o homem mais rico da China -, com um dos principais estúdios de Hollywood e um marco importante na sua conversão num peso pesado da indústria do entretenimento.

“A aliança vai permitir reforçar o poder de influência do Wanda na indústria de cinema global, e estabelecer um bom precedente para os produtores de filmes chineses nos seus investimentos além-fronteiras”, afirmou a empresa em comunicado.

A mesma nota refere que irá “empenhar-se por destacar elementos chineses nos filmes em que investir”, sem acrescentar mais detalhes.

O grupo Wanda mediatizou-se nos últimos anos pelos investimentos em grandes ativos na Europa e Estados Unidos da América.

Em 2012, adquiriu a empresa norte-americana AMC Entertainment, proprietária da segunda maior cadeia de cinemas dos EUA e da britânica Odeon UCI Cinemas, presente no mercado português, onde é o segundo maior distribuidor.

No ano passado, anunciou a compra da Legendary Entertainment, produtora de filmes como “Jurassic World” e “Godzilla”, por 3.500 milhões de dólares (3.240 milhões de euros).

Wang Jianlin financiou a produção do filme “Spotlight”, Óscar da Melhor Fotografia deste ano.

O grupo detém ainda uma participação de 20% no clube de futebol espanhol Atlético de Madrid e a empresa Triathlon Corporation, proprietária dos direitos de provas desportivas de resistência como Ironman, mas o seu principal foco tem estado em Hollywood.

Wang “tem todo Hollywood na mira” e “talvez o seu próximo passo seja trabalhar diretamente com todos os `Big Six`”, os seis maiores estúdios de cinema de Hollywood, refere o comunicado.

Em maio passado, o grupo abriu o seu primeiro parque temático, um investimento de 3,35 mil milhões de dólares, localizado na cidade de Nanchang, capital da província de Jiangxi, numa tentativa de competir com o novo parque da Disney, inaugurado no mês seguinte, em Xangai.

Article source: http://www.rtp.pt/noticias/economia/empresa-do-homem-mais-rico-da-china-anuncia-parceria-com-estudio-de-hollywood_n949125

Iris West em The Flash

A atriz Candice Patton conversou com a Entertainment Weekly sobre as mudanças que sua personagem em The Flash, Iris West, vai sofrer no mundo paralelo de Flashpoint.

“Bom, há uma reviravolta importante, uma mudança radical, que acontece no começo da temporada”, comentou Patton. “Mas isso não significa que Iris em si mudou. Para Barry, ela é como um ponto fixo. Não importa a situação em que a encontremos, ela ainda é Iris, e é por isso que Barry a adora tanto”.

A nova temporada de The Flash estreia em 4 de outubro e vai adaptar a famosa saga em quadrinhos “Flashpoint” (“Ponto de Ignição”, em português). Na saga original, o mundo foi devastado por uma guerra entre Mulher-Maravilha e Aquaman.

Veja o trailer da terceira temporada, mostrando mundo de Flashpoint
Saiba tudo sobre a clássica saga aqui
Grant Gustin fala sobre futuro de Barry Allen na terceira temporada

The Flash é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

Ainda não conhece a série? O investigador forense de Central City, Barry Allen é inteligente, charmoso e – como resultado de uma experiência científica que deu errado – o mais rápido homem da face da Terra! Ele é The Flash. CLIQUE AQUI e saiba mais!

Article source: https://observatoriodocinema.bol.uol.com.br/series-e-tv/2016/09/the-flash-iris-vai-sofrer-uma-mudanca-radical-no-mundo-de-flashpoint


Coppolani (Arjel): ‘Illegalità è nodo cruciale, ma siamo sulla giusta via’

Tante le questioni messe sul tavolo dal presidente Arjel, Coppolani, per la tutela e la crescita del mercato del gioco online in Francia, nel Rapporto di attività 2015/2016.

“Gli ultimi dodici mesi sono stati molto intensi per l’Autorità di regolamentazione dei giochi online”. Lo sottolinea Charles Coppolani, presidente dell’Arjel, l’autorità francese che regola il gioco via web nel Rapporto di attività 2015-2016.

 

“Nel mese di ottobre 2015, un importante convegno nell’Assemblea nazionale, che ho co-presieduto con il membro Christian Hutin ha gettato le basi per una riforma profonda e duratura del nostro modello di regolamentazione del gioco d’azzardo, cinque anni dopo la legge del 12 maggio 2010, il lavoro sulla regolamentazione del gioco d’azzardo e le possibilità intraprese nel comitato di valutazione Public Policy dell’Assemblea Nazionale, in collaborazione con la Corte dei conti e i risultati annunciati per la fine di questo anno spero possano materializzarsi, insieme alle aspettative sollevate in questa occasione. Per tutta la sessione parlamentare 2015-2016, una serie di emendamenti ha colmato le lacune nella legge del 2010. Il regolatore ha ora un po’ più di margine di manovra per conseguire gli obiettivi che la legge del 2010 ha assegnato alle politiche pubbliche relative al gioco d’azzardo: l’istituzione di un difensore civico per la semplificazione, la procedura di blocco dei siti illegali, attraverso il permesso di utilizzare i dati raccolti per scopi di tutela del giocatore, la lotta contro il riciclaggio di denaro. Alcune richieste sono state soddisfatte da Arjel. Nel giugno-luglio 2016, le notizie sportive con Euro 2016 hanno dominato la scena. Euro 2016 è stata l’occasione di sperimentare il nostro dispositivo di regolazione della piattaforma di monitoraggio delle scommesse sportive.

Visto che riunisce rappresentanti del mondo dello sport, settore istituzionale e di gioco, la piattaforma dà una capacità di risposta importante contro la manipolazione sportiva e offre una importante qualità dell’azione di analisi che deve essere all’altezza della manifestazione.

Un altro punto, è il rinnovo parziale del Collegio di Arjel: tre nuovi membri sono stati nominati dal presidente del Senato e dal presidente dell’Assemblea nazionale. Il loro ingresso assicura il mantenimento a un livello sempre più alto dell’esperienza e della diversità delle competenze, necessarie per la regolamentazione del gioco online.

LE SCOMMESSE - Nel 2015 le scommesse sportive hanno raccolto 1,4 miliardi di euro, segnano un 30 percento in più rispetto allo scorso anno. Nei primi sei mesi del 2016, sono stati giocati 1,1 miliardi di euro. In testa il calcio, al 58 percento, seguito dal tennis al 20 percento e dal basket all’11 percento.

Sul fronte delle giocate sui cavalli, nel 2015 il giro d’affari è stato di 1,01 miliardi di euro, con un calo del 2 percento rispetto all’anno precedente. Nel primo semestre del 2016 si è avuto un calo del 10 percento circa rispetto al 2015, con una raccolta di 466 milioni di euro.

Article source: http://www.gioconews.it/esteri/71-generale19/49871-coppolani-arjel-illegalita-e-nodo-cruciale-ma-siamo-sulla-giusta-via

Fundado no final da década de 1980 em Dalian, no nordeste da China, o Wanda Group começou por se impor no setor imobiliário, mas nos últimos anos passou a investir também no cinema e no turismo.

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O acordo anunciado hoje é o primeiro do grupo dirigido por Wang Jianlin – o homem mais rico da China -, com um dos principais estúdios de Hollywood e um marco importante na sua conversão num peso pesado da indústria do entretenimento.

“A aliança vai permitir reforçar o poder de influência do Wanda na indústria de cinema global, e estabelecer um bom precedente para os produtores de filmes chineses nos seus investimentos além-fronteiras”, afirmou a empresa em comunicado.

A mesma nota refere que irá “empenhar-se por destacar elementos chineses nos filmes em que investir”, sem acrescentar mais detalhes.

O grupo Wanda mediatizou-se nos últimos anos pelos investimentos em grandes ativos na Europa e Estados Unidos da América.

Em 2012, adquiriu a empresa norte-americana AMC Entertainment, proprietária da segunda maior cadeia de cinemas dos EUA e da britânica Odeon UCI Cinemas, presente no mercado português, onde é o segundo maior distribuidor.

No ano passado, anunciou a compra da Legendary Entertainment, produtora de filmes como “Jurassic World” e “Godzilla”, por 3.500 milhões de dólares (3.240 milhões de euros).

Wang Jianlin financiou a produção do filme “Spotlight”, Óscar da Melhor Fotografia deste ano.

O grupo detém ainda uma participação de 20% no clube de futebol espanhol Atlético de Madrid e a empresa Triathlon Corporation, proprietária dos direitos de provas desportivas de resistência como Ironman, mas o seu principal foco tem estado em Hollywood.

Wang “tem todo Hollywood na mira” e “talvez o seu próximo passo seja trabalhar diretamente com todos os ‘Big Six'”, os seis maiores estúdios de cinema de Hollywood, refere o comunicado.


