bazil 3

Subscrever

A vida continua

“Quando o dia começou, a rua estava quase deserta. Lentamente, as pessoas começaram a aparecer. A pouco e pouco voltaremos à normalidade”, conta ao DN Miguel, um dos responsáveis pelo primeiro quiosque das Ramblas, logo à saída da estação de metro da Catalunha, onde os terroristas iniciaram o seu rasto de violência. “Medo? Não tenho nenhum. Trabalho aqui há mais de 20 anos e vou continuar a vir todos os dias”, atira, com uma naturalidade quase desafiadora, reservando poucas palavras para descrever “o grande susto” que testemunhou. Ainda é cedo para avaliar o impacto do atentado no seu negócio e “só o futuro dirá” se haverá consequências. Um dia volvido e as receitas já se ressentiram, mas Miguel sabe que “não é um dia normal”. Nesta altura, os turistas parecem mais interessados no aparato que os rodeia do que em comprar uma lembrança de Barcelona.

Por entre a multidão que se acercava do quiosque, esquivando-se dos planos das dezenas de jornalistas que se desdobravam em diretos de televisão, ouvimos um casal falar português. “Estamos em Barcelona há quatro dias e já tínhamos passado por aqui, mas quisemos voltar para prestarmos também a nossa homenagem. Estar perto de um acontecimento destes faz-nos pensar, mas não podemos mostrar medo”, explica Rui Silva, que tinha aproveitado o dia da tragédia para visitar um parque de diversões com a namorada.

Como estes portugueses, muitos outros turistas acorreram às Ramblas durante a tarde de ontem, em sinal de manifestação ou de apenas curiosidade, mostrando que não se deixam vencer pelo medo. “Sou de Berlim e vivi de perto o atentado do ano passado. Por isso, fiz questão de vir aqui para demonstrar a minha solidariedade com os espanhóis. Não nos podemos deixar derrotar por atos terroristas”, diz-nos outro turista alemão, Oliver, num inglês quase perfeito.

Quando o ambiente aparentava já estar mais calmo, irrompeu uma manifestação de um grupo de extrema-direita, a julgar pelos cartazes com mensagens xenófobas. Os Mossos d”Esquadra (polícia catalã) rapidamente se mobilizaram para acompanhar este grupo, composto por algumas dezenas de pessoas, mas a sua intervenção não chegou a ser necessária. Um outro grupo de manifestantes prontificou-se a abafar o seu ruído com alguns cânticos antifascistas, aos quais os presentes foram aderindo com vigor. Duas bandeiras com as cores do arco-íris, símbolo da comunidade LGBT, surgiram então diante dos primeiros manifestantes, provocando um momento de euforia na multidão.

A onda de aplausos que se escutou nessa altura foi uma prova mais de como estas tragédias têm também o condão de unir as pessoas contra alguns preconceitos e atos de discriminação, mesmo quando o mais fácil parece ser condenar o todo pela parte. Uns metros à frente, indiferente a tudo isto, um trio de jovens distribui “abraços grátis” com um brilho nos olhos. E assim ajudou muita a gente a sentir-se reconfortada pelo calor de Barcelona, que ontem voltou a levar a melhor sobre o medo.

Em Barcelona

Article source: http://www.dn.pt/mundo/interior/barcelona-uniu-se-para-marchar-contra-o-medo-8714628.html

Jimmy Carter assinou 70, Bill Clinton 50. Já Barack Obama ficou-se pelas 39.

Truman rubricou 55 em 100 dias. No mesmo tempo, Roosevelt meteu a sua assinatura em 76.

Posto isto, pode dizer-se que a matemática não é o forte de Donald Trump. Pelo menos a matemática legislativa.

Article source: http://www.dn.pt/mundo/interior/trump-diz-que-foi-o-que-assinou-mais-decretos-mas-esta-enganado-8644449.html

 

O sucesso de Pabllo Vittar com os singles Todo dia, K.O, Sua cara, ao lado de Anitta, e Decote, ao lado de Preta Gil, levaram a drag queen a aparecer em uma reportagem do Dirio de Notcias portugus sob o ttulo O maior fenmeno brasileiro do pop uma drag queen. Na matria, a artista apontada como apenas um dos nomes da revoluo LGBT da msica no Brasil.

 

“O maior fenmeno do pop do Brasil tem 22 anos, cresceu nas profundezas do pauprrimo Maranho e uma drag queen – alm do exemplo mais evidente da revoluo trans que tomou as manifestaes artsticas do pas”, escreveu o jornalista do portal Joo Almeida Moreira.

 

Na matria, Moreira conta um breve histrico da vida de Pabllo antes e depois do sucesso, ressaltando o fato do hoje cone pop ter trabalhado em sales de beleza e fast foods na juventude, depois de ter sido agredido e vtima de bullying na infncia. A reportagem fala da parceria entre Pabllo e Rodrigo Gorky, que despontou a primeira msica de sucesso da drag, Open bar.

 

Sobre o hit Sua cara, o jornalista apontou: “So 161 milhes de visualizaes, 78 milhes dos quais no Brasil e quase um milho em Portugal, o segundo pas da lista”, e tambm observou o nmero de seguidores do cone do pop brasileiro em comparao a RuPaul, que at junho era a drag queen mais seguida no Instagram. Hoje, Pabllo possui 3,2 milhes de seguidores e a drag queen estadunidense menos da metade, com 1,5 milhes.

 

A asceno da drag queen brasileira tambm chamou a ateno do jornalista, que utiliza aspas de Preta Gil e de Gloria Groove, que se referem ao movimento como uma revoluo LGBT, para reforar o crescimento de estrelas drags no Brasil. “Pabllo cobra hoje cach 25 vezes mais elevado do que h dois anos – cerca de R$ 15 mil por apresentao”, observa Moreira.

 

O jornalista portugus aponta a revoluo LGBT alm da msica e d exemplos na moda, com Lea T, e na televiso. “A arte LGBT, considerada um nicho at h poucos anos, hoje est massificada. Tanto a telenovela das 19h como a das 21h da TV Globo, instituies da televiso brasileira, tm personagens drag queen.”

 

Saiba mais

 

Article source: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2017/08/14/interna_diversao_arte,617539/pabllo-vittar-maior-fenomeno-pop-brasileiro.shtml

Subscrever

Em criança nunca foi agredido mas sofreu bullying até ao dia em que a irmã Polyanna deu uma tareia num rapaz que o chamou de “maricas”. Na adolescência, quando aos 15 anos disse à mãe que queria levar um namorado para dormir em casa a reação foi de quase indiferença, porque Polyanna, lésbica, já havia quebrado o tabu lá por casa.

Logo a seguir, como tantas outras famílias nordestinas, as quatro mulheres do clã Rodrigues da Silva mudaram-se do sertão para a região sudeste, primeiro para o abastado estado de São Paulo e depois para o de Minas Gerais. Phabullo trabalhou em cadeias de fast food e salões de cabeleireiro enquanto partilhava vídeos na internet a imitar Beyoncé e outras artistas.

Um deles foi visto pelo produtor musical Rodrigo Gorky, com quem cocriou, em 2015, o primeiro sucesso, Open Bar, versão de Lean On, tema dos americanos Major Lazer, já sob o nome Pabllo Vittar. Daí foi convidada a participar na banda do programa Amor Sexo da TV Globo e lançou na sequência o primeiro álbum, do qual saíram os singles Todo Dia e K.O., que precederam a explosão de Sua Cara, terceiro vídeo mais visto no YouTube global, atrás apenas de temas de Adele e de Taylor Swift. São 161 milhões de visualizações, 78 milhões dos quais no Brasil e quase um milhão em Portugal, o segundo país da lista.

Com o dobro (2,8 milhões contra 1,4) dos seguidores na rede social Instagram de RuPaul, a drag queen mais famosa dos Estados Unidos, Pabllo cobra hoje cachet 25 vezes mais elevado do que há dois anos – cerca de 15 mil por apresentação. “Ela e outras são a revolução de que a música e a sociedade precisavam neste momento”, diz Preta Gil, a filha de Gilberto Gil, com quem Pabllo Vittar lançou na última terça-feira a música Decote.

