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Gal Gadot comoDiana Prince/Wonder Woman. ©Warner Bros. Entertainment/Ratpac-Dune Entertainment. CR: Clay Enos.

Depois de várias falhas e histórias sem sucesso dos últimos filmes das personagens da DC Comics, finalmente os estúdios Warner Bros e a DC Entertainment entregam aos cinéfilos de plantão um filme a altura de um super-herói, mais precisamente de uma super-heroína. A espera chega ao fim! Wonder Woman chega às telas grandes na próxima sexta-feira, dia 2 de junho. E ela chega chegando! Posso afirmar que é o melhor filme desses quadrinhos e vou até arriscar a dizer que é um dos melhores dos últimos anos. Wonder Woman (Mulher-Maravilha, em português) é a história das origens de Diana Prince e de como ela vira essa mulher toda poderosa.

Antes de ser Wonder Woman, ela era Diana, princesa e embaixadora das Amazonas, uma guerreira treinadada da ilha Themyscira (Ilha Paraíso, em português), onde só habitavam mulheres. Quando um piloto cai e conta dos conflitos no ‘mundo dos homens’, ela deixa a ilha para lutar contra uma guerra para acabar com todas as guerras, descobrindo seus poderes e seu verdadeiro destino. Wonder Woman ou Diana Prince incorpora qualidades importantes e essenciais, que a atriz israelense Gal Gadot, que interpreta a super-heroína, compartilha com a heroína e comentou durante a coletiva de imprensa, “Ela incorpora todas as boas qualidades que as pessoas que eu amo possuem. Ela é curiosa, calorosa, amorosa e inclusiva. Ela é atrevida e tem sua própria opinião, mas, ao mesmo tempo, não está tentando ser perfeita. Ela também pode ser muito vulnerável e confusa, ingênua, mas eu amo tudo nela porque ela não é perfeita. Ela é verddeira, interessante e de coração puro”.

Também na coletiva de imprensa, que aconteceu semanas atrás em Los Angeles, o ator americano Chris Pine, que interpreta o espião e namorado de Diana, Steve Trevor, comentou sobre as qualidades semelhantes que a coprotagonista tem com a super-heroína: “É uma combinação rara de qualidades para se possuir… fisicamente formidável, atraente e magnética, o que, às vezes, pode ser até intimidador. Mas, ao mesmo tempo, ela é carinhosa e ingênua como uma criança. Existe uma pureza. Essa suavidade e força é a combinação perfeita, e ela possui essas características”.

A direção foi feita por Patty Jenkins, que entrega um filme leve, espetacular, mas ao mesmo tempo forte e cheio de empoderamento. Além de Gal Gadot e Chris Pine, também estão no elenco Robin Wright, Connie Nielson, Danny Huston, Elena Anaya, entre outros. O roteiro foi escrito por Allan Heinberg.

Segundo Patty, ela não acredita que o sucesso de um filme depende do gênero do super-herói. “A vitória será o dia em que poderemos fazer um ótimo filme sobre um herói e o que ele é ou representa ficará em segundo plano. Essa será a vitória. ‘Eu sou uma mulher. Sou mesmo? Certo! Ou talvez eu esteja em uma cadeira de rodas’, eu não sei. Que diferença a cadeira de rodas terá? E foi assim que escolhemos abordar esse filme. Eu amo a Mulher-Maravilha, mas nunca pensei sobre o porquê quando eu estava crescendo. Essa foi a nossa grande inspiração: fazer dela uma grande heroína, entregar uma ótima história e torná-las grandes Amazonas”.

A atriz Connie Nielsen que interpreta a Rainha Hippolyta (Hipólita em português), a mãe de Diana, enfatizou que trata-se de um filme de um super-herói incrível. “Seja uma mulher ou não, você tem essa dicotomia acontecendo o tempo todo, mas eu não gostaria que fosse um elemento conflitante”. E não é de surpreender que a maior característica da Mulher-Maravilha seja sua compaixão.

“Ela representa o oposto a violência, que é o amor, a verdade e a compaixão. É por isso que ela é mágica”, Patty acrescenta.

