Birzil

Depois de reger o casamento entre duas pessoas do mesmo sexo, onde um deles era seu filho, um pastor metodista teve seu cargo revogado pela igreja por não ter seguido as determinações pré-estabelecidas pela congregação na Pensilvânia (EUA).

Antes do Pastor Frank Schaefer realizar a cerimônia gay, ele já tinha como base o que estava registrado no Livro de Disciplina da Metodista Unida. Como preferiu manter a decisão em consideração ao seu filho, o pastor teve que lidar com as consequências e agora foi excomungado por violação de regras.

Segundo John Lomperis, diretor executivo do Instituto de Religião e Democracia da Metodista Unida, a congregação tentou ser o mais cordial o possível, mas regras tem que ser cumpridas para proteger a vitalidade das igrejas locais.

Para Lomperis, faltou integridade da parte do pastor, pois todas as recomendações são dadas a ele e a outros ministros, e ainda assim Schaefer escolheu por não defender os padrões bíblicos que pregam pela família tradicional, em prol do processo de criação adequado de filhos.

Schaefer chegou a receber apoio de outros membros da igreja para realizar a cerimônia. Contudo, John Lomperis destaca que exemplos devem ser dados para que os fiéis possam ter a orientação mais correta, sem quebrar o legado deixado pelas famílias.

“Este episódio destaca a importância das igrejas em todas as tradições que protegem a si mesmos e à causa de Cristo pela triagem cuidadosa, com o auxílio dos pastores para a preservação do aterramento bíblico e do caráter moral, tendo meios eficazes de prestação de contas”, resume Lomperis.

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O diretor acrescenta que o caso de Schaefer não foi o primeiro. A Igreja Metodista Unida já teria vivido casos semelhantes com outros ministros, mas como também cruzaram a linha, a igreja manteve a mesma postura e seguirá assim, de acordo com Lomperis.

Article source: http://portugues.christianpost.com/news/pastor-metodista-rege-casamento-gay-e-perde-o-cargo-por-determinacao-da-igreja-18709/

Sam Alves começou o ano de 2014 agradecendo o apoio dos fãs após ter vencido o “The Voice Brasil”, reality musical exibido na Globo. O cantor de Fortaleza, que carrega leve sotaque americano devido aos anos em que viveu nos Estados Unidos, falou sobre a repercussão da sua jornada no programa e não poupou elogios à sua mentora, Cláudia Leitte.


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Em carta publicada por ele no Facebook nesta quarta-feia (1º de janeiro), Sam destacou a força que a cantora ofereceu logo no início de sua participação no programa.

“Entrei achando que ela seria uma ótima técnica para mim. Saí sabendo que ela foi a técnica e a pessoa mais excepcional para eu ter trabalhado junto. Você me ensinou a ser eu mesmo e a estar firme em Deus”, disse Sam.

O cantor aproveitou para fazer um desabafo sobre os momentos tensos em que passou no The Voice. Segundo ele, houve fases em que duvidou do próprio talento, mas foi reanimado por Claudinha quando se sentia fraco na competição.

“[Claudia Leitte] ensinou-me a acreditar em mim mesmo, mais do que duvidar, a trabalhar nas minhas fraquezas e não apenas apontar para elas. Você se tornou exemplo de humildade e de um verdadeiro mentor. É uma amiga e acho que é um dos maiores presentes com o qual saí do programa. Você acreditou em mim tanto que eu passei a acreditar mais e mais em mim mesmo. Você me deu espaço para mostrar o que eu tinha, a habilidade criativa para me expressar do meu próprio jeito, e permanecer o artista que gostaria de ser. Orou comigo e orou por mim. Obrigado por ter sido o melhor técnico e espero que eu tenha te deixado orgulhosa.”

O agradecimento à Deus e à família também foram destaques na declaração do cantor pela rede social. “Primeiro gostaria de dar toda honra e glória a Deus. Sou abençoado e sou muito grato por isso”, escreveu.

Agradecimento aos fãs

Sobre o “Team Sam”, em referência aos fãs do cantor, o jovem de 24 anos não esqueceu que já carrega um fã clube, boa parte dele responsável por sua vitória no programa.

Vocês votaram até não terem mais dinheiro para as recargas de celular. Clicaram para votar online tantas vezes que os dedos doíam. Ficaram acordados até tarde votando mesmo quando precisavam acordar cedo no dia seguinte. Demonstraram um senso de admiração pelo meu trabalho e por minha música que por si só já teria valido a pena”.