Em maio passado, o grupo abriu o seu primeiro parque temático, um investimento de 3,35 mil milhões de dólares, localizado na cidade de Nanchang, capital da província de Jiangxi, numa tentativa de competir com o novo parque da Disney, inaugurado no mês seguinte, em Xangai.

Article source: https://www.noticiasaominuto.com/economia/658038/homem-mais-rico-da-china-anuncia-parceria-com-estudio-de-hollywood

A PlayStation® anunciou o arranque do programa PlayStation®First no Instituto Politécnico de Leiria e na Escola de Tecnologias, Inovação e Criação (ETIC). A iniciativa lançada pela PlayStation® chega agora ao universo académico português e procura fomentar a formação na área dos videojogos, oferecendo aos jovens a oportunidade de criar conteúdos para as plataformas próprias da PlayStation®.

 

O PlayStation®First, tal como a iniciativa Prémios PlayStation®, é uma das áreas de atuação do programa PlayStation®Talents, que têm o objetivo de apoiar o desenvolvimento de videojogos, através de incentivos à formação, desde o ensino secundário ao universitário, e à apresentação de novos projetos ou através de parcerias com outras entidades da indústria dos videojogos.

Com a implementação do PlayStation®First, os estudantes do Instituto Politécnico de Leiria e da ETIC têm acesso às ferramentas oficiais de desenvolvimento de conteúdos para a PS4®. Contam também com a supervisão de profissionais da Sony Interactive Entertainment em várias áreas fundamentais como artes gráficas, desenvolvimento, marketing e negócio.

O programa PlayStation®First chegou à Licenciatura em Jogos Digitais e Multimédia do Instituto Politécnico de Leiria no ano letivo 2015/2016. Para Nuno Fonseca, coordenador da licenciatura, “é fundamental formar profissionais de jogos para terem várias valências. Queremos que um aluno aprenda a criar jogos desde o mobile às consolas”.

Inserida na unidade curricular de Projeto, do 2º e 3º anos do curso, a iniciativa da PlayStation® vem colmatar uma lacuna no ensino dos videojogos. “Neste momento, o PlayStation®First é o único programa ativo para o desenvolvimento de jogos para consolas. Não sabemos como vai ser a realidade das consolas daqui a uns anos, por isso para nós é muito importante apostar na formação de profissionais nesta área”.

Na ETIC, o programa vai arrancar, este ano letivo, para alunos do 2º ano do curso Higher National Diploma de Animação e Videojogos. Segundo o coordenador do curso, Ivan Barroso, “faltava um ecossistema de consolas em Portugal, cuja formação fosse aprovada oficialmente por uma grande marca. E temos essa procura no mercado. Há empresas nacionais a quererem contratar pessoas conhecedoras dos vários parâmetros de qualidade neste tipo de produções”.

“Queremos que os nossos alunos tenham formação em consolas, com vista a participarem também nas edições dos Prémios PlayStation®”, explica Ivan. Os alunos do curso da ETIC têm a oportunidade de fazer o 3º ano para universidades no Reino Unido, onde o programa PlayStation®First está igualmente implementado, para terminar a sua formação.

O PlayStation®First já funciona noutros países como o Reino Unido, Índia ou Austrália, e começa agora a dar os primeiros passos em Portugal.

O programa PlayStation®Talents conta com cinco áreas de atuação distintas:

  • PlayStation®Futuros Talentos: uma iniciativa que tem como objetivo desenvolver o talento de jovens do ensino secundário através da geração de ideias para criar um videojogo.
  • PlayStation®First: um programa de apoio a instituições de ensino superior no desenvolvimento de videojogos, que já funciona noutros países como o Reino Unido, Índia ou Austrália. Este programa fomenta a formação universitária na área dos videojogos, oferecendo aos jovens oportunidades para criar conteúdos para as plataformas próprias da PlayStation®.
  • Prémios PlayStation®: esta iniciativa promove o desenvolvimento de videojogos de estúdios nacionais e arrancou em Portugal em novembro de 2015. Neste momento, o projeto vencedor da 1ª edição, Strikers Edge, está a ser desenvolvido para a PS4®.
  • Games Camp: na Factoría Cultural do Matadero de Madrid, numa incubadora de indústrias criativas, estão integradas cinco equipas às quais foram fornecidos kits de desenvolvimento para a PS4®, apoio técnico e legal e uma campanha de comunicação e marketing em meios próprios para apoiar o lançamento de cada jogo. O objetivo é publicar anualmente cinco títulos para a PS4®.
  • PlayStation®Alianças: nesta área a PlayStation® trabalha com estúdios de diferentes perfis e dimensões de forma a desenvolver jogos para a PS4®.

 

Mais informações sobre o programa PlayStation®First podem ser encontradas aqui.

Article source: http://games.leak.pt/09/2016/playstation/playstation-first-apoia-o-desenvolvimento-de-videojogos-no-ensino-superior-portugues/


Reviews


Preview

Matteo Servadio

@MattServa

Google Allo è un’app di messaggistica, con il bonus di un assistente virtuale che in prospettiva ha un potenziale considerevole, ma è sufficiente? Ecco tutti i dettagli.


Google Allo

Google Allo, tanto atteso e di cui tanto si è parlato nei messi successivi alla sua presentazione, è finalmente in rollout e sta facendo discutere tutti coloro che hanno avuto modo di provarlo.

Fra chi lo identifica come l’iMessage di Android e chi avanza dubbi sulla gestione della privacy, è chiaro che Allo deve scontrarsi con tante altre app di messaggistica presenti negli store che fanno essenzialmente le stesse cose e hanno il antaggio di avere già un bacino di utenza piuttosto ampia.

Vi sono poi le stesse applicazioni di Google come Messenger per gli SMS e lo storico Hangouts (destinato probabilmente al settore business), con Allo che sembra destinato a diventare l’ennesima app di instant messaging che non riesce a incidere.

Qual è quindi la caratteristica di Allo che può spingere gli utenti ad utilizzarla, se non per pochi minuti di curiosità? Semplice: Allo ha Google Assistant.

Presentato lo scorso maggio al Google I/O, Assistant è un assistente virtuale che promette di essere proattivo come forse Google Now non era in grado di essere.

Allo in un certo qual senso diventa quindi una piattaforma di lancio per Google Assistant che è incorporato all’interno dell’app e permette di svolgere azioni automatiche a nostro comando. Si, un po’ come accade con i bot di Telegram o lo Slackbot di Slack – che ha però un target diverso e più professionale.

L’assistente virtuale, presente in Allo in Preview Edition, è però profondamente integrato con i servizi Google e lo sarà sempre di più in Android, dove è decisamente a suo agio.

Quello che Google Assistant ci permette di fare è chattare con esso all’interno di Allo e chiedere per esempio il meteo quando stiamo per uscire, o le notizie sportive, o ancora di tradurre frasi – niente di sconvolgente e che non possiamo già fare con il classico “Ok, Google.”

Assistant è inoltre in grado di imparare di più su di noi e memorizzare i nostri feedback per essere più utile quando ne avremo bisogno, o almeno dovrebbe.  C’è un motivo infatti se l’assistente è in fase di preview: le incertezze non mancano.

In primo luogo Assistant “parla” solo inglese che di per sé non è un grosso problema: inizialmente anche Now on Tap non era disponibile in altre lingue. Poi se in un primo momento la naturalezza e velocità nelle risposte stupisce, mettere in difficoltà Assistant non è stato troppo difficile: il riconoscimento vocale non è paragonabile all’efficienza di Google Search, mentre capita che il nostro interlocutore non sappia rispondere alle nostre richieste quando in linea teorica dovrebbe.

Di buono (almeno a livello di funzionalità) c’è che Assistant può essere chiamato in causa anche nelle nostre chat con altri contatti, risultando utile ad esempio quando si deve pianificare un evento o simili.

Per ora Google Assistant Preview Edition è un divertente e interessante preludio a ciò che ci aspetta: visti i progressi di Now e della ricerca vocale, Google ha un potenziale serio per quanto riguarda l’AI e possiamo aspettarci che Assistant saprà dimostrarlo.

Una delle critiche mosse quasi subito ad Allo è stata quella relativa alla gestione della privacy.

I messaggi inviati con Allo non sono infatti crittografati, a differenza altre app che hanno introdotto la crittografia end-to-end più o meno recentemente. Ciò significa che le nostre conversazioni restano memorizzate nei server di Google fino a che non le cancelliamo noi, o decidiamo di utilizzare la modalità incognito.

La chat in incognito funziona esattamente come ci si potrebbe aspettare e rappresenta l’unico modo per inviare messaggi crittografati end-to-end .