Esta qualidade ressoou em Gal Gadot, que comentou que esse é um dos seus maiores traços. “Lembro-me de quando nos conhecemos, eu e Patty, e começamos a falar sobre nossas famílias e nossas vidas. Eu falei sobre o meu avô, um sobrevivente do Holocausto, e ele me ensinou que não importa o quão grande e escura for a dificuldade, você precisa encontrar sua luz interior. A compaixão é uma delas. Era importante para nós duas que este longa tivesse uma mensagem profunda e que todos pudessem se relacionar com ela e praticar a mensagem que a história tem.”

No filme, Diana se afasta do seu pequeno mundo, a ilha dominada pelas guerreiras de Themyscira, para enfrentar a humanidade. Isso inclui pessoas boas, como Steve, e almas ruins, como Dr. Poison/Dr. Maru (Doutora Veneno, em português), interpretada pela atriz espanhola Elena Anaya, e General Erich Ludendorff, papel do ator americano nascido na Itália, Danny Huston.

Patty explicou que o objetivo era que a Mulher-Maravilha encontrasse a humanidade. “Nós queríamos os vilões, mas não queríamos que fizessem parte da humanidade. O desafio era mostrar o lado do bem e do mal da humanidade. Steve Trevor representa o bem e a complexidade da humanidade, mas a Dr. Poison e o General Ludendorff são ótimos exemplos do mal da humanidade”.

Na coletiva: Danny Huston, Connie Nielsen, Chris Pine, Gal Gadot (de pé), a diretora Patty Jenkins e Robin Wright. Foto: Jana Nascimento Nagase.

A diretora também comentou sobre o relaciomento macabro entre os vilões. “No caso do General Ludendorff, é um homem de verdade que deu origem a um sistema total de crença, em um estado de guerra. Ele acreditava que qualquer período entre as guerras era uma anormalidade. Ele deu à luz ao mal da Segunda Guerra Mundial. Dr. Maru teve grandes danos e perdas e quer que o resto do mundo compreenda suas perdas. […] É ótimo que ela seja uma vilã e que tenha o objetivo de criar novas armas e espalhá-las. Ela e Danny criaram esse mundo entre eles”.

Danny Huston comparou o relacionamento dos vilões e esse sentimento de destruição que os dois compartilham na trama e acrescentou: “basicamente, temos essa missão. Acho que o grande amor não é apenas amar, mas também amar os sonhos de cada um. Eles se apoiam de uma maneira. Ludendorff é atraente, porque ela se escondeu em sua busca para criar esta fórmula para criar algumas casualidades, acidentes, mas para a melhoria do meu país”.

O longa está fenomenal! Patty criou um conto inspirador e emocionante de Diana Prince. Gal está perfeita! Wonder Woman é a primeira super-heroína a ter seu próprio filme e em live-action. E não vamos esquecer a frase, o mantra de Diana para combater o mal: “Eu sou Diana de Temiscira, filha de Hipólita. Em nome de tudo o que é bom, sua ira sobre este mundo acabou”.

Confira o trailer do filme:

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Article source: https://gazetanews.com/wonder-woman-super-heroina-que-esperavamos/

“Siamo stati D parola”. Con queste parole, celebrano la vittoria conquistata domenica 30 aprile in casa con un netto 3:0, contro la seconda classificata del Girone 1 della Divisione maschile di Pallavolo, la Marino Volley Altamura.

Per essere un Campionato di bassa categoria, numeroso il pubblico di presenti al Polivalente comunale di via Dante per assistere al derby murgiano pallavolistico, che ha visto i gravinesi aggiudicarsi il primo set per 25:23, il secondo set per 25:21 ed infine il terzo per 25:22.

Esperienza, ambizione e la giusta alchimia ha portato i ragazzi della Casareale Volley Gravina ad eccellere in Campionato, come si evince anche dalle parole del Capitano della squadra Fabio Lavecchia: “Siamo felicissimi di questa promozione raggiunta e per nulla scontata in un campionato ostico e combattivo, specialmente fuori casa. Io lo sono in particolare perché dopo tante promozioni con la maglia di altre squadre, questa è la mia prima con i colori della mia città. Da capitano, poi, è un orgoglio ancor più grande, a prescindere dalla categoria”. In riferimento all’ultima giornata di playoff disputata ieri sera, commenta: “È stato emozionante giocarcela contro i nostri amici di Altamura e lo spettacolo visto nei due incontri ne è la dimostrazione, perché il nostro sport è differente. Ora ci concediamo qualche giorno di meritato riposo per poi iniziare a programmare la prossima stagione. Da quest’anno, finalmente abbiamo come obiettivo la scalata alla serie B e io metterò tutto me stesso, la mia esperienza e il mio lavoro, per coronare questo nostro sogno”.