Bate-papo pelo Twitter

Atencioso com os fãs, Sam Alves dedicou alguns momentos para responder a perguntas pela rede social e houve quem não segurou a curiosidade sobre a sexualidade do cantor: “Vou perguntar se o Sam é gay”, sugere um fã. Em resposta, ele confessa que não é a primeira vez que alguém pergunta sobre o assunto: “Já me perguntaram muitas vezes, mas continuo hétero. Tenho amigos que são gays”, afirma.

Outro fã pergunta se há previsão de um novo show em Salvador e Sam não poupa humor na resposta: “Minha filha, minha técnica é a Claudinha [risos], deixando entender que ele tem portas abertas para repetir a apresentação com a ex-mentora em terras baianas.

Ao apostar em música americana durante a competição do “The Voice”, Sam também foi perguntado sobre como vai encaminhar o repertório na carreira que pretende engatar no Brasil. “Nunca disse que pararia de cantar em português. Vou cantar duas línguas. Por que não?”.

Carreira no Brasil

Após a vitória no “The Voice”, Sam cantou ao lado de Cláudia Leitte em Salvador, no show de pré-Réveillon, no dia 30 de dezembro, e repetiu o dueto que fez no programa com Marcela Bueno. Os dois se apresentaram no Ano Novo na Avenida Paulista.

Sam Alves viaja para os Estados Unidos, mas retorna ao Brasil com intuito de iniciar a carreira.

Article source: http://www.purepeople.com.br/noticia/sam-alves-agradece-aos-fas-e-fala-sobre-claudia-leitte-acreditou-em-mim_a14547/1

Favorito ao prêmio de melhor do mundo em 2013, o português Cristiano Ronaldo arranjou sarna para se coçar na última terça-feira (31). O craque do Real Madrid brindou seus seguidores com uma foto de sua intimidade, mas acabou sendo zombado nas redes sociais. Na imagem, CR7 aparece recebendo uma massagem pra lá de especial de cinco funcionários do clube espanhol. Para piorar, o jogador aparece só de cueca e com parte do bumbum à mostra; confira a repercussão da foto.

A foto recebeu uma enxurrada de curtidas e comentários, mas alguns dos seguidores foram bastante maldosos. Vários deles chamaram o português de “gay” e chamaram a atenção para o fato de o jogador estar com a cueca levantada.

Cr7, no entanto, não deve estar muito preocupado com os detratores. Recentemente, o craque recebeu o prêmio Globe Soccer Award como melhor jogador do ano de 2013.

Já de férias, o craque viajou com a namorada Irina Shayk e com o pequeno Cristiano Ronaldo Jr.

Article source: http://www.tribunahoje.com/noticia/89341/esporte/2014/01/01/de-cueca-cristiano-ronaldo-recebe-massagem-de-dez-mos-e-e-zombado.html

A explicação para a anulação dos casamentos gays está na própria estrutura geopolítica da Austrália, formada por seis estados – Nova Gales do Sul, Queensland, Austrália do Sul, Tasmânia, Victoria e Austrália Ocidental – e dois territórios, o Território do Norte e o Território de Camberra, a capital australiana.

Na maioria das situações, os dois territórios funcionam como os estados, mas o Parlamento da Comunidade, ou seja, a legislação federal, pode substituir a lei dos respectivos parlamentos. O casamento gay se enquadra neste caso.

Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal decidiu que “a lei sobre o casamento não é válida para a formação ou o reconhecimento do casamento para os casais do mesmo sexo. Segundo a Constituição e a atual lei federal, uma autorização legal do casamento homossexual depende do parlamento federal”, esclareceram os juízes.

A decisão significa que os 27 casamentos gays realizados em Camberra foram declarados inconstitucionais e serão anulados.

O casamento homossexual é proibido na Austrália desde uma mudança, em 2004, de uma lei que passou a definir que um casamento concerne exclusivamente a união entre um homem e uma mulher. Mas se o casamento gay entre homossexuais é proibido, o país autoriza as uniões civis entre pessoas do mesmo sexo.

Reações pró e contra

O anúncio do “descasamento” causou indignação entre os envolvidos. Diante do tribunal, os defensores dos direitos dos homossexuais protestaram. Mesmo assim, certas associações consideram que a causa está progredindo na Austrália. Por outro lado, diversas associações religiosas apreciaram a decisão do Supremo.O próprio primeiro-ministro conservador Tony Abott, cuja irmã é lésbica, votou contra a autorização desse tipo de união.