Não é só Preta Gil que usa o termo “revolução” a propósito da ascensão das drags a estrelas pop do Brasil. A rapper Gloria Groove, outra drag, de 22 anos, que passou o milhão de visualizações no YouTube com o sucesso Dona, disse ao jornal Zero Hora que “há uma revolução em curso”. “E nós [população LGBT] estamos na linha da frente!”

Dessa revolução, a que já chamaram de MPBTrans, numa atualização das iniciais de música popular brasileira, fazem parte Pabllo e Gloria mas também a aclamadíssima Liniker, a banda As Bahias e a Cozinha Mineira, o músico Jaloo, o DJ e divulgador André Fischer, a rocker Veronica Valentino, a performer Ivana Wonder, o cantor Johnny Hooker, a intérprete Lia Clark e a rapper Linn da Quebrada (ver caixa).

A arte LGBT, considerada um nicho até há poucos anos, hoje está massificada. Tanto a telenovela das 19.00 como a das 21.00 da TV Globo, instituições da televisão brasileira, têm personagens drag queen, num dos casos interpretada por Silvero Pereira, ícone do género no Brasil na área teatral. Na moda, dá cartas a modelo e estilista Lea T, cara da Givenchy. Por isso, a Vogue Brasil juntou na capa da sua edição deste mês algumas das drags mais famosas. Porque, como canta Gloria Groove no tema Império – “olha só como o jogo virou/ Do nada, cê liga a TV e nós está na Globo”.

Em São Paulo

Article source: http://www.dn.pt/artes/interior/o-maior-fenomeno-brasileiro-da-pop-e-uma-drag-queen-8703567.html

Subscrever

O outro adeus às pistas destes Mundiais também teve o seu momento de amargura. Mo Farah, que se vai dedicar apenas às provas de estrada, conseguiu despedir-se como tricampeão mundial de 10000 metros mas falhou a revalidação (seria o tetra) nos 5000, ao ser suplantado pelo etíope Muktar Edris.

Nem dobradinhas nem feitos sobre-humanos

Como Mo Farah, falharam em Londres todos os atletas que tentaram alcançar dobradinhas e outros feitos sobre-humanos (o único recorde mundial foi o de Inês Henriques). Os sonhos ambiociosos de Almaz Ayana (ouro nos 10000 metros, prata nos 5000) Caster Semenya (ouro nos 800 m, bronze nos 1500) e Wayde van Niekerk (ouro nos 400 m, prata nos 200), de juntarem vitórias em duas provas individuais, também ruíram nos últimos dias.

Guliyev no topo dos 200 m, a prova de todas as surpresas

A deceção do sul-africano van Niekerk foi apenas um dos ingredientes de uma competição de 200 metros carregada de surpresas. Após o flop da Jamaica (sem atletas na final, pela primeira vez desde 2003) e a epopeia de Isaac Makwala (faltou às eliminatórias devido a uma gastroentrite e foi reintegrado depois de correr uma eliminatória sozinho em pista), deu-se a ascenção inesperada de Ramil Guliyev. O turco – de 27 anos e de origem azeri – conquistou o primeiro título mundial do país.

Karsten Warholm na galeria das vitórias improváveis

Como Guliyev, houve outras revelações nos Mundiais londrinos – da teenager bareinita Salwa Eid Naser (prata nos 400 m) ao outsider francês Pierre-Ambroise Bosse (primeiro europeu a levar o ouro nos 800 metros desde 2001). No entanto, na galeria das vitórias improváveis destacou-se a do norueguês Karsten Warholm, que ficou literalmente boquiaberto ao perceber que se sagrara campeão de 400 m barreiras.

Yulimar Rojas voou para o primeiro título à Venezuela

De todos os jovens que derrubaram velhas lendas das suas disciplinas (como fez Warholm, de 21 anos), nenhum triunfo foi tão icónico como o de Yulimar Rojas no triplo salto. A saltadora, de 21 anos, deu à Venezuela a primeira medalha de ouro em Mundiais de atletismo, um resultado histórico para um país em grave convulsão política. Rojas pôs fim à hegemonia da colombiana Caterine Ibargüen, que era bicampeã mundial.

Nova medalha para Évora, o esplendor de Portugal

Antes do final, com chave de ouro, na jornada de ontem (título e recorde mundial para Inês Henriques), já Nelson Évora mostrara o esplendor de Portugal em Londres, ao conquistar a medalha de bronze no triplo salto. O saltador luso, campeão mundial em 2007, 2.º em 2009 e 3.º em 2015, conquistou a sua quarta medalha em Mundiais (ao todo, Portugal leva 19 em 16 edições). Esse foi um dos pontos altos de uma campanha onde também Ana Cabecinha (6.ª nos 20 km marcha), Patrícia Mamona (9.ª no triplo salto) chegaram ao top10.

Lasitskene, campeã sem bandeira ou hino nacional

Dentro do top10 do medalheiro, com um ouro e cinco pratas, ficou o grupo de “atletas neutros” – russos autorizados a competir apesar da suspensão da sua federação (por uso sistemático de doping). E Mariya Lasitskene (outrora conhecida como Kuchina), vencedora do salto em altura, subiu ao lugar mais alto do pódio, sem direito a bandeira ou hino nacional (em vez disso, viu-se a bandeira e ouviu-se o hino da IAAF…).

Kevin Mayer converteu-se no novo “super-homem”

Anteontem, quase ao mesmo tempo que Lasitskene conquistava mais uma medalha dos “atletas neutros” (ganharam mais do que a Rússia em 2015), era conhecido o novo “super-homem”, Kevin Mayer. Com 8768 pontos, o francês, de 25 anos, foi o grande vencedor da prova de decatlo, prova que ficara órfã do estado-unidense Ashton Eaton, que se retirou no início do ano, com o estatuto de bicampeão mundial e olímpico e detentor do recorde mundial. Agora, o trono é de Mayer.

E vão 16 medalhas para a recordista Alyson Felix

Quase a fechar o evento londrino, Alyson Felix, dos EUA, consolidou o seu lugar na histórica. A velocista, de 31 anos, juntou o ouro de 4×400 m, ao de 4×100 e ao bronze de 400 m, para se destacar como recordista de medalhas em Mundiais de atletismo: 16. Ao contrário de Bolt, Felix promete continuar.

Article source: http://www.dn.pt/desporto/interior/dez-momentos-dos-mundiais-8703961.html

Subscrever

Carlos Fernandes chegou a casa e mal confirmou na televisão que as declarações de Becali a seu respeito eram mesmo verdadeiras, apanhou o primeiro avião e voltou a Portugal. “Nunca falava com os jogadores e só o víamos na televisão, com notícias em que era acusado de tentar comprar jogadores de equipas que iríamos defrontar”, acrescenta.

O atual guardião do Vilafranquense descreve o dono do FCSB “como um típico novo-rico, que andava a pastar ovelhas no monte, mas de repente ganhou uma grande fortuna e não tem respeito por nada nem ninguém. Até ao capitão de equipa, que era afilhado dele, fez o mesmo que a mim!”, acusa.

Ao contrário do guarda-redes, Filipe Teixeira até tem boa impressão deste homem polémico. “Falámos quando cheguei ao clube e pareceu-me uma pessoa normal. Foi uma curta conversa, que correu bem… Claro que é uma pessoa espontânea, mas acho que tem bom coração”, sublinha.

O Steaua era o clube do Exército romeno desde a sua fundação, em 1947, mas em 2003, com a privatização, o Exército perdeu o controlo para Gigi Becali, que depois quis registar a marca como sua propriedade. E de facto conseguiu-o, mas em 2013 o Supremo Tribunal de Justiça devolveu a propriedade ao Ministério da Defesa romeno. O Steaua passou a ser designado por FCSB, ou seja, algo como Futebol Clube Steaua Bucareste.

Becali chegou a ser deputado no Parlamento europeu e no seu país. Entre 2004 e 2012, foi o principal responsável do Partido da Nova Geração, de orientação democrata cristã, mas que depois se tornou um partido ultranacionalista. De resto, foram várias as suas tiradas racistas. Em 2008, depois de contratar o extremo português Semedo ao Cluj, saiu-se com estas palavras: “Não gosto de pretos, mas não posso fazer nada, pois ele é um jogador bom demais para o deixarmos com os húngaros.” Na altura, acusava o Cluj de ser financiado pela maçonaria húngara.