Article source: https://www.gravinalife.it/sport/per-la-casareale-volley-gravina-e-serie-d/

There’s no doubt that the final season of Pretty Little Liars will contain some of the most ~intense~ episodes ever. After all, with just a handful of installments left, we’re catapulting towards the answer to every burning question we’ve ever had about Rosewood and our favorite Liars. With that in mind, season 7b is sure to be totally action-packed with plenty of nail-biting cliffhangers.

Thanks to a new teaser, that prediction is totally solidified. In the Portuguese trailer for the film, we’re given a ton of suspenseful details in under a minute – each one more jaw-dropping than the next. Throughout the clip, we see the Liars continue to play “A.D.”‘s creepy board game, earning puzzle pieces as rewards. From the first episode, it looked like the completed puzzle might form a photograph (or a map, or a painting) – a subject that is currently hotly debated among PLL fans.

Other juicy tidbits from the trailer? It appears as though one of the Liars will come face to face with “A.D.” and, oh yeah, there’s another dead body in the trunk of a car. After all, it wouldn’t be a true season of PLL without at least one murder, right? Check out the trailer below and see if you can spot some of these clues for yourself.

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Article source: http://www.teenvogue.com/story/pretty-little-liars-portuguese-promo

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“Os homens sujeitos a estas purgas ‘gay’ sofreram uma terrível provação na Chechénia”, disse Graeme Reid, diretor do programa dos direitos LGBT (lésbicas, ‘gays’, bissexuais e transgéneros) da HRW, citado no comunicado.

“O Kremlin tem o dever de levar à justiça os responsáveis pela violência e proteger todas as pessoas na Rússia, independentemente da sua orientação sexual”, adiantou.

A HRW considera que aquelas vítimas “continuam em risco de sofrerem danos físicos enquanto permanecerem na Rússia”, apelando por isso aos “governos estrangeiros” para lhes “darem um asilo seguro”.

O relatório da organização indica que, desde a última semana de fevereiro e até à primeira semana de abril, a polícia chechena “deteve homens que suspeitava serem homossexuais, manteve-os em locais secretos durante dias ou semanas e torturou-os, humilhou-os (…), forçando-os a dar informação sobre outros homens que poderiam ser ‘gays'”.

“A tortura era má — sobretudo os espancamentos e os choques elétricos –, muito poucos conseguiam suportá-la sem quebrar”, disse uma das vítimas à Human Rights Watch.

O relatório indica ainda que os agentes também “chamavam nomes ofensivos” aos detidos, “cuspiam-lhes na cara e encorajavam ou forçavam detidos por outras razões a fazerem troça e a abusarem deles”.

Segundo a HRW, a maioria dos homens foi depois entregue à família, “expondo a sua orientação sexual e incentivando indiretamente os familiares a realizarem ‘homicídios de honra'”.

O jornal independente russo Novaia Gazeta, que revelou o caso no final de março, disse que pelo menos duas pessoas foram assassinadas pelos seus familiares e uma terceira morreu em consequência de atos de tortura.

“Os que fugiram da Chechénia continuam em perigo noutras partes da Rússia”, assinalou a Human Rights Watch, adiantando que correm o “duplo risco de serem perseguidos pelas forças de segurança chechenas e pelos seus próprios familiares”.

Um dos detidos disse à HRW: “A minha vida está destruída. Não posso voltar. E aqui também não é seguro. Eles têm braços longos e podem encontrar-me e aos outros em qualquer lugar na Rússia, basta dar-lhes tempo”.

A organização de direitos humanos considera ainda que as autoridades chechenas tinham conhecimento da campanha, referindo que “dois responsáveis de alto nível visitaram os centros de detenção não oficiais, repreenderam os presumíveis homossexuais detidos e observaram os guardas a maltratarem-nos”.

No passado dia 16, três organizações francesas apresentaram queixa no Tribunal Penal Internacional contra o presidente da Chechénia, Ramzan Kadyrov, por perseguições aos homossexuais na república.

Na queixa, as organizações não-governamentais de defesa dos direitos LGBT “Stop Homophobie”, “Mousse” e “Comité Idaho France” afirmam que as detenções punitivas “não são ações de grupos isolados, mas obra das autoridades chechenas, sob a direção do seu presidente, Ramzan Kadyrov”.