A Nova Zelândia foi o primeiro país da região e o 14° do mundo a legalizar o casamento homossexual, em abril de 2013. Em Taiwan, uma das nações mais liberais da Ásia, o parlamento examina atualmente um projeto de lei, mas a proposta divide a população.

Em contraponto, a Índia confirmou nesta semana uma lei dos tempos da colonização britânica que classifica a homossexualidade como um crime.
 

Article source: http://www.portugues.rfi.fr/mundo/20131212-supremo-da-australia-invalida-casamentos-gays-em-camberra


Instantâneos do quotidiano de oito famílias arco-íris espalham-se pela cidade de Lisboa entre 1 e 14 de janeiro no circuito de mupis da Câmara Municipal de Lisboa e nos écrans da Associação de Turismo de Lisboa

O projeto “famílias, aqui”, da fotógrafa Ana Nunes da Silva e da jornalista Ana Clotilde Correia, começou em 2011, com o apoio da ILGA Portugal, a fixar instantâneos de oito famílias com pais gays e mães lésbicas.

Estes são alguns desses retratos, imagens que dão visibilidade a estas famílias e à desproteção legal a que estão votadas pelo ordenamento jurídico português, que insiste em ignorar o supremo interesse de crianças que têm dois pais ou duas mães.

Em maio de 2013, foi aprovado na generalidade o projeto de lei que vem consagrar a possibilidade de coadoção em casais do mesmo sexo, e que é particularmente urgente para garantir os direitos das crianças criadas nestas famílias, permitindo estabelecer legalmente as responsabilidades das suas mães ou dos seus pais.

“Numa altura em que a Assembleia da República discute um projeto obviamente não sério e meramente dilatório para a realização de um referendo, adiando uma vez mais a votação final do projeto de lei sobre a coadoção, Lisboa é a cidade aberta que expõe a diversidade das famílias ainda amputadas nos seus direitos”, afirma Paulo Côrte-Real, Presidente da ILGA Portugal.

“Em 2013, o Tribunal Europeu de Direitos Humanos condenou a Áustria por não estender aos casais do mesmo sexo a possibilidade de coadoção, apontando especificamente Portugal como um dos muito poucos exemplos da mesma violação da Convenção Europeia de Direitos Humanos, não podemos deixar de celebrar a coragem e a resiliência das muitas famílias portuguesas que estão já aqui”, afirma a vice-presidente da associação ILGA Portugal, Isabel Advirta, também coordenadora do grupo Famílias Arco-Íris da ILGA Portugal.

“Estas famílias, como tantas outras que não mostramos, são feitas de exemplos de coragem, de determinação, de apoio e de amor. Não temos dúvidas da força destes laços familiares, os mesmos que o Estado não reconhece”, afirma Ana Clotilde Correia.
“A fragilidade legal em que se encontram é a sombra comum que paira sobre estas famílias”, completa Ana Nunes da Silva.

Em Portugal, embora os casais do mesmo sexo tenham acesso à união de facto desde 2001 e ao casamento desde 2010, não existe ainda qualquer reconhecimento da parentalidade exercida por estes casais. Uma pessoa gay ou lésbica poderá candidatar-se à adoção, mas apenas individualmente; um casal do mesmo sexo, unido de facto ou casado, não pode sequer candidatar-se enquanto tal. O acesso a técnicas de reprodução medicamente assistida, incluindo a inseminação artificial, está proibido para lésbicas e mulheres solteiras de qualquer orientação sexual.

No novo ano, estas são imagens que alertam para a urgência da mudança. Porque as famílias estão aqui.
 

http://www.familiasaqui.com/

ILGA Portugal
familias.ilga-portugal.pt

ilga@ilga-porugal.pt
www.ilga-portugal.pt

Saiba mais sobre este projeto em familias.ilga-portugal.pt/familias-aqui-o-projeto-esta-na-rua

Article source: http://port.pravda.ru/news/sociedade/03-01-2014/35956-lisboa_album-0/

O filme do ano na França foi La Vie d’Adèle (Azul é a Cor mais Quente, no título em português). Em plena ebulição no país em torno da aprovação da lei autorizando o casamento entre pessoas do mesmo sexo, o longa mostra a paixão entre duas jovens e vence a Palma de Ouro, a principal premiação do festival de Cannes. A polêmica obra de Abdellatif Kechiche chegou ao Brasil em dezembro e traz cenas de sexo entre as duas atrizes protagonistas, Adèle Exarchopoulos, de 19 anos, e Léa Seydoux, de 28 anos. Mas acima de tudo, o Azul é a Cor Mais Quente é um filme que retrata, com uma sensibilidade rara, o amor. Ouça aqui a reportagem de Patrícia Moribe, que acompanhou o Festival de Cannes 2013.