Homofóbico, proibiu canções dos Queen no estádio do Steaua, devido à assumida homossexualidade do vocalista Freddie Mercury. E deixou de contratar um jogador búlgaro quando tudo estava praticamente acordado quando ouviu rumores de que era gay. “Adoro gays, mas não os podemos ter nas equipas de futebol, pois os jogadores estão nus no balneário. Basta haver um homossexual no plantel para deixarmos de ganhar”, justificou. As mulheres também não escapam, dizendo que “perdem completamente o valor depois de darem à luz”. A respeito da cantora Lady Gaga, afirmou isto: “Ela é Satanás! Quando a vejo na TV, cuspo no ecrã e mudo logo de canal.”

Os treinadores entram e saem do clube a uma velocidade estonteante e a justificação é dada pelo próprio dono: “Quem manda aqui sou eu, isto não é uma democracia!” Em 2010, Ilie Dumitrescu, por exemplo, demorou apenas um mês no banco, tendo sido afastado por ser “muito muçulmano”.

Apesar de todas estas situações, Gigi Becali é adorado por uma imensidão de fãs e quando esteve preso a página do Facebook Libertem Gigi teve mais de 73 mil seguidores.

Article source: http://www.dn.pt/desporto/interior/as-incriveis-historias-de-becali-o-dono-do-fcsb-8702321.html

Subscrever

A tarefa já parecia difícil. Apesar da prova de vida dada pela estafeta jamaicana nas meias-finais – onde fez 37,95 segundos, melhor marca dos caribenhos neste ano -, EUA e Reino Unido partiam como favoritos e rapidamente se destacaram na frente, na final. Bolt recebeu o testemunho para o último segmento no 3.º lugar, atrás de norte–americanos e britânicos. E, quando tentou forçar o andamento na aproximação à meta, esboçou um esgar de dor, agarrou-se à coxa e ficou a mancar: uma lesão muscular roubou-lhe a hipótese de lutar pela última medalha da carreira (mesmo que na altura o ouro já parecesse uma miragem).

O jamaicano deixou-se cair no chão, desolado, enquanto os britânicos celebravam um impactante triunfo (37,47 segundos), à frente dos EUA (37,52) e do surpreendente Japão (38,04). A custo, e já sem contar para a classificação oficial, lá cortou a meta, apoiado pelos colegas de equipa. E, rejeitando a oferta de uma cadeira de rodas (para não forçar ou agravar a lesão) saiu de pé – longe da glória sonhada e da ambicionada 15.ª medalha em Mundiais (esse recorde ficou ontem na mão da estado-unidense Allyson Felix, ouro na estafeta 4×100 metros feminina).

No adeus, os compatriotas tentavam relativizar a desilusão. “Isto são os campeonatos mundiais. E, no fim de contas, ele é humano”, notou Julian Forte, um dos membros da estafeta jamaicana. “Ele deu o seu melhor e nós apoiamo–lo”, acrescentou o velocista.

O apoio foi visível (e audível) no momento em que Bolt deixou a pista do Estádio Olímpico de Londres, como o fora em cada segundo que o jamaicano passou em prova desde que se tornou uma estrela mundial (ao pulverizar pela primeira vez os recordes de 100 e 200 metros), nos Jogos Olímpicos de Pequim 2008. Afinal, o desfecho foi amargo mas o legado é mesmo inesquecível.

Article source: http://www.dn.pt/desporto/interior/uma-amarga-despedida-sem-ouro-nem-gloria-no-fim-da-era-de-bolt-8702544.html

Subscrever

Ulisses Correia e Silva salientou que o casamento entre pessoas do mesmo sexo não está na agenda política do Governo, mas garantiu que “se estiver será discutida”.

“Não temos nenhum problema relativamente a esta matéria. Não está na agenda política do Governo, não foi discutida”, prosseguiu o chefe do Governo, afirmando que é preciso fazer o debate sobre o assunto com tolerância e respeitando a “liberdade de expressão total”.

“Em relação a esta matéria, tenho máxima de tolerância, não tenho estigma, nem preconceitos. Agora, não pode haver também intolerância a quem se posicione contra. As pessoas são livres de ter o seu posicionamento, quando chegar o momento político, sim, teremos sobre a mesa decisões que têm que ser tomadas, se for o caso”, terminou.

A posição de Miguel Monteiro surge depois de, na sequência do Dia do Orgulho Gay, a comunidade LGBT de Cabo Verde ter reclamado o direito à união de facto e ao casamento entre pessoas do mesmo sexo.

A declaração suscitou críticas, mas também elogios à “coragem” e manifestações de concordância com Miguel Monteiro, que defendeu o seu direito a ter opinião e reafirmou o seu juízo em resposta a vários comentários dos internautas.

Article source: http://www.dn.pt/lusa/interior/pm-de-cabo-verde-diz-que-casamento-homossexual-nao-esta-na-agenda-politica-do-governo-8628286.html

Subscrever

No último dia, para além de discursar no encerramento, juntamente com a coordenadora do BE, Catarina Martins, o candidato do BE à Câmara de Lisboa irá participar num painel intitulado “Cidades partilhadas, gentrificação, turistificação”, no qual estarão também presentes um ativista de Berlim e uma responsável de Barcelona nesta área.

“O contexto político nacional e, em particular, o acordo com o PS estão bastante presentes porque todos os temas que discutimos para o país estão presentes neste Fórum Socialismo”, considerou.

De acordo com Ricardo Robles, o debate do Orçamento do Estado para 2018 é “o debate que, depois das autárquicas, marcará a agenda política”.

“Aliás, nós já avançámos com essa questão há várias semanas e, naturalmente, que o Fórum Socialismo abordará esse momento de negociação que irá existir”, antecipou.

A abertura do Socialismo 2017 está marcada para a noite de sexta-feira, com o debate de “As tarefas da esquerda na era de Trump”, com participação da antiga candidata presidencial Marisa Matias, do fundador do BE Luís Fazenda e da ativista e cofundadora do movimento “People for Bernie” Winnie Wong.

“Repressão em Angola”, “Portugal na fábula de David Ricardo aplicada à competitividade fiscal” (com a deputada Mariana Mortágua), “Bombeiros e Proteção Civil – que modelo queremos?”, “Como combater o terrorismo?” e “É possível mudar a UE?” (com o socialista João Galamba e o bloquista José Gusmão) são alguns dos debates de sábado.

Já no domingo, entre os vários painéis, as discussões serão sobre a “Venezuela”, o “Eucaliptal”, “A vacinação deve ser obrigatória?” (com o pediatra Mário Cordeiro), “Jogos de poder e Guerra dos Tronos (com líder da bancada parlamentar do BE, Pedro Filipe Soares) e “Comunidade cigana em Portugal”.

Article source: http://www.dn.pt/lusa/interior/venezuela-eucaliptos-e-temas-autarquicos-entre-os-mais-de-50-debates-da-rentree-do-be-8692490.html

Subscrever

No último dia, para além de discursar no encerramento, juntamente com a coordenadora do BE, Catarina Martins, o candidato do BE à Câmara de Lisboa irá participar num painel intitulado “Cidades partilhadas, gentrificação, turistificação”, no qual estarão também presentes um ativista de Berlim e uma responsável de Barcelona nesta área.

“O contexto político nacional e, em particular, o acordo com o PS estão bastante presentes porque todos os temas que discutimos para o país estão presentes neste Fórum Socialismo”, considerou.

De acordo com Ricardo Robles, o debate do Orçamento do Estado para 2018 é “o debate que, depois das autárquicas, marcará a agenda política”.

“Aliás, nós já avançámos com essa questão há várias semanas e, naturalmente, que o Fórum Socialismo abordará esse momento de negociação que irá existir”, antecipou.

A abertura do Socialismo 2017 está marcada para a noite de sexta-feira, com o debate de “As tarefas da esquerda na era de Trump”, com participação da antiga candidata presidencial Marisa Matias, do fundador do BE Luís Fazenda e da ativista e cofundadora do movimento “People for Bernie” Winnie Wong.