Segundo a HRW, “até meados de maio, não foram relatados novos sequestros, mas vários dos homens visados aparentemente continuam detidos”.

“A investigação federal da Rússia deve ser minuciosa e capaz de levar os autores a prestar contas. As autoridades devem tomar medidas especiais para proteger as vítimas, testemunhas e suas famílias”, defende a Human Rights Watch, pedindo também aos “governos estrangeiros para manterem pressão sobre Moscovo”.

Article source: http://www.dn.pt/lusa/interior/perseguicao-de-homossexuais-na-chechenia-confirmada-em-relatorio-da-human-rights-watch-8508446.html

Aurora Calculli, Francesca Carducci, Domenico Iaculli, Pasquale Merolla e Nicole Sangerardi, sono i 5 atleti gravinesi dell’A.S.D “Stelle del Pattinaggio” che hanno solcato il podio del Campionato regionale “Festival delle rotelle” promosso dall’AICS – Associazione Italiana Cultura e Sport, tenutosi a Bari nei giorni 1-2 e 25 aprile 2017.

“In 24 hanno partecipato, dimostrando grinta, coraggio e tanta forza di volontà, nonostante fossero alla loro prima esperienza” commentano le Allenatrici Federali Francesca Carducci e Feliciana Matera, orgogliose dei risultati ottenuti dai piccoli campioni, durante questo campionato. “A pochi anni dall’apertura di questa scuola di pattinaggio artistico a rotelle, ecco i primi grandi risultati” concludono.

Una realtà che ha infatti appena quattro anni, ma che sta prendendo sempre più piede in città, riscontrando numerosi consensi anche tra i maschietti, e che promuove una disciplina sportiva elegante, completa, vigorosa.

Article source: https://www.gravinalife.it/sport/5-stelle-del-pattinaggio-sul-podio-del-festival-delle-rotelle/

MILANO – Per ora è soltanto una voce, ma se la notizia dovesse essere confermata avrebbe del clamoroso: secondo quanto riportato da Afrique Presse Frank Kessiè, centrocampista dell’Atalanta in procinto di passare al Milan, avrebbe più dei 20 anni dichiarati.

Il giocatore ivoriano ha svolto nella giornata di ieri le visite mediche con il club rossonero, ma sarebbero emersi dei problemi che avrebbero spinto la società a ulteriori approfondimenti. Ufficialmente si parla di possibili guai al ginocchio, ma secondo l’agenzia di stampa senegalese il reale motivo sarebbe, appunto, nell’età di Kessiè, che ufficialmente risulta nato nel dicembre del 1996. Si tratta, come detto, solo di un’indiscrezione, che non ha ancora trovato riscontri ufficiali. Nel caso la voce dovesse essere confermata, si tratterebbe di un nuovo caso Luciano, il giocatore brasiliano del Chievo che nel 2002 confessò di avere mentito sulla sua identità, dichiarando di chiamarsi Eriberto e di avere, appunto, quattro anni in meno rispetto alla sua reale età.

Article source: http://www.diariopartenopeo.it/notizie-italia/notizie-sportive-italiane/31/05/2017/kessie-indiscresione-dallafrica-secondo-la-stampa-locale-avrebbe-piu-dei-20-anni-dichiarati/

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A organização de defesa dos direitos humanos Amnistia Internacional pediu hoje em Paris a Macron para pressionar Putin para acabar com a “homofobia na Chechénia”.

No final de março, o jornal independente russo Novaya Gazeta revelou que os homossexuais eram alvo de perseguições por parte das autoridades na Chechénia, sociedade conservadora onde a homossexualidade é considerada tabu.

Na semana passada a organização Human Rights Watch confirmou num relatório a perseguição de dezenas de homens homossexuais ou bissexuais, detidos, agredidos e humilhados naquela república russa, e pediu à Rússia para garantir uma investigação “completa e imparcial” do caso.

“Queremos que Macron faça pressão sobre Putin, para que ele faça, por seu lado, pressão sobre Kadyrov (o presidente checheno), que persegue com toda a impunidade os homossexuais com a bênção das autoridades” russas, disse à AFP Cécile Coudriou, vice-presidente da Amnistia Internacional francesa.

Síria. Utilização de armas químicas desencadeará “resposta imediata”

Macron, advertiu ainda que a utilização de armas químicas na Síria desencadeará “uma resposta imediata”, instando a uma “parceria” reforçada com Moscovo para combater o terrorismo naquele país.