 

Article source: http://www.portugues.rfi.fr/geral/20131224-cannes-premia-amor-gay-em-filme-frances

Agência Estado
Luiz Carlos Merten

Existem convenções de que as listas de melhores tenham de ser organizadas com dez – dez filmes, livros, CDs, espetáculos etc. No cinema, em 2013, foram três filmes franceses, três norte-americanos, dois brasileiros, um português e um espanhol – Um Estranho no Lago, Azul É a Cor Mais Quente, Zarafa, Gravidade, Homem de Aço, Rush – No Limite da Emoção, O Som ao Redor, São Silvestre (que ainda vai estrear), O Estranho Caso de Angélica e Blancanieves.

Foi um ano peculiar. Teve bons filmes desde o início – O Som ao Redor, de Kleber Mendonça Filho, estreou na primeira semana de 2013 -, mas houve uma arrancada final e novembro e dezembro fornecem mais da metade dos destaques. O público cresceu, o share do cinema brasileiro – a participação da produção nacional no mercado – também aumentou. Mas se o ano foi bom para o cinema brasileiro, não foi tão bom para os filmes. Um punhado deles estourou e forneceu as cifras otimistas, quase sempre as comédias. As que encabeçam a lista das bilheterias – De Pernas pro Ar 2, de Roberto Santucci, com Ingrid Guimarães, e Minha Mãe É Uma Peça, de André Pellenz, com Paulo Gustavo – não são descerebradas, pelo contrário, e isso já é alguma coisa.

O que é o cinema, perguntava-se, há bem uns 60 anos, o crítico francês André Bazin? Cada um terá suas respostas, e elas poderão ser diferentes, porque o cinema não vem com instruções de uso e cada um faz as escolhas daquilo que gosta. O cinema está na boca aberta de Adèle Axerchopoulos, que expressa tudo – desejo, gula, assombro – no Azul de Abdellatif Kechiche. Está em momentos privilegiados que compuseram a grandeza do ano. Kevin Costner olhando o filho criança que brinca e antecipando o super-herói em que ele se transformará no poderoso Homem de Aço, de Zach Snyder. O narrador tribal que reencontra o tempo perdido e as personagens de sua ficção, na verdade de suas memórias, num lance assim digno de Marcel Proust e de seu tempo reencontrado, em Zarafa, de Remi Bezançon. O canto dos trabalhadores no deslumbrante fecho da Angélica de Manoel de Oliveira. Ou a troca de olhares entre James Hunt e Nikki Lauda, entre Chris Hemsworth e Daniel Bruhl antes da d
ecisiva corrida do Japão, em Rush, de Ron Howard.

A beleza e a grandeza do cinema está em filmes que não necessariamente ficaram entre os cinco, ou os dez. O grito de desespero de Charlotte Rampling, decifrado o enigma de Eu, Anna, em que ela foi dirigida por seu filho, Barnaby Southcombe. A desmontagem de Cate ‘Blanche Dubois’ Blanchett em Blue Jasmine, de Woody Allen. O pungente plano final, a morte do assassino profissional sentado naquela cadeira, frente ao mar e vendo o tempo, como sua vida, se escoar em Salvo – Uma História de Amor e Máfia, de Fabio Grassadonia e Antonio Piazza. A cena intimista do diálogo entre o anão e a elfa de Hobbit 2 – A Desolação de Smaug, de Peter Jackson, tão íntimo e revelador das diferenças que se compara às digressões amorosas de Hong sang-soo no filme mais nouvelle vague do ano que se encerra, Filha de Ninguém.