“Repressão em Angola”, “Portugal na fábula de David Ricardo aplicada à competitividade fiscal” (com a deputada Mariana Mortágua), “Bombeiros e Proteção Civil – que modelo queremos?”, “Como combater o terrorismo?” e “É possível mudar a UE?” (com o socialista João Galamba e o bloquista José Gusmão) são alguns dos debates de sábado.

Já no domingo, entre os vários painéis, as discussões serão sobre a “Venezuela”, o “Eucaliptal”, “A vacinação deve ser obrigatória?” (com o pediatra Mário Cordeiro), “Jogos de poder e Guerra dos Tronos (com líder da bancada parlamentar do BE, Pedro Filipe Soares) e “Comunidade cigana em Portugal”.

Article source: http://www.dn.pt/lusa/interior/venezuela-eucaliptos-e-temas-autarquicos-entre-os-mais-de-50-debates-da-rentree-do-be-8692490.html

Subscrever

O português António Guterres lembrou ainda que os sobreviventes do bombardeamento atómico do Japão “enviam uma mensagem heróica ao mundo” e são a memória dos “devastadores efeitos destas armas”.

A cerimónia decorreu no Parque da Paz, situado na zona sobre a qual explodiu a bomba nuclear, e começou às 08:15 (00:15 de domingo em Lisboa) com um minuto de silêncio.

O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, sublinhou a necessidade de as potências nucleares e os restantes países “se empenhem para conseguir um mundo verdadeiramente limpo de armas atómicas”.

O Japão “está decidido a liderar a comunidade internacional, mantendo os princípios de não produzir ou possuir armas nucleares, nem de permitir a entrada em território nacional e pedindo a todos os países para tomar medidas idênticas”, disse Abe.

Na cerimónia em Hiroshima participaram representantes de cerca de 80 países e da União Europeia, incluindo potências nucleares como o Reino Unido, França, Estados Unidos ou Rússia.

A 06 de agosto de 1945, às 08:15 locais, um bombardeiro B-29 norte-americano, o “Enola Gay”, largava sobre a cidade de Hiroshima a bomba atómica “Little Boy”. Três dias mais tarde, a 09 de agosto, um segundo engenho atómico “Fat Man” explodia sobre Nagasaki (sudoeste).

Em Hiroshima morreram 140 mil pessoas e em Nagasaki 70 mil. A 15 de agosto, o imperador japonês Hirohito aceitava a rendição incondicional e a Segunda Guerra Mundial chegava ao fim.

Article source: http://www.dn.pt/mundo/interior/mundo-livre-de-armas-nucleares-continua-longe---antonio-guterres-8687860.html

Subscrever

O português António Guterres lembrou ainda que os sobreviventes do bombardeamento atómico do Japão “enviam uma mensagem heróica ao mundo” e são a memória dos “devastadores efeitos destas armas”.

A cerimónia decorreu no Parque da Paz, situado na zona sobre a qual explodiu a bomba nuclear, e começou às 08:15 (00:15 de domingo em Lisboa) com um minuto de silêncio.

O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, sublinhou a necessidade de as potências nucleares e os restantes países “se empenhem para conseguir um mundo verdadeiramente limpo de armas atómicas”.

O Japão “está decidido a liderar a comunidade internacional, mantendo os princípios de não produzir ou possuir armas nucleares, nem de permitir a entrada em território nacional e pedindo a todos os países para tomar medidas idênticas”, disse Abe.

Na cerimónia em Hiroshima participaram representantes de cerca de 80 países e da União Europeia, incluindo potências nucleares como o Reino Unido, França, Estados Unidos ou Rússia.

A 06 de agosto de 1945, às 08:15 locais, um bombardeiro B-29 norte-americano, o “Enola Gay”, largava sobre a cidade de Hiroshima a bomba atómica “Little Boy”. Três dias mais tarde, a 09 de agosto, um segundo engenho atómico “Fat Man” explodia sobre Nagasaki (sudoeste).

Em Hiroshima morreram 140 mil pessoas e em Nagasaki 70 mil. A 15 de agosto, o imperador japonês Hirohito aceitava a rendição incondicional e a Segunda Guerra Mundial chegava ao fim.

Article source: http://www.dn.pt/lusa/interior/mundo-livre-de-armas-nucleares-continua-longe---antonio-guterres-8687860.html

Veja o filme aqui.

Apesar de algumas reações negativas aquando do lançamento da página de Facebook, os responsáveis pelo filme afirmam ter recebido muitas mensagens positivas.

“Os temas LGBTQ estão obviamente à frente de tudo, mas, em última análise, é uma história sobre paixão. Toda a gente, até crianças gay, passam por isso”, disse Beth David.

Article source: http://www.dn.pt/media/interior/curta-metragem-sobre-criancas-gay-torna-se-viral-8683299.html

Subscrever

“Temos uma percentagem de 55% de homens e 45% de mulheres, temos um número assinalável de independentes nas nossas listas, 27%, ou seja, mais de um em cada quatro candidatos são independentes”, elencou.

O candidato do BE à presidência da Câmara, lugar ocupado atualmente pelo socialista Fernando Medina, observou também que as listas são compostas por uma “grande diversidade de gentes”, nomeadamente portugueses e estrangeiros, “homens e mulheres de várias proveniências e vários ativismos”, candidatos ligados à luta pelos direitos LGBT, “gente na área da defesa dos direitos dos emigrantes”, ou pessoas ligadas às áreas do trabalho e dos sindicatos.

“Nas listas do Bloco estão os e as fazedoras de cidade, as pessoas que se interessam, que vivem, que lutam no seu bairro, pela sua cidade, nas mais diversas áreas”, sublinhou Ricardo Robles.

No próximo mandato autárquico, o BE espera “ter uma representação forte em todos os órgãos, em todas as freguesias, reforçar a presença na Assembleia Municipal e, naturalmente, conquistar um espaço na Câmara Municipal de Lisboa”.

O candidato, que ocupa o lugar de deputado na Assembleia Municipal, advogou que na Câmara “é que é determinante, aí é que são tomadas as decisões mais importantes”.

“A Assembleia Municipal tem um papel fiscalizador muito importante, mas é na Câmara que passa toda a informação e onde é preciso estar”, elencou, considerando que “os últimos anos na cidade de Lisboa têm sido muito condicionados pelas maiorias absolutas do Partido Socialista, e esse conforto da maioria absoluta, essa autossuficiência, tem feito esquecer os principais problemas da cidade”.

“Por isso”, continuou, “uma presença forte do Bloco na Câmara Municipal de Lisboa pode fazer uma grande diferença”.

Um dos problemas apontados por Robles é a habitação, tema que será “uma bandeira fundamental nesta campanha”.

Na ocasião, o candidato aproveitou também para abordar o tema da saúde, debruçando-se sobre o novo Hospital Lisboa Oriental, apresentado ontem, que irá contar com 875 camas e deverá entrar em funcionamento em 2023, na zona de Chelas.

Desde logo, para o candidato do BE o modelo da Parceria Público-Privada “é errado”, uma vez que os casos já existentes “têm dados os piores resultados”.

Ricardo Robles manifestou também preocupação relativamente ao futuro dos hospitais que compõem o Centro Hospitalar Lisboa Central (Hospital de São José, Santa Marta, D. Estefânia, Curry Cabral, Capuchos e Maternidade Alfredo da Costa), cujas valências serão transferidas para a nova unidade.

“A informação transmitida é muito parca e, portanto, nós estamos muito preocupados com o que será o futuro”, observou, acrescentando que existe uma necessidade de “cuidados de saúde de proximidade” nesta zona da cidade.

Article source: http://www.dn.pt/lusa/interior/autarquicas-be-apresenta-600-candidatos-em-listas-muito-plurais-e-representativas-de-lisboa-8680237.html

Subscrever

“Temos uma percentagem de 55% de homens e 45% de mulheres, temos um número assinalável de independentes nas nossas listas, 27%, ou seja, mais de um em cada quatro candidatos são independentes”, elencou.