In un periodo in cui si parla costantemente di privacy, spionaggio e vendita di informazioni personali alle associazioni governative adottare una soluzione simile significa inevitabilmente attrarsi critiche, ma se tutte le chat fossero crittografate Assistant non potrebbe interagire con esse in modo molto proattivo.

Molto politicamente corretto.

Google Allo è interessante e ha tutto ciò che serve ad un’app di messaggistica istantanea: possibilità di inviare foto, adesivi, GIF, registrazioni vocali con il bonus di un assistente virtuale che altri concorrenti potrebbero non avere. Interessante anche la possibilità di chattare con chi l’applicazione non l’ha scaricata e potrà rispondere dalla notifica o decidere di installare Allo sul proprio dispositivo.

Tuttuavia al momento Allo rappresenta soprattutto una vetrina per Google Assistant e cos’è (o sarà) in grado di fare, ma non troviamo nulla di più che possa spingere l’utenza di WhatsApp o Telegram a dirigersi in massa verso di essa; tantomeno gli utenti iOS che già utilizzano iMessage. Nonostante la qualità in sè di Google Allo non manchi.

In questo la controparte per le videochiamate, ovvero Duo, si potrebbe rivelare più efficace e immediata in quello che è il suo unico obiettivo: videochat di innata semplicità. 

Per scaricare Allo: Google, ApkMirror

Article source: http://www.zeromag.eu/sito/articolo.php?id=2451&i=Allo_%C3%A8_una_divertente_vetrina_per_Google_Assistant._Ecco_cosa_c%E2%80%99%C3%A8_da_sapere

A PlayStation® anunciou o arranque do programa PlayStation®First no Instituto Politécnico de Leiria e na Escola de Tecnologias, Inovação e Criação (ETIC). A iniciativa lançada pela PlayStation® chega agora ao universo académico português e procura fomentar a formação na área dos videojogos, oferecendo aos jovens a oportunidade de criar conteúdos para as plataformas próprias da PlayStation®.

 

O PlayStation®First, tal como a iniciativa Prémios PlayStation®, é uma das áreas de atuação do programa PlayStation®Talents, que têm o objetivo de apoiar o desenvolvimento de videojogos, através de incentivos à formação, desde o ensino secundário ao universitário, e à apresentação de novos projetos ou através de parcerias com outras entidades da indústria dos videojogos.

Com a implementação do PlayStation®First, os estudantes do Instituto Politécnico de Leiria e da ETIC têm acesso às ferramentas oficiais de desenvolvimento de conteúdos para a PS4®. Contam também com a supervisão de profissionais da Sony Interactive Entertainment em várias áreas fundamentais como artes gráficas, desenvolvimento, marketing e negócio.

O programa PlayStation®First chegou à Licenciatura em Jogos Digitais e Multimédia do Instituto Politécnico de Leiria no ano letivo 2015/2016. Para Nuno Fonseca, coordenador da licenciatura, “é fundamental formar profissionais de jogos para terem várias valências. Queremos que um aluno aprenda a criar jogos desde o mobile às consolas”.

Inserida na unidade curricular de Projeto, do 2º e 3º anos do curso, a iniciativa da PlayStation® vem colmatar uma lacuna no ensino dos videojogos. “Neste momento, o PlayStation®First é o único programa ativo para o desenvolvimento de jogos para consolas. Não sabemos como vai ser a realidade das consolas daqui a uns anos, por isso para nós é muito importante apostar na formação de profissionais nesta área”.

Na ETIC, o programa vai arrancar, este ano letivo, para alunos do 2º ano do curso Higher National Diploma de Animação e Videojogos. Segundo o coordenador do curso, Ivan Barroso, “faltava um ecossistema de consolas em Portugal, cuja formação fosse aprovada oficialmente por uma grande marca. E temos essa procura no mercado. Há empresas nacionais a quererem contratar pessoas conhecedoras dos vários parâmetros de qualidade neste tipo de produções”.

“Queremos que os nossos alunos tenham formação em consolas, com vista a participarem também nas edições dos Prémios PlayStation®”, explica Ivan. Os alunos do curso da ETIC têm a oportunidade de fazer o 3º ano para universidades no Reino Unido, onde o programa PlayStation®First está igualmente implementado, para terminar a sua formação.

O PlayStation®First já funciona noutros países como o Reino Unido, Índia ou Austrália, e começa agora a dar os primeiros passos em Portugal.

O programa PlayStation®Talents conta com cinco áreas de atuação distintas:

  • PlayStation®Futuros Talentos: uma iniciativa que tem como objetivo desenvolver o talento de jovens do ensino secundário através da geração de ideias para criar um videojogo.
  • PlayStation®First: um programa de apoio a instituições de ensino superior no desenvolvimento de videojogos, que já funciona noutros países como o Reino Unido, Índia ou Austrália. Este programa fomenta a formação universitária na área dos videojogos, oferecendo aos jovens oportunidades para criar conteúdos para as plataformas próprias da PlayStation®.
  • Prémios PlayStation®: esta iniciativa promove o desenvolvimento de videojogos de estúdios nacionais e arrancou em Portugal em novembro de 2015. Neste momento, o projeto vencedor da 1ª edição, Strikers Edge, está a ser desenvolvido para a PS4®.
  • Games Camp: na Factoría Cultural do Matadero de Madrid, numa incubadora de indústrias criativas, estão integradas cinco equipas às quais foram fornecidos kits de desenvolvimento para a PS4®, apoio técnico e legal e uma campanha de comunicação e marketing em meios próprios para apoiar o lançamento de cada jogo. O objetivo é publicar anualmente cinco títulos para a PS4®.
  • PlayStation®Alianças: nesta área a PlayStation® trabalha com estúdios de diferentes perfis e dimensões de forma a desenvolver jogos para a PS4®.

 

Mais informações sobre o programa PlayStation®First podem ser encontradas aqui.

Article source: http://games.leak.pt/09/2016/playstation/playstation-first-apoia-o-desenvolvimento-de-videojogos-no-ensino-superior-portugues/

A PlayStation® anunciou o arranque do programa PlayStation®First no Instituto Politécnico de Leiria e na Escola de Tecnologias, Inovação e Criação (ETIC). A iniciativa lançada pela PlayStation® chega agora ao universo académico português e procura fomentar a formação na área dos videojogos, oferecendo aos jovens a oportunidade de criar conteúdos para as plataformas próprias da PlayStation®.

 

O PlayStation®First, tal como a iniciativa Prémios PlayStation®, é uma das áreas de atuação do programa PlayStation®Talents, que têm o objetivo de apoiar o desenvolvimento de videojogos, através de incentivos à formação, desde o ensino secundário ao universitário, e à apresentação de novos projetos ou através de parcerias com outras entidades da indústria dos videojogos.

Com a implementação do PlayStation®First, os estudantes do Instituto Politécnico de Leiria e da ETIC têm acesso às ferramentas oficiais de desenvolvimento de conteúdos para a PS4®. Contam também com a supervisão de profissionais da Sony Interactive Entertainment em várias áreas fundamentais como artes gráficas, desenvolvimento, marketing e negócio. 

O programa PlayStation®First chegou à Licenciatura em Jogos Digitais e Multimédia do Instituto Politécnico de Leiria no ano letivo 2015/2016. Para Nuno Fonseca, coordenador da licenciatura, “é fundamental formar profissionais de jogos para terem várias valências. Queremos que um aluno aprenda a criar jogos desde o mobile às consolas”. 

Inserida na unidade curricular de Projeto, do 2º e 3º anos do curso, a iniciativa da PlayStation® vem colmatar uma lacuna no ensino dos videojogos. “Neste momento, o PlayStation®First é o único programa ativo para o desenvolvimento de jogos para consolas. Não sabemos como vai ser a realidade das consolas daqui a uns anos, por isso para nós é muito importante apostar na formação de profissionais nesta área”.

Na ETIC, o programa vai arrancar, este ano letivo, para alunos do 2º ano do curso Higher National Diploma de Animação e Videojogos. Segundo o coordenador do curso, Ivan Barroso, “faltava um ecossistema de consolas em Portugal, cuja formação fosse aprovada oficialmente por uma grande marca. E temos essa procura no mercado. Há empresas nacionais a quererem contratar pessoas conhecedoras dos vários parâmetros de qualidade neste tipo de produções”.

“Queremos que os nossos alunos tenham formação em consolas, com vista a participarem também nas edições dos Prémios PlayStation®”, explica Ivan. Os alunos do curso da ETIC têm a oportunidade de fazer o 3º ano para universidades no Reino Unido, onde o programa PlayStation®First está igualmente implementado, para terminar a sua formação.

O PlayStation®First já funciona noutros países como o Reino Unido, Índia ou Austrália, e começa agora a dar os primeiros passos em Portugal. 