O cinema brasileiro participou dessas belezas, desses refinamentos. O duelo e a cena de sexo entre Fabrício Boliveira e Íris Valverde em Faroeste Caboclo, de René Sampaio. Formaram o casal hetero do ano, uma bela dupla birracial ocupando espaço no ano em que o par gay reinou soberano – as garotas de Azul, os homens de Um Estranho no Lago, de Alain Guiraudie. Talvez o grande legado do cinema no ano tenha isso esse olhar sobre o direito à diferença. O toque da elfa e do anão quando ela salva a vida dele em Hobbit 2 é uma possibilidade que vira impossibilidade em Blancanieves, no desejo do anão, belo como é, pela topureira no filme de Pierre Berger.

O cinema é a melodia do olhar, dizia o poeta Nicholas Ray. É uma janela aberta para a realidade, ou a fantasia, e de ambas as formas é um instrumento do humanismo e uma ferramenta para se entender o mundo. São Paulo é a grande personagem de Lina Chamie em São Silvestre e o filme sobre a corrida é, na verdade, sobre o esforço humano e, como investigação de linguagem, sobre o cinema. É um filme sobre tudo, mas alguém que não entre no clima de sua admirável simetria audiovisual dirá que é o oposto – sobre nada. Tudo ou nada. Não foi o grande Yasujiro Ozu que fez escrever na sua lápide, sem nome, o ideograma japonês de ‘nada’, de vazio? O cinema é uma invenção dos autores e uma reinvenção dos espectadores. Tudo está, no limite, no nosso olhar sobre o olhar que eles nos propõem. O voyeurismo, o espetáculo do corpo, está em Kechiche como em Guiraudie, malgrado suas diferenças. Então, vamos lá – o que foi o cinema, o que ainda está sendo em 2013?

O olhar paternal de Kevin Costner, o olhar doloroso de Henry Cavill, o vento que agita as folhas das árvores no Lago, os quadros de Emma/Léa Seydoux que, passada sua paixão por Adèle, eternizam o que foi aquele momento na vida de ambas. 

Article source: http://www.clicfolha.com.br/noticia/30185/2013-fez-historia-no-cinema

A Coca-Cola lançou nova campanha com o tema “Reasons to Believe” (em português, “Razões para acreditar”) e, numa tentativa de apoiar o casamento homossexual, de forma inicialmente corajosa, terminou  em uma situação desconfortável, quando retirou imagens de um casamento entre dois homens de um dos filmes.

Os vídeos da campanha, voltada para toda a Europa, trazem uma música cantada por crianças, e a canção serve de pano de fundo para imagens que representam felicidade experimentada em momentos singelos. No curta, originalmente divulgado na Holanda, Noruega e Grã-Bretanha, um desses momentos de felicidade, acompanhado das palavras “celebração de amor”, era um casamento entre dois homens.

A polêmica está em que, para o vídeo lançado na Irlanda, país predominantemente católico, a cena do casamento homossexual foi retirada, e substituída por uma celebração heterossexual.

Um porta-voz da Coca-Cola afirmou ao site de notícias irlandês The Journal.ie, o seguinte (tradução livre): “Como você afirma, de forma correta, as imagens do casamento usadas no anúncio para o Reino Unido e algumas outras partes da Europa mostram dois homens se casando. A razão porque isto mudou para a Irlanda é que neste país, enquanto a união civil homossexual é permitida, o casamento gay não é”.

A resposta dada pela empresa chamou a atenção de alguns veículos midiáticos, entre eles, a revista ELLE, que possui forte posicionamento a favor da causa LGBT e tinha levantado a questão do anúncio da Coca-Cola. A revista chama a resposta da gigante de “dissimulada”, pois as imagens do casamento homossexual que o vídeo trazia retratavam justamente uma união civil e não um casamento.

Outro ponto levantado foi que o anúncio com as imagens da união gay foram ao ar no Reino Unido, mesmo sem a Escócia e a Irlanda do Norte permitirem o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Conforme faz outras edições e cortes adaptativos de acordo com os países em que a campanha será veiculada, a Coca-Cola provavelmente enfrentará vigilância apertada por parte dos ativistas.

Assista aos dois vídeos abaixo:

O original, divulgado na Irlanda, Noruega e Grã-Bretanha:

A versão editada, veiculada na Irlanda:

 Com informações de Adweek

Article source: http://www.administradores.com.br/noticias/marketing/coca-cola-corta-cena-de-casamento-gay-de-um-video-de-sua-nova-campanha-global/83308/

Élcio Ramalho, enviado especial ao Brasil

A acolhida carinhosa do público em relação à ministra não passou despercebida pelo presidente Hollande. Durante a abertura do evento Diálogo franco-brasileiro sobre Educação, o ministro brasileiro da Educação, Aloizio Mercadante, fez questão de apresentar alguns integrantes da comitiva francesa sentados na primeira fila da plateia. A ministra francesa da Justiça foi muito aplaudida e precisou se levantar para agradecer a reação do público, formado principalmente por jovens estudantes.