“Existe uma linha vermelha muito clara do nosso lado: a utilização de armas químicas por quem quer que seja”, frisou o chefe de Estado francês, acrescentando que “qualquer utilização de armas químicas será alvo de represálias e de uma resposta imediata, pelo menos da parte dos franceses”.

Emmanuel Macron expressou ainda o desejo de “reforçar a parceria com a Rússia” em matéria de luta contra o terrorismo na Síria.

“A nossa prioridade absoluta é a luta contra o terrorismo e a erradicação dos grupos terroristas e, em particular, do Daesh”, o acrónimo árabe que designa o grupo ‘jihadista’ Estado Islâmico.

“É o fio condutor da nossa ação na Síria e aquele em que eu vejo que, além do trabalho que estamos a fazer no âmbito da coligação, poderíamos reforçar a nossa parceria com a Rússia”, sustentou.

O novo Presidente francês pronunciou-se a favor de “uma transição democrática” na Síria, “mas preservando a existência de um Estado sírio”.

“Na região, os Estados falhados são uma ameaça para as nossas democracias e, vimo-lo uma e outra vez, levaram à proliferação dos grupos terroristas”, sublinhou.

Article source: http://www.dn.pt/mundo/interior/macron-diz-que-estara-atento-ao-respeito-dos-direitos-humanos-na-russia-e-na-chechenia-8516130.html

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Com as trocas comerciais entre França e Rússia nos 11 mil milhões de euros em 2015 – menos 35% do que no ano anterior -, os dois líderes discutiram também economia, com Putin a lembrar que as tensões dos últimos anos não levaram “nenhuma das 500 empresas francesas presentes na Rússia a deixar o país”.
Sem esconder as divergências, mas decididos a encontrar um terreno de entendimento, os dois líderes discutiram ainda a situação na Ucrânia. O presidente russo sublinhou que as sanções impostas a Moscovo após a anexação da Crimeia em março de 2014 e o conflito no Leste da Ucrânia não contribuem “de forma alguma” para resolver a crise naquele país. Putin e Macron concordaram sobre a necessidade de nova cimeira com Berlim e Kiev sobre a aplicação dos acordos de Minsk.

Macron, que nos últimos meses se mostrou por vezes duro em relação a Moscovo, mas sem deixar de sublinhar a importância de manter o diálogo com os russos, foi firme na questão dos direitos humanos. O líder francês afirmou ter obtido do homólogo russo garantias de que tomara medidas para esclarecer “toda a verdade” sobre as acusações de repressão dos homossexuais na Chechénia. Macron prometeu estar “constantemente vigilante” em relação aos direitos das lésbicas, gays, bissexuais e transgénero (LGBT) e às alegadas violações desses direitos pelas autoridades daquela república russa.

Putin tinha agendada uma visita a Paris em outubro de 2016, mas esta acabou cancelada quando o então presidente François Hollande se mostrou “relutante” em encontrar-se com o homólogo russo depois de Moscovo ter bloqueado a proposta francesa para a criação de uma zona de exclusão aérea sobre Aleppo, na Síria. Oficialmente, o Kremlin usou o reagendamento de alguns eventos culturais que interessariam muito a Putin para explicar o cancelamento da viagem.
Suspeitas de ingerência

Depois das suspeitas de ingerência russa na campanha para as presidenciais americanas, Moscovo voltou a estar na mira nas eleições francesas. Em plena campanha, a equipa de Macron rejeitou as acreditações dos media russos, que acusou de espalharem notícias falsas sobre o candidato. Questionado sobre esta decisão, Macron reafirmou que o Russia Today e Sputnik “não se comportaram como órgãos de comunicação social mas sim como órgãos de influência, de propaganda. E de propaganda mentirosa”, considerou o presidente francês.

A menos de 48 horas da segunda volta que o opôs à líder da Frente Nacional, Marine Le Pen, a campanha de Macron sofreu um ataque informático em massa, com hackers russos a estarem no centro das suspeitas. Ontem, Putin recusou comentar estas “suposições” veiculadas por uma “imprensa que se pode dar ao luxo de fazer tudo. É para isso que ela existe, para expor à opinião pública os vários pontos de vista. Mas na política não nos podemos pronunciar sobre suposições”, garantiu.