O candidato do BE à presidência da Câmara, lugar ocupado atualmente pelo socialista Fernando Medina, observou também que as listas são compostas por uma “grande diversidade de gentes”, nomeadamente portugueses e estrangeiros, “homens e mulheres de várias proveniências e vários ativismos”, candidatos ligados à luta pelos direitos LGBT, “gente na área da defesa dos direitos dos emigrantes”, ou pessoas ligadas às áreas do trabalho e dos sindicatos.

“Nas listas do Bloco estão os e as fazedoras de cidade, as pessoas que se interessam, que vivem, que lutam no seu bairro, pela sua cidade, nas mais diversas áreas”, sublinhou Ricardo Robles.

No próximo mandato autárquico, o BE espera “ter uma representação forte em todos os órgãos, em todas as freguesias, reforçar a presença na Assembleia Municipal e, naturalmente, conquistar um espaço na Câmara Municipal de Lisboa”.

O candidato, que ocupa o lugar de deputado na Assembleia Municipal, advogou que na Câmara “é que é determinante, aí é que são tomadas as decisões mais importantes”.

“A Assembleia Municipal tem um papel fiscalizador muito importante, mas é na Câmara que passa toda a informação e onde é preciso estar”, elencou, considerando que “os últimos anos na cidade de Lisboa têm sido muito condicionados pelas maiorias absolutas do Partido Socialista, e esse conforto da maioria absoluta, essa autossuficiência, tem feito esquecer os principais problemas da cidade”.

“Por isso”, continuou, “uma presença forte do Bloco na Câmara Municipal de Lisboa pode fazer uma grande diferença”.

Um dos problemas apontados por Robles é a habitação, tema que será “uma bandeira fundamental nesta campanha”.

Na ocasião, o candidato aproveitou também para abordar o tema da saúde, debruçando-se sobre o novo Hospital Lisboa Oriental, apresentado ontem, que irá contar com 875 camas e deverá entrar em funcionamento em 2023, na zona de Chelas.

Desde logo, para o candidato do BE o modelo da Parceria Público-Privada “é errado”, uma vez que os casos já existentes “têm dados os piores resultados”.

Ricardo Robles manifestou também preocupação relativamente ao futuro dos hospitais que compõem o Centro Hospitalar Lisboa Central (Hospital de São José, Santa Marta, D. Estefânia, Curry Cabral, Capuchos e Maternidade Alfredo da Costa), cujas valências serão transferidas para a nova unidade.

“A informação transmitida é muito parca e, portanto, nós estamos muito preocupados com o que será o futuro”, observou, acrescentando que existe uma necessidade de “cuidados de saúde de proximidade” nesta zona da cidade.

Article source: http://www.dn.pt/lusa/interior/autarquicas-be-apresenta-600-candidatos-em-listas-muito-plurais-e-representativas-de-lisboa-8680237.html

“Todos os anos desejamos que aconteça de facto uma mudança, mas infelizmente essa expectativa não tem sido concretizada”, afirmou a investigadora Stacy L. Smith, que conduziu o estudo, em declarações à Associated Press.

De acordo com os dados analisados, o estudo conclui que das 4.583 personagens (consideradas aquelas que têm diálogos) analisadas no top dos 100 filmes mais lucrativos de 2016, apenas 31,4% eram mulheres, exatamente o mesmo valor de 2007.

E nesse ano, dos 100 filmes líderes de bilheteira, só 34 tinham uma mulher com protagonista ou coprotagonista.

Em termos étnicos, o estudo refere que os profissionais hispânicos continuam a ser os menos representados no cinema norte-americano, num território que acolhe grandes comunidades de países hispânicos. Das personagens analisadas, a investigação dá conta ainda que “70,8% eram brancas, 13,6% eram negras, 5,7% eram asiáticas, 3,1% eram hispânicas e menos de 1% eram índios nativos”.

Ainda que, por exemplo, a Academia de Cinema dos Estados Unidos, que atribui os Óscares, se tenha esforçado para melhorar a representatividade do setor, a investigação daquela universidade fala num manto de invisibilidade quando se cruzam dados sobre género com a etnia e com a identidade sexual.

Apesar de ter havido um aumento de personagens homossexuais nos filmes em 2016, a representação de lésbicas ficou-se em apenas nove filmes entre os 100 mais lucrativos.

Não foi identificada qualquer personagem transgénero naquele período analisado.

O estudo deixa várias recomendações, nomeadamente que os profissionais de topo — atores, produtores, realizadores, técnicos — exijam cláusulas de equidade nos seus contratos.

“A diversidade não é uma coisa que simplesmente acontece. É algo sobre a qual é preciso refletir e ter como um objetivo a alcançar”, disse Katherine Pieper, investigadora associada do estudo, à AP.

Article source: http://www.dn.pt/artes/interior/cinema-de-hollywood-ainda-e-discriminatorio-contra-minorias-mulheres-e-lgbt---estudo-8675157.html

Subscrever

Cortado por todos os lados, de Gustavo Ciríaco

  |  Filipa Couto

A ilha como material de criação

A sétima edição do Walk Talk terminou no sábado mas, como se vê, o festival prolonga-se por todo o ano e arrasta-se até às próximas edições. Alguns projetos espalham-se mesmo por outras geografias, como por exemplo o do coreógrafo brasileiro Gustavo Ciríaco, que criou durante três semanas o espetáculo “Cortado por todos os lados, aberto por todos os cantos”, projeto de ocupação do Teatro Micaelense, com intérpretes locais, mas que vai ter uma continuação, no próximo ano, no Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa. “A ideia é tratar o teatro como uma escultura escondida”, explica o performer, que não só pretende usar a arquitetura do espaço como as memórias do teatro e dos intérpretes que participarem no espetáculo.

Os outros artistas que estiveram em residência no Walk Talk deste ano mas que só vão apresentar os seus projetos na próxima edição são Maya Saravia, da Guatemala, e o português Gonçalo Preto. Maya, de 33 anos, chegou à ilha há duas semanas e entre as suas deambulações acabou por entrar na biblioteca: “Alguém tinha estado a ver jornais antigos e deixou um volume em cima de mesa. Comecei a folheá-lo e encontrei, numa primeira página do Correio dos Açores de 1954, uma notícia enorme sobre o golpe militar na Guatemala”, conta.

A artista não só ficou fascinada pela coincidência como, ao ler, a notícia, percebeu que dava apenas na versão dos acontecimentos divulgada pela propaganda americana. O seu trabalho tem-se desenvolvido a partir daí, sobre a natureza das notícias e as ditaduras políticas, juntando a história de Portugal e a história da Guatemala, e está a pensar criar um pequeno filme para apresentar em 2018.

Exposição de João Paulo Serafim no núcleo de História Natural do Museu Carlos Machado

  |  Mariana Lopes

Já Gonçalo Preto, de 26 anos, artista que costuma trabalhar com gravura, deixou-se seduzir pelo Museu Carlos Machado, o museu de história natural de Ponta Delgada, e, a partir dos herbários que aí existem, está a trabalhar sobre as espécies endémicas em vias de extinção. Neste momento está a recolher documentação e a fotografar os herbários mas planeia voltar mais vezes a São Miguel e continuar a trabalhar ao longo de todo o ano, pois quer fazer o seu próprio herbário, juntando exemplares recolhidos na natureza e ilustrações científicas de sua autoria.

O crocodilo e a baleia

O festival está cheio de coincidências e encontros. E esta é só mais uma: nas últimas semanas, Gonçalo tem-se deslocado em Ponta Delgada de bicicleta – que lhe foi oferecida por um outro artista visual, João Paulo Serafim, que também esteve a trabalhar em residência no Museu Carlos Machado, há dois anos, e que voltou nesta edição para apresentar o seu projeto final.