O programa PlayStation®Talents conta com cinco áreas de atuação distintas:

  • PlayStation®Futuros Talentos: uma iniciativa que tem como objetivo desenvolver o talento de jovens do ensino secundário através da geração de ideias para criar um videojogo.
  • PlayStation®First: um programa de apoio a instituições de ensino superior no desenvolvimento de videojogos, que já funciona noutros países como o Reino Unido, Índia ou Austrália. Este programa fomenta a formação universitária na área dos videojogos, oferecendo aos jovens oportunidades para criar conteúdos para as plataformas próprias da PlayStation®.
  • Prémios PlayStation®: esta iniciativa promove o desenvolvimento de videojogos de estúdios nacionais e arrancou em Portugal em novembro de 2015. Neste momento, o projeto vencedor da 1ª edição, Strikers Edge, está a ser desenvolvido para a PS4®.
  • Games Camp: na Factoría Cultural do Matadero de Madrid, numa incubadora de indústrias criativas, estão integradas cinco equipas às quais foram fornecidos kits de desenvolvimento para a PS4®, apoio técnico e legal e uma campanha de comunicação e marketing em meios próprios para apoiar o lançamento de cada jogo. O objetivo é publicar anualmente cinco títulos para a PS4®.
  • PlayStation®Alianças: nesta área a PlayStation® trabalha com estúdios de diferentes perfis e dimensões de forma a desenvolver jogos para a PS4®.

 

Mais informações sobre o programa PlayStation®First podem ser encontradas aqui.

Article source: http://wintech.pt/wintech-gaming/30-ps/22065-playstation-first-apoia-o-desenvolvimento-de-videojogos-no-ensino-superior-portugues

Paul Pogba è andato via dalla Juventus ormai da un mese, ma dalle parti di Torino ancora se ne parla. Secondo quanto riferisce ‘Tuttosport’ oggi, il presidente Andrea Agnelli e il dg Beppe Marotta, non volevano venderlo questa estate. Il progetto della dirigenza bianconera era quello di prolungargli il contratto di un altro anno aumentando anche lo stipendio. In questo modo, poi, avrebbero potuto venderlo nell’estate del 2017 ad un prezzo ancora superiore ai 110 milioni incassati dallo United.

Non avevano però fatto i conti con Mino Raiola, agente italo-olandese, che nel giro di un paio di settimane ha sparigliato le carte. Il procuratore di Pogba ha lavorato sottotraccia con il Manchester United, organizzando in ogni dettaglio il trasferimento più costoso della storia del calcio. A deludere soprattutto la Juventus e gli ex compagni, il fatto che durante questo periodo, il nazionale francese non abbia parlato con nessuno. Nemmeno con il tecnico Allegri. Se ne era andato in vacanza promettendo ai compagni di raggiungerli in ritiro, invece…

Pogba ha preferito lo United al Real

Addirittura, prima di lasciarlo partire, la dirigenza della Juventus ha preteso che il giocatore chiedesse espressamente la cessione. Così è stato, Pogba ha detto chiaramente “me ne voglio andare dalla Juve” ed è stato accontentato. Il retroscena è de L’Equipe. C’era anche un’offerta del Real Madrid, ma i Red Devils hanno offerto uno stipendio molto più alto rispetto a quello dei Blancos, ragion per cui la scelta dell’Inghilterra è stata semplice. Anche senza la Champions League.

Article source: http://jmania.it/retroscena-pogba-agnelli-marotta-2017/

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Article source: http://www.heraldnews.com/sports/20160808/noite-portuguesa-new-england-revolution-to-celebrate-portuguese-community-in-conjunction-with-saturdays-game

Move over, Florida alligators, there’s a new beast taking over the golf course.

Massive rodents known as capybaras have been all over the Olympic Golf Course in Rio de Janeiro since the Summer Games began, and they’re providing plenty of entertainment between shots. They’ve been seen sleeping in sand traps and walking all over the course, according to Mental Floss, and the players couldn’t help but stop and stare – and take the occasional picture – when these huge rodents come close.

The size of these rodents is astounding – they can grow to nearly two feet tall and weigh as much as 150 pounds, the National Post said. That’s just 30 pounds lighter than Bubba Watson, who is representing the United States in the golf event.

(MORE: Olympic Sailor Sickened, Blames Polluted Rio Water)

“They chew down on the grass at night,” Mark Johnson, PGA Tour director of international agronomy, told the National Post. “There are about 30 to 40 of them inside the course perimeter, but they live here and we play golf here, we co-exist.”

Found all over South America, capybaras prefer to live near water, Golf Digest said, and there’s plenty of that on the golf course that’s adjacent to the coastline. As a result, the International Olympic Committee assigned five handlers to patrol the course and deal with any animals that get too close to the golfers, Mental Floss said, but by all accounts, the capybaras have been friendly so far.

As with any golf course, there’s been a wide variety of animals found at the Olympic Golf Course. The National Post said golfers have spotted three-toed sloths, monkeys, boa constrictors and even a small crocodile out on the course.

Maybe sharing a few minutes of your round with a 150-pound rodent doesn’t seem so bad anymore.

MORE ON WEATHER.COM: Rio’s Diving Pool Turns Green Overnight

Article source: https://weather.com/science/nature/news/capybara-invasion-rio-olympics-golf




LOS ANGELES, Jan. 19, 2016 /PRNewswire/ — Faith-based film company Pure Flix Entertainment (Pure Flix) and Universal Pictures Home Entertainment (UPHE) announced today a long term, multi-year distribution services agreement.  Under the arrangement, UPHE will exclusively handle sales and distribution services for the Blu-ray, DVD, Electronic Sell-through and Video-on-Demand platforms of Pure Flix new release films as well as for its diverse catalog of titles across the U.S.  Pure Flix will oversee consumer marketing to support UPHE, and will continue to manage sales, marketing and distribution for the Christian Booksellers Association (CBA). The announcement was made today by Michael Scott, Partner, Pure Flix and John Morici, Managing Director – U.S. Canada, UPHE. 

The pact will begin with the home entertainment release of Woodlawn, starring Sean Astin, Sherry Shepherd, Nic Bishop, C. Thomas Howell, Caleb Castille, and Academy Award® winner Jon Voight, which is widely available today on Blu-ray, DVD, Digital HD and On Demand.  Also on deck in 2016 is the highly anticipated God’s Not Dead 2, starring Melissa Joan Hart, Jesse Metcalfe, David A.R. White, Hayley Orrantia, Ernie Hudson, Sadie Roberts, Robin Givens, Maria Canals-Barrera, and Fred Thompson, with special appearances by Pat Boone, Ray Wise, Governor Mike Huckabee, and Newsboys.

“We originally launched Pure Flix to connect relevant and entertaining Christ-centered storytelling with faith-based moviegoers,” says Scott.  “As our movies have found success, we’ve been blessed with a growing audience.  There is simply no better partner to help us serve the full potential of Pure Flix than Universal Pictures Home Entertainment.”

“Pure Flix is the premier leader in faith-based entertainment as evidenced by its decade-long success in the category,” added Morici. “Combining Universal’s world-class home entertainment distribution operation with Pure Flix’s robust catalog and ever-growing pipeline of high quality, specialty fare perfectly positions us for success in this well-defined market.”

About Pure Flix Entertainment

Founded in 2005 by Michael Scott, David A.R. White, Russell Wolfe and Elizabeth Travis, Pure Flix has become the largest Christian entertainment production and distribution studio in the world. Their recent theatrical successes include God’s Not DeadDo You Believe?, and Woodlawn. On April 1, 2016, Pure Flix will release nationwide to theaters the highly anticipated God’s Not Dead 2 starring Melissa Joan Hart, Jesse Metcalfe, David A.R. White, Hayley Orrantia, Ernie Hudson, Sadie Robertson, Robin Givens, Fred Thompson, Maria Canals-Barrera, with Pat Boone and Ray Wise, and special appearance by Newsboys. Pure Flix also provides an online streaming service delivering over 3000 faith-based and family films, TV shows and educational programming for the whole family. With offices in Los Angeles and Scottsdale, Pure Flix has produced, acquired, marketed and distributed nearly 100 faith and family-friendly properties.  Their official web site is http://www.pureflixentertainment.com.

About Universal Pictures Home Entertainment

Universal Pictures Home Entertainment (UPHE) is a unit of Universal Pictures, a division of Universal Studios (www.universalstudios.com).  Universal Studios is part of NBCUniversal.  NBCUniversal is one of the world’s leading media and entertainment companies in the development, production and marketing of entertainment, news and information to a global audience.  NBCUniversal owns and operates a valuable portfolio of news and entertainment networks, a premier motion picture company, significant television production operations, a leading television stations group and world-renowned theme parks. NBCUniversal is a subsidiary of Comcast Corporation.