Quando chegou sua vez de discursar, o presidente Hollande deu sua interpretação sobre o carinho da plateia com Christiane Taubira : “Fiquei particularmente sensibilizado pela acolhida que vocês reservaram à Christiane Taubira. Sem dúvida, porque ela é guianesa e vizinha de vocês, mas sobretudo porque ela criou uma lei na França que pode também servir de referência e exemplo”, disse Hollande. A referência foi à lei do casamento gay que foi aprovada pelo parlamento francês após muitos protestos nas ruas. A ministra chegou a ser insultada por ter proposto o projeto de lei.

“Essa lei promove a igualdade, a dignidade e a liberdade, valores que são da França mas também de todos aqueles que querem se libertar de todo tipo de submissão. E o Brasil já mostrou pela sua história que é capaz disso”, afirmou o presidente francês.

No Brasil, uniões entre pessoas do mesmo sexo tem acontecido desde 2011, a partir da decisão do Supremo Tribunal Federal.

Intercâmbio estudantil

François Hollande dedicou a maior parte de seu discurso para abordar os acordos assinados entre Brasil e França para a promoção de intercâmbio estudantil. O governo francês se comprometeu a receber 10 mil bolsistas do programa Ciências sem Fronteiras até 2015, sendo que 6 mil deles já passaram pelo país. O presidente francês destacou que pretende dobrar esse número.

“Queremos ir mais longe. Formar não apenas estudantes mas pesquisadores de alto nível”, disse. Atualmente a França é o terceiro país que mais acolhe estudantes brasileiros do programa.

Holande ainda lembrou da assinatura pela manhã no Palácio do Planalto, na presença da presidente Dilma Rousseff, do acordo do programa “Férias -Trabalho” que vai permitir aos jovens franceses viverem no Brasil e aos jovens brasileiros viverem na França durante um ano com visto que permite trabalhar temporariamente para completar seus recursos.

Hollande também anunciou a disposição da França em receber 1000 bolsistas de mestrado de cursos profissionalizantes nos próximos dois anos.

Faz parte do acordo entre os dois governos, a promoção da língua francesa desde o ciclo básico até cursos on line para estudantes brasileiros selecionados para estudar nas universidades francesas através do programa ” Ciências sem fronteiras”.
 

Article source: http://www.portugues.rfi.fr/brasil/20131213-hollande-sugere-que-brasil-adote-lei-sobre-casamento-gay

Uruguay’s proposed new law that, come next April, will allow citizens to buy marijuana at pharmacies and grow up to six pot plants at home won’t do much to chill out tourists: Visitors will still be prohibited from smoking up in the country Homer Simpson once titteringly called You Are Gay (and whose official name, for future Jeopardy! reference, is the Oriental Republic of Uruguay). But as you wander down the placid Calle de los Suspiros, or Street of Sighs, in the historic quarter of Colonia del Sacramento, you hardly need pharmaceuticals to help you wind down.

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This quiet little wisp of a town, an hour’s ferry ride from high-energy Buenos Aires, is a time capsule of calm, complete with vine-draped walls, cafés, art galleries and the occasional vintage automobile that doubles as a flower planter.

Sloping away from the leafy, central Plaza Mayor, the Street of Sighs got its name, depending on whom you ask, from the prostitutes that used to work this once-bustling port or from the prisoners housed here by Portugal and Spain in the days when those European heavyweights fought, often bloodily, for control of this southwestern corner of Uruguay.

Seemingly frozen in time, houses clad in either jagged rock or pink-washed stucco flank the block-long cobblestone street – the flat-roofed ones Spanish; the angled ones, Portuguese.

Here you’ll find a couple of literal hole-in-the-wall restaurants: the Buen Suspiro, with tables in both a fanciful little cellar and a simpatico courtyard; and, across the way, the even tinier, even more unassuming El Cofre.

Either provides an ideal perch at which to sip a yerba mate – the caffeine-heavy, tea-like drink favoured by both Argentines and Uruguayans – and put the bustle of Buenos Aires firmly in the past.