Na altura, o museu encontrava-se fechado e prestes a sofrer obras de remodelação. Quando João Paulo Serafim teve autorização para lá entrar, a primeira coisa que viu foi um crocodilo suspenso junto a umas escadas. Havia crocodilos nos Açores?, perguntou-se. A pergunta foi o ponto de partida para o seu trabalho. Durante duas semanas, João Paulo Serafim pôde explorar a coleção, em parte encaixotada, em parte tapada, em parte em compasso de espera, a apanhar pó. No museu fechado, silencioso, foi-se deparando com os exemplares de peixes e tubarões, vacas de duas cabeças, ratos, aranhas, abelhas. Ali trabalhou praticamente sozinho, num ambiente quase fantasmagórico. A coleção que dá origem ao museu foi iniciada em 1876 pelo por Carlos Maria Gomes Machado. Nas salas, repletas de vitrines, com animais embalsamados, podemos observar, por um lado, o pensamento naturalista da época e aquele desejo de conhecer o exótico e, por outro lado, a organização sistémica que tanto influenciou a museografia do século XX. João Paulo Serafim também se deteve nos expositores antiquados, nas legendas escritas à mão ou com máquina de escrever e que hoje já mal se conseguem ler. Fotografou, filmou, tirou notas, procurou pessoas na ilha de São Miguel que o pudessem ajudar a perceber melhor as histórias por trás daqueles objetos.

O museu reabriu em setembro do ano passado. Os ossos da baleia que João Paulo Serafim encontrou amontoados num canto estão agora devidamente encaixados deixando entrever a estrutura do animal. A sala dos peixes imita o fundo do mar, numa apresentação um pouco mais moderna. Mas no essencial, a coleção é exposta tal como sempre foi.

E, este ano, João Paulo Serafim voltou ao Museu Carlos Machado para mostrar o resultado do seu trabalho. A exposição “Naturalis Historiae. Quando é que se viu pela primeira vez um crocodilo dos Açores?” foi inaugurada no âmbito desta edição do festival WalkTalk mas pode ser visitada no museu até ao final do verão.

Article source: http://www.dn.pt/artes/interior/de-rabo-de-peixe-para-o-palco-do-teatro-micaelense-8672808.html

Subscrever

O tweet matutino de Trump apanhou quase todos de surpresa. “Depois de consultar os meus generais e especialistas militares, informo que o governo dos EUA não irá aceitar nem permitir que indivíduos transgénero possam servir nas Forças Armadas. Os nossos militares têm que focar-se na vitória e não podem ser sobrecarregados com os tremendos custos médicos e com a perturbação que significa a presença de transgéneros no exército. Obrigado.”, escreveu o presidente em três tweets consecutivos.

Segundo o The New York Times está longe de ser claro que generais e especialistas terá Donald Trump consultado, uma vez que o secretário da Defesa, Jim Mattis, só teve conhecimento da decisão na véspera. O próprio Pentágono terá sido apanhado de surpresa. De acordo com a CNN, os chefes de Estado-Maior de todos os ramos das Forças Armadas não estavam à espera do tweet presidencial.

Num momento em que se prepara o orçamento para 2018, os republicanos estavam a ponderar até que ponto o Estado deveria suportar os tratamentos para os transgéneros que servem nas Forças Armadas, mas poucos estariam à espera de que Trump tomasse uma decisão tão radical. Um estudo encomendado pelo Pentágono no ano passado estimou que essas despesas se situem entre os 2,4 milhões de dólares e os 8,4 milhões, o que representaria, no máximo, um acréscimo de 0,13% nos custos de saúde do exército. De acordo com informação revelada ontem pelo The Washington Post o Pentágono gasta mais em medicamentos para a disfunção erétil do que gastaria com os militares transgénero.

Depois do anúncio de Trump, os militares canadianos serviram-se também do Twitter para sublinhar o apoio à comunidade LGBT. “Recebemos os canadianos de todas as orientações sexuais. Juntem-se a nós!”. A mensagem foi publicada na conta oficial das Forças Armadas canadianas.

A transexual Chelsea Manning – ex-soldado que forneceu à Wikileaks 750 mil documentos com informação considerada confidencial e que foi indultada pelo presidente Barack Obama nos últimos dias do seu mandato – também reagiu à posição de Trump. Manning definiu a decisão como “cobarde”.

As críticas chegaram também vindas de dentro do próprio partido republicano. “O tweet desta manhã do presidente em relação aos transgéneros nas Forças Armadas é outro exemplo que mostra o porquê de os grandes anúncios de políticas não poderem ser feitos no Twitter. A declaração não é clara. O Departamento de Defesa já decidiu que os indivíduos transgénero podem ficar nas Forças Armadas e são muitos os que servem de forma honrosa. Não há nada que justifique que tenham que sair”, afirmou o ex-candidato presidencial pelo Partido Republicano, John McCain, que atualmente chefia no Senado a comissão das Forças Armadas. Joni Ernst, senadora republicana e veterana da guerra do Iraque, também não perdeu tempo para criticar a decisão presidencial: “Todos os norte-americanos que cumpram os requisitos para servir nas Forças Armadas devem poder ter essa oportunidade”.

Ontem, o chefe de Estado-Maior das Forças Armadas, Joseph Dunford, veio dizer que não haverá alterações em relação aos transgéneros enquanto não houver novas diretivas oficiais assinadas pelo secretário de Estado da Defesa.

Se Donald Trump não usar o Twitter para voltar atrás, é possível que muitos recebam ordens para entregar o uniforme. E outros, que têm o desejo de vir a vesti-lo, sejam obrigados a viver na sombra, fingindo um corpo com o qual não se identificam. De acordo com o estudo encomendado pelo Pentágono, serão entre dois mil e 11 mil os transgénero que atualmente servem nas Forças Armadas dos EUA.

Article source: http://www.dn.pt/mundo/interior/militares-transgenero-nos-eua-entre-voltar-a-sombra-ou-perder-o-emprego-8669132.html

“A diversidade é a nossa força”, dizia uma das hashtags das forças armadas.

A decisão do governo norte-americano foi também comentada por chefes militares britânicos.

O contra-almirante da Marinha britânica Alex Burton escreveu no Twitter: “Como um campeão LGBT da Marinha Real Britânica e combatente senior estou muito feliz por não seguirmos este caminho”.

O vice-almirante da Marinha Real Britânica Jonathan Woodcock também usou as redes sociais para dizer o quão está “orgulhoso” das pessoas transgénero nas forças armadas. “Eles trazem diversidade à nossa Marinha Real e irei apoiar sempre o seu desejo de servirem o país”, escreveu Woodcoc.

À BBC, o ministério da defesa britânico disse que os tweets do presidente Trump eram “uma questão dos americanos” e que vão continuar “a dar as boas vindas a pessoas de diferentes contextos, incluindo pessoas transgénero”.

O anúncio de Donald Trump de que as pessoas transgénero já não podem entrar no exército provocou fortes reações. Centenas de pessoas protestaram em cidades norte-americanas e algumas celebridades, como Caitlyn Jenner, manifestaram o seu descontentamento nas redes sociais.

“Há 15000 americanos transgénero patriotas no exército norte-americano a lutarem por todos nós. O que aconteceu à sua promessa de lutar por eles?”, perguntou Caitlyn Jenner no Twitter.

Jenner, que é transgénero, foi uma das mais notáveis apoiantes de Trump durante a campanha presidencial. Nessa altura, Donald Trump prometeu ser um aliado da comunidade LGBT.

Não é a primeira vez que o Canadá responde a uma medida tomada pela administração de Trump. Quando Donald Trump apresentou o decreto presidencial que proibia a entrada de pessoas de sete países muçulmanos, no início do ano, o primeiro-ministro Justin Trudeau convidou os afetados pela medida para o Canadá.

“Para aqueles que fogem de perseguições, terrorismo e guerra, os canadianos vão receber-vos, independentemente da vossa fé. A diversidade é a nossa força #BemVindosaoCanadá”, escreveu o primeiro-ministro canadiano no Twitter.

Article source: http://www.dn.pt/mundo/interior/canada-responde-a-trump-e-convida-pessoaslgbt-para-o-exercito-8668289.html

Subscrever

“Nunca foi sobre dinheiro”, acrescentou. “Esperamos que, através deste caso, pessoas em situação semelhante percebam que têm direitos, e esperamos que resulte numa lei contra a discriminação no local de trabalho”.

Apesar de continuar a ser relativamente conservadora, a sociedade chinesa, e sobretudo a geração mais jovem, tornou-se nos últimos anos mais tolerante com gays, lésbicas, bissexuais e transexuais.