Contacts:

Universal Pictures Home Entertainment
Lea Porteneuve
(818) 777-1391
lea.porteneuve@nbcuni.com

 

SOURCE Universal Pictures Home Entertainment

Article source: http://www.prnewswire.com/news-releases/pure-flix-entertainment--universal-pictures-home-entertainment-enter-into-long-term-multi-year-distribution-agreement-300204775.html

Já está nas salas portuguesas o mais recente filme de Clint Eastwood, Milagre no Rio Hudson. Outra história americana e com base real, como gosta o realizador. Um homem que preza, sobretudo, a individualidade e nunca se furtou a polémicas – a mais recente surgiu depois de uma entrevista em que parecia estar próximo de algumas ideias do candidato Donald Trump. Usando a linguagem cinematográfica, pelos flashbacks vamos dar ao close up, mais fascinante ainda se pensarmos na longevidade do protagonista. Destes, já não há mais.

Dos últimos doze filmes que dirigiu, num total que já perfaz 35 longas-metragens, Clint Eastwood só deu a cara (como ator, entenda-se) em dois. Precisamente aqueles em que o seu rosto – que cada vez mais parece talhado a canivete, anguloso, duro e determinado como algumas faces do realismo socialista, mais adequado a um sobrevivente das invernias do interior ou do Norte dos Estados Unidos do que a um nativo da soalheira Califórnia (ele nasceu em São Francisco, a 31 de maio de 1930) – não podia faltar: Million Dollar BabySonhos Vencidos e Gran Torino. No primeiro, que valeu Óscares de representação a Hillary Swank e a Morgan Freeman, cabendo ao próprio Eastwood o de realização, além do prémio reservado ao melhor filme, ele é Frankie Dunn, um treinador de boxe que, passados os anos de glória, volta a entusiasmar-se com uma mocita tão franzina como teimosa, que não olha a sacrifícios para chegar ao topo. No segundo encarna Walt Kowalski, um empedernido veterano de guerra que, em nome de princípios e de valores, acaba por transformar-se num defensor, ou protetor, dos seus vizinhos asiáticos, pelos quais não esconde, inicialmente, algum desprezo, para não irmos mais longe. A evolução narrativa de Gran Torino serve, de resto, ao cineasta para sublinhar o sentimento e a atitude que mais afirma detestar: a ideia e a prática do racismo.

Fica bem expresso, neste progressivo afastamento da função de representar, um dos paralelos de Eastwood com outro octogenário hiperativo do melhor cinema norte-americano, Woody Allen. Mas o que pode unir um judeu nova-iorquino e liberal a um californiano que, em sucessivas ocasiões, se identificou com o ideário republicano, chegando a apoiar publicamente Eisenhower, Nixon (duas vezes), Reagan e o derrotado John McCain (adversário de Obama)? É preciso manter esta aproximação a um nível estritamente profissional, se descontarmos uma caraterística comum de não-alinhados com os modos e as modas da indústria que provoca em ambos uma evidente desconfiança e, até, algumas críticas diretas. Eastwood e Allen, um com um filme agora estreado em Portugal, o outro com «notícias frescas» agendadas para 20 de outubro (data em que chegará Café Society), parecem ter chegado a uma fase em que, reconhecendo as limitações associadas à idade, decidiram interromper aquele saltitar constante entre realizar e representar, optando pela circunscrição ao papel de regentes. O que não os impede de uma ou outra aventura diante das câmaras: Eastwood encabeçou o elenco de As Voltas da Vida, filme de Robert Lorenz em torno do baseball, juntando-se a Amy Adams, John Goodman e Justin Timberlake; Allen deu a mão a John Turturro, realizador – e ator – de Quase Gigolo, com um cartaz feminino de sonho(s), a reunir Sharon Stone, Sofia Vergara e Vanessa Paradis. Mas, insiste-se, ambos parecem agora focados na realização.

Tanto Eastwood como Allen prosseguem uma busca sistemática por novas colaborações, variando enormemente os elencos que dirigem. Allen recorre às suas musas – Louise Lasser, Diane Keaton, Mia Farrow e, mais recentemente, Scarlett Johansson e Emma Stone –, mas já dirigiu meio mundo. Além disso, quando não participa em carne e osso atribui inúmeras vezes ao ator principal masculino, seja Edward Norton, Kenneth Branagh, Larry David, Jason Biggs, Owen Wilson ou Steve Carell uma figura… à Woody Allen. Eastwood não partilha isso. É verdade que convocou várias vezes para o seu naipe de atores Sondra Locke, com quem, à época, partilhava casa e cama. Repetiu alguns nomes em papeís secundários, como Verna Bloom, Sam Bottoms, Pat Hingle, Diane Venora e Marcia Gay Harden. Mas o caso de Laura Linney, com quem rodou três filmes, é uma exceção. De resto, só depois de Bird – O Fim do Sonho, uma tangente à biografia do saxofonista Charlie Parker, é que Clint começou a ter direito aos ases de trunfo, se excetuarmos uma experiência com William Holden, na década de 1970. Quando começou, não parou mais: Forest Whitaker, Raul Julia, Richard Harris, Kevin Costner, Laura Dern, Meryl Streep, Ed Harris, Scott Glenn, Judy Davis, John Cusack, Kevin Spacey, Jude Law, James Woods, Tommy Lee Jones, Donald Sutherland, James Garner, Jeff Daniels, Anjelica Huston, Sean Penn, Tim Robbins, Kevin Bacon, Laurence Fishburne, Hillary Swank, Ryan Philippe, Angelina Jolie, John Malkovich, Leonardo Di Caprio, Naomi Watts, Judi Dench, Christopher Walken, Bradley Cooper e, agora, Tom Hanks, já todos lhe passaram pelas mãos. Gene Hackman e Matt Damon, duas vezes cada um. E, à frente da lista, Morgan Freeman, o seu fiel escudeiro em Imperdoável e Million Dollar Baby, o inesquecível Nelson Mandela de Invictus.

Para os adeptos da história e da estatística, convirá acrescentar que, só no setor reservado aos atores, os filmes de Eastwood já renderam quinze nomeações para os Globos de Ouro, incluindo quatro triunfos.

Quanto aos Óscares, são treze as nomeações e cinco as estatuetas recolhidas por cinco atores: Gene Hackman (Imperdoável), Sean Penn, Tim Robbins (ambos em Mystic River), Hillary Swank e Morgan Freeman (Million Dollar Baby). Claro que ainda hoje andamos à procura de resposta à altura para o facto de Meryl Streep (As Pontes de Madison County) e de Angelina Jolie (A Troca) terem acabado preteridas. Mas, como se sabe, os Óscares não são uma ciência exata. Nem justa, tantas vezes.

Com o passar dos anos, Eastwood teimou em surpreender. O homem que ganhou notoriedade numa trilogia de westerns que trocou as planícies americanas pelos cenários naturais da Andaluzia e dos arredores de Madrid, a que se juntaram os estúdios da Cinecittà, em Roma, cresceu à medida da sua altura (1,93 metros) para escapar sempre às enxurradas da moda e assinar os seus filmes contra as marés dominantes. Tinham passado quase vinte anos sobre o lançamento de O Bom, o Mau e o Vilão, capítulo final da trindade aberta com Por Um Punhado de Dólares e prosseguida com Por mais Uns Dólares – em que Eastwood deixou escapar um raro sinal de misticismo ou superstição, quando se recusou a lavar o poncho que o aconchegou nas três rodagens –, quando decidiu rasgar a certidão de óbito que os entendidos tinham selado sobre o defunto western, arriscando um espantoso Justiceiro Solitário, capaz de ressuscitar o pistoleiro de passado atribulado, com um pessoalíssino sentido de justiça e invariavelmente implacável na respetiva aplicação, à lei da bala, sempre que necessário.

Teimoso como só ele, roçaria a perfeição do género, de novo, em 1992, com um clássico imediato chamado Imperdoável. Aliás, por mais voltas que se ensaiem, são evidentes os elementos de western que se espalham – com mais respeito pelos acontecimentos do que pela interpretação restritiva das cronologias – por Um Mundo Perfeito (filme subvalorizado, com Kevin Costner num dos seus melhores momentos), por Mystic River, por Gran Torino: os ajustes de contas, as figurações da lealdade, as perseguições, a definição de linhas entre fortes e fracos (mais do que entre «bons» e «maus»), as múltiplas dimensões das personagens, a sistemática procura por lugares de respiração, as reticências contínuas face ao que alguns consideram «o progresso». As mentes mais abertas ainda poderão incluir aqui o divertido Space Cowboys, em que Eastwood se junta a uma impagável pandilha formada por Tommy Lee Jones, Donald Sutherland e James Garner que, mais do que astronautas da Terceira Idade, são autênticos cowboys do espaço (como o título indica), mais dados à aventura e às transgressões do que às regras e à disciplina mecânica e automática. Mas que, ainda assim, nunca perdem de vista o sentido de missão.