Besides, you’re hardly at a loss for a whole lot of past right here in Colonia: The story of the town’s Barrio Historico (Historic Quarter) spans 333 years, five countries, countless imperial battles, and earned the title of UNESCO World Heritage Site. You can contemplate that convulsive history from a lookout atop the whitewashed Faro lighthouse.

Looming over the Street of Sighs, it’s nestled in the tumbling ruins of a 17th-century convent, and affords views north toward Brazil and south to Argentina (Buenos Aires is visible on a clear day).

At the Barrio’s heart is the tree-packed Plaza Mayor, which serves as both shaded respite from the summer sun (summer runs from now to March in Uruguay) and, with its stone steps and park benches, as chill-out central for travellers.

It’s also home to a single-storey building of slatted rock, shaded by hot-pink bougainvillea, that houses the quaint Museo Portugues.

Inside, several testaments to the town’s Portuguese history are laid out with unpolished charm: crispy old maps; a smattering of jewellery; even the royal medallion that hung on Colonia’s city wall when Spain was at bay. Your ticket (roughly $3) also gets you into the square’s Museo Municipal and several other dinky but genial historic venues on nearby streets.

If it’s a nice day, though, and it generally is this time of year, you’ll want to spend it outside. One option is to follow the Street of Sighs away from the Plaza and down to the Rio de la Plata.

At the water, turn left and you’ll soon come to the imposing city gate, or Porton de Campo. Dating from 1745, its ramparts now afford waterside views that come close to rivalling those of the lighthouse, plus a funky drawbridge and long-disused moat.

Back down at street level, turn right from the gate, and you begin a riverside circumnavigation of the quarter along a gracious, if somewhat tattered, promenade.

All along the shore, stretches of sand draw picnicking families; rocks provide natural perches for fisherman and canoodling couples; and restaurants serve up sunset views.

As you curve your way first west, then north, you’ll soon come to the Calle de la Playa, an ambling street that invites you back into the heart of the Barrio, where laneways heave with the roots of towering sycamores, and local families sit, as if on official display, in living rooms whose windows open to the sidewalk.

At the corner of Calle Real, consider stopping for takeaway at chocolatier Choo, whose swoop-legged central table, spherical chandeliers and mismatched mirrors would make Pee-wee Herman feel right at home.

A short block farther into the centre is Uruguay’s oldest church – as old as Colonia itself. Its simple entrance is flanked by a pair of stout towers that culminate in wraparound lookouts; inside are a few centuries-old artworks, and a single, wide column that dates to 1731.

Next door, the Plaza de Armas park is crisscrossed with herringbone paths that hover over what remains of the original home of the town’s founding governor, Manuel Lobo, a few of its walls still poking from the grass.

Across from those reminders of long-ago pillage and plunder sits a funky little restaurant that nods to the postmodern with kitschy paintings, vibrantly painted patio chairs and a Model-T Ford parked out front with flowers sprouting from its trunk.

We sidled up to one catch of the day (dorado, a whitefish popular in Uruguay) and one local dinnertime staple: chivito – a hot sandwich piled high with beef, bacon, eggs and veggies. Even unaided by the munchies, both were darn good.

Joined by a sleepy local mutt sprawled at our feet, we couldn’t have felt more cocooned from this town’s tumultuous history, in a country that may soon make history again, this time of a far more mellow variety.

If you go

Purchase ferry tickets from Buenos Aires (buquebus.com), although my travel agent got a slightly better price (about $200 return). Make time for customs at the Buenos Aires harbour; when returning, keep in mind that Uruguay is usually an hour ahead of Argentina. There’s a bureau de change at the Colonia terminal, but rates are exorbitant; better to use Argentine pesos or American dollars.

 

Where to stay

 

There are several boutique hotels in Colonia. Rooms at La Mision, on Plaza Mayor, start at about $120, and looked sweet. (lamisionhotel.com). I stayed just outside town at La Casa de los Limoneras, which has the vibe of a British country house, a sublime pool and enormous breakfasts, but is a $25 cab ride from town and has loquacious owners; rooms start at $140 in high season with breakfast; lunch or dinner is optional at $36 per person per meal (lacasadeloslimoneros.com).

Article source: http://www.theglobeandmail.com/life/travel/destinations/the-graceful-calm-of-uruguays-colonia/article15985063/