Em 2001, a Associação de Psiquiatria da China removeu a homossexualidade da sua lista de perturbações mentais, apesar de o país continuar a não ter leis que protejam os homossexuais ou o casamento entre pessoas do mesmo sexo ser ilegal.

Mas a crescente tolerância da sociedade chinesa encorajou alguns membros de minorias sexuais a exigir direitos.

Em 2014, um tribunal de Pequim decidiu que a “terapia de conversão”, que visa alterar as preferências sexuais de gay para hétero, é ilegal.

No inicio deste ano, um tribunal da província de Henan obrigou um hospital psiquiátrico a emitir um pedido de desculpas publico e pagar 375 dólares em compensação, depois de ter forçado um homem gay a submeter-se à “terapia de conversão”.

Article source: http://www.dn.pt/lusa/interior/tribunal-chines-decide-a-favor-de-homem-transexual-contra-antigo-empregador-8667207.html

Subscrever

“Nunca foi sobre dinheiro”, acrescentou. “Esperamos que, através deste caso, pessoas em situação semelhante percebam que têm direitos, e esperamos que resulte numa lei contra a discriminação no local de trabalho”.

Apesar de continuar a ser relativamente conservadora, a sociedade chinesa, e sobretudo a geração mais jovem, tornou-se nos últimos anos mais tolerante com gays, lésbicas, bissexuais e transexuais.

Em 2001, a Associação de Psiquiatria da China removeu a homossexualidade da sua lista de perturbações mentais, apesar de o país continuar a não ter leis que protejam os homossexuais ou o casamento entre pessoas do mesmo sexo ser ilegal.

Mas a crescente tolerância da sociedade chinesa encorajou alguns membros de minorias sexuais a exigir direitos.

Em 2014, um tribunal de Pequim decidiu que a “terapia de conversão”, que visa alterar as preferências sexuais de gay para hétero, é ilegal.

No inicio deste ano, um tribunal da província de Henan obrigou um hospital psiquiátrico a emitir um pedido de desculpas publico e pagar 375 dólares em compensação, depois de ter forçado um homem gay a submeter-se à “terapia de conversão”.

Article source: http://www.dn.pt/lusa/interior/tribunal-chines-decide-a-favor-de-homem-transexual-contra-antigo-empregador-8667207.html

Subscrever

O estudo contém “estimativas exaustivas dos custos médicos potenciais dos militares transgénero” no ativo, os quais variam entre os dois milhões de euros e os 7,1 milhões de euros anuais.

Por comparação, esse valor é cinco vezes menor que os 35,4 milhões de euros anuais gastos pelo Pentágono na aquisição de Viagra – ou um décimo dos 71,5 milhões de euros anuais em tratamentos para a disfunção erétil, segundo uma análise feita pelo semanário Military Times, acrescenta o Washington Post.

“Os nossos militares têm de estar focados em obter vitórias decisivas e esmagadoras e não podem ser sobrecarregados com os tremendos custos médicos e perturbações que associados à presença dos transgénero nas fileiras”, escreveu esta manhã Donald Trump na rede social Twitter.

Para o Washington Post, que Donald Trump também qualifica como um dos que divulga “notícias falsas” contra si e a sua Administração, “o custo de fornecer tratamentos médicos aos militares transgénero é assim insignificante e dificilmente ‘tremendos’, como escreveu o Presidente” (sem avançar quaisquer números).

O Pentágono baniu em 2016 a proibição de as pessoas transgénero servirem nas Forças Armadas, prevendo-se o seu alistamento a partir deste ano e desde que comprovassem ter estabilizado no género adotado por 18 meses.

Trump, que na campanha eleitoral para as presidenciais se assumiu como um aliado da comunidade LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgénero), reverteu assim mais uma das decisões tomadas pelo antecessor e que era mais uma das destinadas a inverter a falta de efetivos militares numa instituição que desde 2001 está em guerra permanente no Médio Oriente e na Ásia central – e agora ameaça enfrentar militarmente países como a Coreia do Norte e o Irão.

O Washington Post, lembrando que o argumento das “perturbações” foi invocado no passado para justificar a rejeição de admitir negros e mulheres para as Forças Armadas norte-americanas, escreveu ainda que o inesperado anúncio de Trump surpreendeu o próprio Partido Republicano.

Article source: http://www.dn.pt/mundo/interior/pentagono-gasta-354-milhoes-de-euros-anuais-em-viagra-8666342.html

Subscrever

A decisão reverte uma política inicialmente aprovada pelo Departamento de Defesa, enquanto Barack Obama era Presidente, mas que ainda estava à espera de uma revisão final.

O Pentágono terminara a proibição de as pessoas transgénero servirem no exército dos EUA no ano passado e esperava-se que pudessem alistar-se a partir de 2017, desde que pudessem comprovar que tinham estabilizado no género adotado por 18 meses.

No mês passado, o secretário da Defesa, Jim Mattis, aprovou um adiamento por seis meses da decisão de permitir que as pessoas transgénero se juntassem às forças armadas. A medida provocou de imediato o alarme dos ativistas LGBT.

Logo que Trump anunciou a proibição no Twitter, a União Americana pelas Liberdades Civis apelou aos militares transgénero para que contactem os serviços jurídicos da organização.

Article source: http://www.dn.pt/mundo/interior/trump-proibe-pessoas-transgenero-de-entrarem-para-o-exercito-8664758.html

Subscrever

O jogador catalão de 2,13 m e 113 kg entrou na NBA em 2001, pela mão dos Memphis Grizzlies, após ter iniciado a carreira nos pavilhões do Barcelona. Sete anos depois, rumou aos Los Angeles Lakers, equipa pela qual foi campeão em 2009 e 2010. Entre 2014 e 2016 esteve ao serviço dos Chicago Bulls, de onde saiu para San Antonio, clube pelo qual apontou o seu ponto 20 mil na NBA, em abril, tornando-se o segundo europeu a atingir essa marca, seguindo as pisadas do alemão Dirk Nowitzki.

Com um currículo invejável, Gasol participou seis vezes no jogo All–Star (2006, 2009, 2010, 2011, 2015 e 2016), foi o estreante do ano em 2002 e integra o lote de quatro jogadores da história da NBA que atingiram 20 mil pontos, dez mil ressaltos, 3500 assistências e 1500 bloqueios na carreira, ao lado de Kareem Abdul-Jabbar, Kevin Garnett e Tim Duncan. É, pois, uma das maiores referências da competição na qual já jogou em 1119 encontros (1081 dos quais de início e 131 em play-offs) e onde tem médias de 17,9 pontos, 9,4 ressaltos, 3,2 assistências e 1,65 bloqueios por partida.

Internacional espanhol desde 2001, esteve em quatro Jogos Olímpicos, tendo alcançado duas medalhas de prata, em 2008 e 2012, e uma de bronze, em 2016. Foi campeão mundial em 2006 e europeu em 2009, 2011 e 2015.

Derrick Rose perto dos Cavaliers

Numa fase em que os plantéis para a próxima temporada estão a ser desenhados, existe a forte possibilidade de Derrick Rose (New York Knicks) assinar pelos Cleveland Cavaliers. Os vice-campeões da NBA vão ficar sem uma das suas principais estrelas, Kyrie Irving, que pediu para ser trocado em busca de um papel de maior protagonismo noutra equipa, sem a sombra de LeBron James, e poderão assim colmatar a saída com o MVP de 2011, quando alinhava pelos Chicago Bulls, tendo sido o mais jovem jogador de sempre a receber tal distinção.

A contratação de Rose terá mesmo sido aconselhada por LeBron, ainda que o base de 28 anos tenha estado abaixo do nível esperado em Nova Iorque, com médias de 18 pontos, 3,8 ressaltos e 4,4 assistências nas 64 partidas que disputou. A intenção dos Cavs é chegar à quarta final consecutiva, mas, desta feita, recuperar o título conquistado em 2016 mas perdido em 2017 para os Golden State Warriors.