Clint Eastwood tem uma base filosófica ou estética para este apreço denunciado pelo western. «Quem quiser acabar com o western deve ter consciência de que está a matar uma das poucas manifestações genuínas da cultura americana», diz ele. «Muitos dos nossos filmes, por muito bons que sejam, e alguns são, refletem uma enorme influência europeia. Já o western é incontestavelmente nosso, que até conseguimos exportá-lo, pelo menos durante algum tempo. Mas é tão original e tão próprio como são, se passarmos para o universo da música, o jazz ou os blues

A música é um dos grandes interesses de Eastwood. Haverá quem não saiba que o homem que tantas vezes empunhou – e com particular destreza, sem parcimónias – a pistola Smith Wesson Model 29, prolongamento «natural» da mão do inspetor Harry Callahan (esse, o do célebre desafio «go ahead, make my day»), é doutor honoris causa da famosa escola de música de Berklee.

Eastwood compôs algumas das bandas sonoras mais expressivas dos seus filmes, com destaque para Mystic River, Million Dollar Baby e A Troca (as duas últimas foram até nomeadas nos Globos de Ouro da respetiva categoria).

Esta vocação foi passada a um dos seus filhos, Kyle, hoje um contrabaixista e compositor de renome, enquanto o pai continua a preferir o piano, e dirige inclusivamente um selo discográfico subsidiário da Warner Brothers, chamado Malpaso Records, que edita a música dos seus filmes. Eastwood, que tem discos editados (com destaque para Eastwood After Hours, gravado ao vivo no Carnegie Hall, que inclui algumas canções clássicas americanas, como The First Time Ever I Saw Your Face ou These Foolish Things, e extratos das suas obras para filmes), deslocou a sua atenção da country music para o jazz. Isso ajudará a explicar a sua inesperada abordagem, em 1988, à vida e à obra de Charlie Parker, no sublime Bird, e a perceber a desenvoltura com que, uma quarto de século depois, dirigiu Jersey Boys, que mostra a ascensão no panorama musical de Frankie Valli e dos Four Seasons.

A diversidade dos temas cobertos pelo currículo do cineasta ajuda a reforçar uma das suas regras profissionais: a recusa de submeter os seus filmes ao escrutínio prévio de grupos escolhidos pelos estúdios. Nunca o fez, em 45 anos de atividade. Por isto: «Penso que é uma prática que se torna redutora, uma vez que os realizadores, ouvidos esses grupos, tendem a fazer alterações nas obras. O que significa que acabam por moldá-las a um determinado grupo, seja ele social, político ou etário. Ora, eu gosto de viver na ilusão de que faço filmes para toda a gente, por mais diversas que se revelem as interpretações…»

Outra peculiaridade de Eastwood: ao contrário do que parece ser o hábito da maioria dos seus colegas, dispensa os gritos de «ação», para iniciar a filmagem de uma cena, e de «corta», para a terminar. Fica-se por um prosaico e económico OK…

Gosta de cumprir os planos de rodagem, o que o leva a ser considerado um dos campeões no rigor orçamental. E prefere atores com pouca maquilhagem, para acentuar a naturalidade. Fã de filmes clássicos como Os 39 Degraus (Hitchcock), O Vale Era Verde (Ford), Sargento York (Hawks) e Consciências Mortas (Wellman), confessou ter moldado a sua forma de representar nos estilos de quatro homens dos anos de ouro: Gary Cooper, Humphrey Bogart, Robert Mitchum e James Stewart.

Funciona como «agência de emprego» para a família, que não é pequena. Alegadamente, tem oito filhos – o «alegadamente» nasce da circunstância de ainda não ter reconhecido um deles – de seis mulheres. E só foi casado duas vezes… Namorou, nos intervalos das suas ligações mais prolongadas (ou nem tanto assim), algumas parceiras de profissão, como a francesa Catherine Deneuve, a sueca Inger Stevens e as compatriotas Jean Seberg, Jill Banner e Susan Saint-James. A segunda mulher – de papel passado, entenda-se, de quem se divorciou em 2014 –, Dina Eastwood, foi chamada a um pequeno papel de repórter em Blood Work – Dívida de Sangue. Nada de novo para ela, que era jornalista e pivot de uma TV californiana , antes de se casar. Quanto aos filhos, o desfile impressiona: Kimber participou em Poder Absoluto; Kyle andou por Bronco Billy, O Aventureiro e A Última Canção, por exemplo; Alison, a que tem uma carreira mais sólida, marcou presença destacada em Um Agente na Corda Bamba e Meia-Noite no Jardim do Bem e do Mal; Scott integrou os elencos de Gran Torino e de Invictus; Kathryn surge em Jersey Boys; Francesca teve a primeira oportunidade em Um Crime Real; por fim (convém recordar o oitavo passageiro, ainda sem reconhecimento paterno), Morgan pode ser vista em Million Dollar Baby.

Falta abordar a política, para fechar o retrato sumário. Não vale a pena atirar Clint Eastwood para o mesmo saco, fundo e escuro, onde podem morar Richard Wagner e Louis-Ferdinand Céline, agentes da grande arte mas acusados de opções inaceitáveis de antissemitismo. O realizador de O Sargento de Ferro é outra loiça: andou sempre mais próximo dos republicanos norte-americanos – já atrás se registou o seu apoio a três presidentes e a um candidato derrotado – mas recusou, de forma expressa e pública, pôr-se ao lado de George Bush. O pai, quanto mais o filho…

Define-se como um individualista libertário, embirrando sempre com os democratas, que lhe parecem mais próximos da tentativa de controlar a iniciativa e de ditar a forma de os cidadãos se comportarem, no seu país.

Gosta, assumidamente, do «vive e deixa viver», o que parece condizer com um liberalismo radical. As particularidades começam a notar-se quando se sabe que Eastwood apoiou os movimentos pró-escolha na questão do aborto, que é um defensor reconhecido do casamento entre pessoas do mesmo sexo e que, ao contrário de muitos dos que parecem estar na mesma trincheira que ele, advoga a necessidade de uma lei que regule («minimamente») o acesso às armas e a respetiva posse, afastando-se drasticamente das propostas da National Rifle Association (a que esteve ligado um outro homem do cinema, Charlton Heston) e sugerindo «o registo obrigatório de todas as armas e a proibição da venda através da internet.

Quanto à política externa, as suas posições também não primam pela meiguice: condena frontalmente o envolvimento norte-americano em todas as guerras desde a da Coreia à do Iraque, sem esquecer a do Vietname e a do Afeganistão. Isto porque entende que os Estados Unidos não devem manter o «estatuto» de polícias do mundo, algo que considera estar mais próximo de um complexo do que de uma qualidade. Para quem começou a vida profissional como nadador-salvador e instrutor de natação no Exército, já depois de ter sido empregado numa mercearia, guarda-florestal no combate aos fogos e caddy de golfe.

Apoiou Arnold Schwarzenegger quando este foi eleito governador da Califórnia. Foi eleito maior da pequena cidade de Carmel-by-the-Sea, na península de Monterey, através de uma candidatura independente (e não republicana) e auferindo um salário mensal de cerca de trezentos dólares. O mandato durou dois anos, mas foi suficiente para que Eastwood ficasse conhecido como um paladino dos pequenos comerciantes e da defesa do ambiente, devendo-se-lhe a construção de um anexo para a biblioteca municipal, de casas de banho públicas, de acessos pedonais à praia e de um parque de estacionamento para turistas.

E a polémica entrevista à Esquire, no passado mês de agosto? E Donald Trump? Faça-se fé nos esclarecimentos que se seguiram às notícias iniciais: «Perceber de onde vem» o candidato republicano não significa apoiá-lo, de forma convicta e entusiasmada. Ora o cineasta já afirmou que não vai apoiar o magnata, mas que não embarca nas «campanhas de ódio» com que muitos estão a tentar responder aos «disparates» de Trump. Não se coibiu, no entanto, de acrescentar que, entre este e Hillary Clinton, acabará por votar no republicano, que não precisou, ao contrário da antiga secretária de Estado e primeira-dama, da política para enriquecer. «Eu perdi dinheiro para fazer política. E estou certo de que, com um homem como Ronald Reagan, aconteceu exatamente o mesmo.» Conclusão: a cada um a sua, claro.

Mas fica a ideia de que não é só o cinema de Clint Eastwood que precisa de um lugar próprio – o último dos duros, em pessoa, também não vai em grupos.

*João Gobern começou a escrever em jornais e revistas em 1978. Passou por vários títulos (A Capital, Se7e, O Independente, Visão, Focus e Sábado). Passou por várias secções, mas sempre privilegiou a de cultura e espectáculos, em especial nas áreas de música, cinema e literatura. Freelancer desde 2005, colabora na Antena 1, na RTP e no Diário de Notícias.




Article source: http://www.noticiasmagazine.pt/2016/clint-eastwood/

Já está nas salas portuguesas o mais recente filme de Clint Eastwood, Milagre no Rio Hudson. Outra história americana e com base real, como gosta o realizador. Um homem que preza, sobretudo, a individualidade e nunca se furtou a polémicas – a mais recente surgiu depois de uma entrevista em que parecia estar próximo de algumas ideias do candidato Donald Trump. Usando a linguagem cinematográfica, pelos flashbacks vamos dar ao close up, mais fascinante ainda se pensarmos na longevidade do protagonista. Destes, já não há mais.

Dos últimos doze filmes que dirigiu, num total que já perfaz 35 longas-metragens, Clint Eastwood só deu a cara (como ator, entenda-se) em dois. Precisamente aqueles em que o seu rosto – que cada vez mais parece talhado a canivete, anguloso, duro e determinado como algumas faces do realismo socialista, mais adequado a um sobrevivente das invernias do interior ou do Norte dos Estados Unidos do que a um nativo da soalheira Califórnia (ele nasceu em São Francisco, a 31 de maio de 1930) – não podia faltar: Million Dollar BabySonhos Vencidos e Gran Torino. No primeiro, que valeu Óscares de representação a Hillary Swank e a Morgan Freeman, cabendo ao próprio Eastwood o de realização, além do prémio reservado ao melhor filme, ele é Frankie Dunn, um treinador de boxe que, passados os anos de glória, volta a entusiasmar-se com uma mocita tão franzina como teimosa, que não olha a sacrifícios para chegar ao topo. No segundo encarna Walt Kowalski, um empedernido veterano de guerra que, em nome de princípios e de valores, acaba por transformar-se num defensor, ou protetor, dos seus vizinhos asiáticos, pelos quais não esconde, inicialmente, algum desprezo, para não irmos mais longe. A evolução narrativa de Gran Torino serve, de resto, ao cineasta para sublinhar o sentimento e a atitude que mais afirma detestar: a ideia e a prática do racismo.

Fica bem expresso, neste progressivo afastamento da função de representar, um dos paralelos de Eastwood com outro octogenário hiperativo do melhor cinema norte-americano, Woody Allen. Mas o que pode unir um judeu nova-iorquino e liberal a um californiano que, em sucessivas ocasiões, se identificou com o ideário republicano, chegando a apoiar publicamente Eisenhower, Nixon (duas vezes), Reagan e o derrotado John McCain (adversário de Obama)? É preciso manter esta aproximação a um nível estritamente profissional, se descontarmos uma caraterística comum de não-alinhados com os modos e as modas da indústria que provoca em ambos uma evidente desconfiança e, até, algumas críticas diretas. Eastwood e Allen, um com um filme agora estreado em Portugal, o outro com «notícias frescas» agendadas para 20 de outubro (data em que chegará Café Society), parecem ter chegado a uma fase em que, reconhecendo as limitações associadas à idade, decidiram interromper aquele saltitar constante entre realizar e representar, optando pela circunscrição ao papel de regentes. O que não os impede de uma ou outra aventura diante das câmaras: Eastwood encabeçou o elenco de As Voltas da Vida, filme de Robert Lorenz em torno do baseball, juntando-se a Amy Adams, John Goodman e Justin Timberlake; Allen deu a mão a John Turturro, realizador – e ator – de Quase Gigolo, com um cartaz feminino de sonho(s), a reunir Sharon Stone, Sofia Vergara e Vanessa Paradis. Mas, insiste-se, ambos parecem agora focados na realização.

Tanto Eastwood como Allen prosseguem uma busca sistemática por novas colaborações, variando enormemente os elencos que dirigem. Allen recorre às suas musas – Louise Lasser, Diane Keaton, Mia Farrow e, mais recentemente, Scarlett Johansson e Emma Stone –, mas já dirigiu meio mundo. Além disso, quando não participa em carne e osso atribui inúmeras vezes ao ator principal masculino, seja Edward Norton, Kenneth Branagh, Larry David, Jason Biggs, Owen Wilson ou Steve Carell uma figura… à Woody Allen. Eastwood não partilha isso. É verdade que convocou várias vezes para o seu naipe de atores Sondra Locke, com quem, à época, partilhava casa e cama. Repetiu alguns nomes em papeís secundários, como Verna Bloom, Sam Bottoms, Pat Hingle, Diane Venora e Marcia Gay Harden. Mas o caso de Laura Linney, com quem rodou três filmes, é uma exceção. De resto, só depois de Bird – O Fim do Sonho, uma tangente à biografia do saxofonista Charlie Parker, é que Clint começou a ter direito aos ases de trunfo, se excetuarmos uma experiência com William Holden, na década de 1970. Quando começou, não parou mais: Forest Whitaker, Raul Julia, Richard Harris, Kevin Costner, Laura Dern, Meryl Streep, Ed Harris, Scott Glenn, Judy Davis, John Cusack, Kevin Spacey, Jude Law, James Woods, Tommy Lee Jones, Donald Sutherland, James Garner, Jeff Daniels, Anjelica Huston, Sean Penn, Tim Robbins, Kevin Bacon, Laurence Fishburne, Hillary Swank, Ryan Philippe, Angelina Jolie, John Malkovich, Leonardo Di Caprio, Naomi Watts, Judi Dench, Christopher Walken, Bradley Cooper e, agora, Tom Hanks, já todos lhe passaram pelas mãos. Gene Hackman e Matt Damon, duas vezes cada um. E, à frente da lista, Morgan Freeman, o seu fiel escudeiro em Imperdoável e Million Dollar Baby, o inesquecível Nelson Mandela de Invictus.

Para os adeptos da história e da estatística, convirá acrescentar que, só no setor reservado aos atores, os filmes de Eastwood já renderam quinze nomeações para os Globos de Ouro, incluindo quatro triunfos.

Quanto aos Óscares, são treze as nomeações e cinco as estatuetas recolhidas por cinco atores: Gene Hackman (Imperdoável), Sean Penn, Tim Robbins (ambos em Mystic River), Hillary Swank e Morgan Freeman (Million Dollar Baby). Claro que ainda hoje andamos à procura de resposta à altura para o facto de Meryl Streep (As Pontes de Madison County) e de Angelina Jolie (A Troca) terem acabado preteridas. Mas, como se sabe, os Óscares não são uma ciência exata. Nem justa, tantas vezes.

Com o passar dos anos, Eastwood teimou em surpreender. O homem que ganhou notoriedade numa trilogia de westerns que trocou as planícies americanas pelos cenários naturais da Andaluzia e dos arredores de Madrid, a que se juntaram os estúdios da Cinecittà, em Roma, cresceu à medida da sua altura (1,93 metros) para escapar sempre às enxurradas da moda e assinar os seus filmes contra as marés dominantes. Tinham passado quase vinte anos sobre o lançamento de O Bom, o Mau e o Vilão, capítulo final da trindade aberta com Por Um Punhado de Dólares e prosseguida com Por mais Uns Dólares – em que Eastwood deixou escapar um raro sinal de misticismo ou superstição, quando se recusou a lavar o poncho que o aconchegou nas três rodagens –, quando decidiu rasgar a certidão de óbito que os entendidos tinham selado sobre o defunto western, arriscando um espantoso Justiceiro Solitário, capaz de ressuscitar o pistoleiro de passado atribulado, com um pessoalíssino sentido de justiça e invariavelmente implacável na respetiva aplicação, à lei da bala, sempre que necessário.

Teimoso como só ele, roçaria a perfeição do género, de novo, em 1992, com um clássico imediato chamado Imperdoável. Aliás, por mais voltas que se ensaiem, são evidentes os elementos de western que se espalham – com mais respeito pelos acontecimentos do que pela interpretação restritiva das cronologias – por Um Mundo Perfeito (filme subvalorizado, com Kevin Costner num dos seus melhores momentos), por Mystic River, por Gran Torino: os ajustes de contas, as figurações da lealdade, as perseguições, a definição de linhas entre fortes e fracos (mais do que entre «bons» e «maus»), as múltiplas dimensões das personagens, a sistemática procura por lugares de respiração, as reticências contínuas face ao que alguns consideram «o progresso». As mentes mais abertas ainda poderão incluir aqui o divertido Space Cowboys, em que Eastwood se junta a uma impagável pandilha formada por Tommy Lee Jones, Donald Sutherland e James Garner que, mais do que astronautas da Terceira Idade, são autênticos cowboys do espaço (como o título indica), mais dados à aventura e às transgressões do que às regras e à disciplina mecânica e automática. Mas que, ainda assim, nunca perdem de vista o sentido de missão.