Article source: http://www.dn.pt/desporto/interior/pau-gasol-renova-e-vai-ganhar-mais-41-milhoes-de-euros-ate-aos-40-anos-8662912.html

Subscrever

Atualmente, no mundo, já reconhecem o casamento entre pessoas do mesmo sexo na Argentina, Bélgica, Brasil, Reino Unido, Canadá, Colômbia, Dinamarca, Finlândia, França, Gronelândia, Islândia, Luxemburgo, México, Holanda, Nova Zelândia, Noruega, Portugal, África do Sul, Espanha, Suécia, Uruguai e Estados Unidos. No continente africano, a África do Sul é caso único de legalização, no asiático não há nenhum país que reconheça o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Há apenas o caso de Taiwan, onde, em maio, o Tribunal Constitucional deu dois anos ao governo para que aprove legislação no sentido de legalizar o casamento gay.

Apesar do voto de ontem, a Alemanha já permitia a união de facto entre pessoas do mesmo sexo desde o ano de 2001. Vários dos seus políticos são assumidamente gays. É o caso de Jens Spahn, o mais jovem deputado do Parlamento alemão, que tem 37 anos e é da CDU, do ex-ministro dos Negócios Estrangeiros, Guido Westerwelle, do FDP e do ex-presidente da Câmara Municipal de Berlim, Klaus Wowereit, que pertence ao SPD.

Article source: http://www.dn.pt/mundo/interior/casamento-gay-aprovado-schulz-a-favor-e-merkel-contra-8605177.html

Subscrever

“A temática social está presente”, confirmou, revelando que, “no concerto de hoje, vai haver, por exemplo, uma canção que foi escrita por causa do crime ambiental que aconteceu na cidade de Mariana, há dois anos, no Brasil, que foi o maior crime ambiental da história”.

Entre os ritmos brasileiros tradicionais, como o afro-brasileiro ljexá, o maracatu, o baião e o samba que transporta para a modernidade nas músicas que compõe, vai também ouvir-se falar do movimento ‘gay’, com o tema “Parada Multicor”, que faz parte do disco Quilombo Oriental, de 2015, mas pela primeira vez apresentado em Portugal no palco de Porto Covo.

“Sou um artista que procura trazer uma autenticidade, então, em tudo o que eu faço, em todos os ambientes em que eu estou participando, eu sempre trago as minhas posturas políticas bem firmadas, elas estão sempre lá”, disse, sem esconder a oposição ao presidente do Brasil, Michel Temer.

“Sou totalmente contra o Temer, o que aconteceu no Brasil foi um golpe”, acredita o músico que considera que o país está a perder em áreas em que tinha crescido nos anos anteriores.

Apontando a “educação”, a “cultura” e a “reforma agrária” como setores em que o país tinha crescido “imensamente”, nos anos em que o Brasil foi liderado pelo Partido dos Trabalhadores, Gustavito critica agora as opções do atual Governo, que considera estar a “eliminar completamente os direitos dos trabalhadores” e dos “aposentados”.

Longe do Brasil e acabado de chegar hoje a Porto Covo, Gustavito está a preparar-se para contagiar o público do FMM, com o ritmo alegre e energético do espetáculo que o junta em palco com o grupo A Bicicleta, para cantar músicas que têm origem ou influência do “bloco de Carnaval” Pena de Pavão Krishna de que o cantautor faz parte, em Belo Horizonte.

Ainda antes do projeto brasileiro, atuam os moçambicanos Costa Neto João Afonso, que cantam a solo, mas que, durante os espetáculos, vão também “encontrar-se” em palco.

Waldemar Bastos (Angola), às 22:30, e Mabang (China), às 23:45, são os projetos que compõem o restante cartaz do segundo dia do FMM.

Até domingo, o palco está montado na Praça Marquês de Pombal, em Porto Covo, mas a partir de segunda-feira, o festival muda-se para Sines com mais 44 concertos, uns gratuitos, outros pagos, distribuídos pelo Pátio das Artes, Largo Poeta Bocage, Centro de Artes de Sines, Avenida Vasco da Gama e Castelo.

Article source: http://www.dn.pt/lusa/interior/a-alegria-de-gustavito-no-festival-musicas-do-mundo-tambem-tem-critica-social-8656695.html

Subscrever

A aprovação do projeto pelo Bundestag foi feita na última sessão da presente legislatura por iniciativa do partido Social-Democrata (SPD), parceiro da coligação liderada pela chanceler Angela Merkel, que votou contra.

A votação foi controversa, porque o SPD violou o pacto de coligação subscrito nas linhas conservadoras de Merkel, que não contemplava a legalização do casamento homossexual.

A legalização do casamento homossexual foi aprovada no Bundestag com 393 votos a favor, 226 contra e quarto abstenções.

Quase um quarto dos deputados conservadores – 75 dos 310 que formam o grupo – votaram a favor da lei, depois de a chanceler os libertar da disciplina de voto.

Tanto o SPD como a Esquerda e os Verdes tinham advertido que não entrariam numa futura coligação de governo se não se contemplasse a legalização do casamento homossexual.

Neste mesmo sentido se pronunciou o partido liberal, sem lugares atualmente no Bundestag, mas que, segundo as sondagens, regressará a esta câmara depois das eleições gerais em setembro, com perspetivas de ser um novo parceiro da CDU/CSU de Merkel, considerado seu aliado.

Article source: http://www.dn.pt/mundo/interior/presidente-alemao-promulga-lei-que-legaliza-casamento-homossexual-8654407.html

Subscrever

O estudo vai debruçar-se sobre “três momentos de transição da vida: da escola para o primeiro emprego, a progressão de carreira na meia-idade, e a entrada na reforma”, adiantou a investigadora.

Financiado pela NORFACE – New Opportunities for Research Funding Agency Co-operation in Europe, o estudo arrancará em simultâneo nos quatro países em março de 2018, sob a designação “Comparing Intersectional Life Course Inequalities amongst LGBTQ Citizens in Four European Counties» (CILIA – LGBTQ)”.

O estudo, o primeiro na Europa com esta dimensão, irá ainda analisar o modo como a sexualidade, a identidade e expressão de género, a classe social, o estatuto de cidadania e a origem étnica afetam as desigualdades de pessoas LGBTQ ao longo da vida.

A investigadora do CES acredita que os resultados do estudo podem contribuir “para políticas sociais informadas”, bem como para o desenvolvimento de agendas de investigação futuras financiadas no quadro de concursos nacionais e internacionais, visando combater as desigualdades em função do género e da orientação sexual.

Ana Cristina Santos refere que, “do ponto de vista legislativo, o enquadramento está bem feito” em Portugal nas questões LGBTQ, mas adianta que ainda há um longo caminho a percorrer na prática diária para terminar com a discriminação enfrentada por lésbicas, gay, bissexuais, transgénero e queer.

Article source: http://www.dn.pt/sociedade/interior/investigadores-de-coimbra-recebem-14-me-para-estudar-discriminacao-de-genero-8651416.html

Subscrever

O estudo vai debruçar-se sobre “três momentos de transição da vida: da escola para o primeiro emprego, a progressão de carreira na meia-idade, e a entrada na reforma”, adiantou a investigadora.

Financiado pela NORFACE – New Opportunities for Research Funding Agency Co-operation in Europe, o estudo arrancará em simultâneo nos quatro países em março de 2018, sob a designação “Comparing Intersectional Life Course Inequalities amongst LGBTQ Citizens in Four European Counties» (CILIA – LGBTQ)”.

O estudo, o primeiro na Europa com esta dimensão, irá ainda analisar o modo como a sexualidade, a identidade e expressão de género, a classe social, o estatuto de cidadania e a origem étnica afetam as desigualdades de pessoas LGBTQ ao longo da vida.

A investigadora do CES acredita que os resultados do estudo podem contribuir “para políticas sociais informadas”, bem como para o desenvolvimento de agendas de investigação futuras financiadas no quadro de concursos nacionais e internacionais, visando combater as desigualdades em função do género e da orientação sexual.

Ana Cristina Santos refere que, “do ponto de vista legislativo, o enquadramento está bem feito” em Portugal nas questões LGBTQ, mas adianta que ainda há um longo caminho a percorrer na prática diária para terminar com a discriminação enfrentada por lésbicas, gay, bissexuais, transgénero e queer.

Article source: http://www.dn.pt/sociedade/interior/investigadores-de-coimbra-recebem-14-me-para-estudar-discriminacao-de-genero-8651416.html