Clint Eastwood tem uma base filosófica ou estética para este apreço denunciado pelo western. «Quem quiser acabar com o western deve ter consciência de que está a matar uma das poucas manifestações genuínas da cultura americana», diz ele. «Muitos dos nossos filmes, por muito bons que sejam, e alguns são, refletem uma enorme influência europeia. Já o western é incontestavelmente nosso, que até conseguimos exportá-lo, pelo menos durante algum tempo. Mas é tão original e tão próprio como são, se passarmos para o universo da música, o jazz ou os blues

A música é um dos grandes interesses de Eastwood. Haverá quem não saiba que o homem que tantas vezes empunhou – e com particular destreza, sem parcimónias – a pistola Smith Wesson Model 29, prolongamento «natural» da mão do inspetor Harry Callahan (esse, o do célebre desafio «go ahead, make my day»), é doutor honoris causa da famosa escola de música de Berklee.

Eastwood compôs algumas das bandas sonoras mais expressivas dos seus filmes, com destaque para Mystic River, Million Dollar Baby e A Troca (as duas últimas foram até nomeadas nos Globos de Ouro da respetiva categoria).

Esta vocação foi passada a um dos seus filhos, Kyle, hoje um contrabaixista e compositor de renome, enquanto o pai continua a preferir o piano, e dirige inclusivamente um selo discográfico subsidiário da Warner Brothers, chamado Malpaso Records, que edita a música dos seus filmes. Eastwood, que tem discos editados (com destaque para Eastwood After Hours, gravado ao vivo no Carnegie Hall, que inclui algumas canções clássicas americanas, como The First Time Ever I Saw Your Face ou These Foolish Things, e extratos das suas obras para filmes), deslocou a sua atenção da country music para o jazz. Isso ajudará a explicar a sua inesperada abordagem, em 1988, à vida e à obra de Charlie Parker, no sublime Bird, e a perceber a desenvoltura com que, uma quarto de século depois, dirigiu Jersey Boys, que mostra a ascensão no panorama musical de Frankie Valli e dos Four Seasons.

A diversidade dos temas cobertos pelo currículo do cineasta ajuda a reforçar uma das suas regras profissionais: a recusa de submeter os seus filmes ao escrutínio prévio de grupos escolhidos pelos estúdios. Nunca o fez, em 45 anos de atividade. Por isto: «Penso que é uma prática que se torna redutora, uma vez que os realizadores, ouvidos esses grupos, tendem a fazer alterações nas obras. O que significa que acabam por moldá-las a um determinado grupo, seja ele social, político ou etário. Ora, eu gosto de viver na ilusão de que faço filmes para toda a gente, por mais diversas que se revelem as interpretações…»

Outra peculiaridade de Eastwood: ao contrário do que parece ser o hábito da maioria dos seus colegas, dispensa os gritos de «ação», para iniciar a filmagem de uma cena, e de «corta», para a terminar. Fica-se por um prosaico e económico OK…

Gosta de cumprir os planos de rodagem, o que o leva a ser considerado um dos campeões no rigor orçamental. E prefere atores com pouca maquilhagem, para acentuar a naturalidade. Fã de filmes clássicos como Os 39 Degraus (Hitchcock), O Vale Era Verde (Ford), Sargento York (Hawks) e Consciências Mortas (Wellman), confessou ter moldado a sua forma de representar nos estilos de quatro homens dos anos de ouro: Gary Cooper, Humphrey Bogart, Robert Mitchum e James Stewart.

Funciona como «agência de emprego» para a família, que não é pequena. Alegadamente, tem oito filhos – o «alegadamente» nasce da circunstância de ainda não ter reconhecido um deles – de seis mulheres. E só foi casado duas vezes… Namorou, nos intervalos das suas ligações mais prolongadas (ou nem tanto assim), algumas parceiras de profissão, como a francesa Catherine Deneuve, a sueca Inger Stevens e as compatriotas Jean Seberg, Jill Banner e Susan Saint-James. A segunda mulher – de papel passado, entenda-se, de quem se divorciou em 2014 –, Dina Eastwood, foi chamada a um pequeno papel de repórter em Blood Work – Dívida de Sangue. Nada de novo para ela, que era jornalista e pivot de uma TV californiana , antes de se casar. Quanto aos filhos, o desfile impressiona: Kimber participou em Poder Absoluto; Kyle andou por Bronco Billy, O Aventureiro e A Última Canção, por exemplo; Alison, a que tem uma carreira mais sólida, marcou presença destacada em Um Agente na Corda Bamba e Meia-Noite no Jardim do Bem e do Mal; Scott integrou os elencos de Gran Torino e de Invictus; Kathryn surge em Jersey Boys; Francesca teve a primeira oportunidade em Um Crime Real; por fim (convém recordar o oitavo passageiro, ainda sem reconhecimento paterno), Morgan pode ser vista em Million Dollar Baby.

Falta abordar a política, para fechar o retrato sumário. Não vale a pena atirar Clint Eastwood para o mesmo saco, fundo e escuro, onde podem morar Richard Wagner e Louis-Ferdinand Céline, agentes da grande arte mas acusados de opções inaceitáveis de antissemitismo. O realizador de O Sargento de Ferro é outra loiça: andou sempre mais próximo dos republicanos norte-americanos – já atrás se registou o seu apoio a três presidentes e a um candidato derrotado – mas recusou, de forma expressa e pública, pôr-se ao lado de George Bush. O pai, quanto mais o filho…

Define-se como um individualista libertário, embirrando sempre com os democratas, que lhe parecem mais próximos da tentativa de controlar a iniciativa e de ditar a forma de os cidadãos se comportarem, no seu país.

Gosta, assumidamente, do «vive e deixa viver», o que parece condizer com um liberalismo radical. As particularidades começam a notar-se quando se sabe que Eastwood apoiou os movimentos pró-escolha na questão do aborto, que é um defensor reconhecido do casamento entre pessoas do mesmo sexo e que, ao contrário de muitos dos que parecem estar na mesma trincheira que ele, advoga a necessidade de uma lei que regule («minimamente») o acesso às armas e a respetiva posse, afastando-se drasticamente das propostas da National Rifle Association (a que esteve ligado um outro homem do cinema, Charlton Heston) e sugerindo «o registo obrigatório de todas as armas e a proibição da venda através da internet.

Quanto à política externa, as suas posições também não primam pela meiguice: condena frontalmente o envolvimento norte-americano em todas as guerras desde a da Coreia à do Iraque, sem esquecer a do Vietname e a do Afeganistão. Isto porque entende que os Estados Unidos não devem manter o «estatuto» de polícias do mundo, algo que considera estar mais próximo de um complexo do que de uma qualidade. Para quem começou a vida profissional como nadador-salvador e instrutor de natação no Exército, já depois de ter sido empregado numa mercearia, guarda-florestal no combate aos fogos e caddy de golfe.

Apoiou Arnold Schwarzenegger quando este foi eleito governador da Califórnia. Foi eleito maior da pequena cidade de Carmel-by-the-Sea, na península de Monterey, através de uma candidatura independente (e não republicana) e auferindo um salário mensal de cerca de trezentos dólares. O mandato durou dois anos, mas foi suficiente para que Eastwood ficasse conhecido como um paladino dos pequenos comerciantes e da defesa do ambiente, devendo-se-lhe a construção de um anexo para a biblioteca municipal, de casas de banho públicas, de acessos pedonais à praia e de um parque de estacionamento para turistas.

E a polémica entrevista à Esquire, no passado mês de agosto? E Donald Trump? Faça-se fé nos esclarecimentos que se seguiram às notícias iniciais: «Perceber de onde vem» o candidato republicano não significa apoiá-lo, de forma convicta e entusiasmada. Ora o cineasta já afirmou que não vai apoiar o magnata, mas que não embarca nas «campanhas de ódio» com que muitos estão a tentar responder aos «disparates» de Trump. Não se coibiu, no entanto, de acrescentar que, entre este e Hillary Clinton, acabará por votar no republicano, que não precisou, ao contrário da antiga secretária de Estado e primeira-dama, da política para enriquecer. «Eu perdi dinheiro para fazer política. E estou certo de que, com um homem como Ronald Reagan, aconteceu exatamente o mesmo.» Conclusão: a cada um a sua, claro.

Mas fica a ideia de que não é só o cinema de Clint Eastwood que precisa de um lugar próprio – o último dos duros, em pessoa, também não vai em grupos.

*João Gobern começou a escrever em jornais e revistas em 1978. Passou por vários títulos (A Capital, Se7e, O Independente, Visão, Focus e Sábado). Passou por várias secções, mas sempre privilegiou a de cultura e espectáculos, em especial nas áreas de música, cinema e literatura. Freelancer desde 2005, colabora na Antena 1, na RTP e no Diário de Notícias.




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