Quanto às suspeitas de ingerência na campanha, ambos os líderes consideraram o assunto ultrapassado. A um jornalista que lhe perguntou pela visita de Marine Le Pen a Moscovo durante a campanha, Putin respondeu que “não significa de todo que Moscovo tenha querido influenciar o resultado das presidenciais francesas”.

Article source: http://www.dn.pt/mundo/interior/macron-e-putin-unidos-na-luta-contra-o-terrorismo-a-peste-do-seculo-xxi-8516644.html

LISBON, April 14 (Xinhua) — The younger generations in Portugal are revolutionizing the housing market, with high rents meaning millennials are sharing apartments, local newspaper Diario de Noticias reported on Friday.

Millennials in Portugal are fascinated by new homes, appreciate urban centers and do not want to be tied to a mortgage credit, the report revealed. Around 65 percent opt to rent an apartment over buying a property when leaving their parent’s homes.

Last year, around 20 percent of sales and letting transactions carried out by real estate agency Century 1 were with clients born after 1980.

Figures showed that the majority of people of this generation move to a rented home and that 78 percent of people look for monthly rents no higher than 600 euros (637.1 U.S. dollars).

Low salaries mean people cannot afford to pay more for rent, and a preference of urban centers mean many youngsters opt to flat share.

“We have noted that after university, flat sharing is prolonged into the second phase of their (young people’s) lives,” said Ricardo Sousa, Century 1 administrator for Portugal.

According to a report by Eurostat, four out of ten persons in the EU28 in 2015 lived in flats. The proportion of people living in flats was highest in Spain (65.9 percent), Latvia (65 percent) and Estonia (62.6 percent).

Article source: http://news.xinhuanet.com/english/2017-04/15/c_136209880.htm

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O PAN sublinha que “celebrar o 17 de maio continua a ser essencial, não só para recordar a data em que a Organização Mundial de Saúde retirou finalmente a homossexualidade da sua classificação internacional de doenças, como também para refletir sobre a violência e o preconceito a que continuam sujeitas as pessoas lésbicas, gay, bissexuais e trans por todo o mundo”.

Para o partido Pessoas-Animais-Natureza, em Portugal “2016 foi um ano histórico no que toca à eliminação de discriminações plasmadas na própria lei”, como o fim da discriminação na adoção e coadoção ou o alargamento das técnicas de Procriação Medicamente Assistida a todas as mulheres.

“São ainda muitas as lutas a travar na área dos Direitos Humanos e, especificamente, na área dos Direitos LGBT”, apela o PAN.

A Ilga Portugal (Intervenção Lésbica, Gay, Bissexual, Trans e Intersexo) recebeu, em 2016, 179 denúncias através do Observatório da Discriminação, incluindo dois casos de violência física extrema e onze relatos de agressões.

De acordo com os dados do relatório “Homofobia e transfobia: dados da discriminação em Portugal o Observatório da Discriminação registou 179 incidentes no ano passado, 92 dos quais “correspondem à classificação de crimes e/ou incidentes motivos pelo ódio contra pessoas LGBT”.

Este relatório apresenta os dados relativos às denúncias recebidas entre 01 de janeiro e 31 de dezembro de 2016, através do Observatório da Discriminação, criado em 2013, no que diz respeito a incidentes ocorridos em território nacional.

Article source: http://www.dn.pt/lusa/interior/parlamento-aprova-votos-de-saudacao-pelo-dia-internacional-contra-a-homofobia-e-transfobia-8488652.html

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Refira-se que no mês passado um cidadão norte-americano de 46 anos, Delvonn Heckard, apresentou uma queixa contra Ed Murray, acusando-o de abusos sexuais quando era criança. Os encontros entre ambos terão ocorrido quando Delvonn tinha 15 anos, ao passo que o autarca teria 32.

Posteriormente outras três pessoas tomaram medidas idênticas contra o autarca, que lidera a cidade de Seattle desde 2013.

Ed Murray estava a ponderar recandidatar-se a novo mandato, sendo que as sondagens apontavam à sua vitória, mas agora decidiu abdicar da candidatura devido a este escândalo.

Article source: http://www.dn.pt/mundo/interior/autarca-acusado-de-abusos-sexuais-nao-se-recandidata-8466008.html

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Doria gosta de se vestir de gari (varredor de rua) ou de bombeiro

  |  REUTERS/Paulo Whitaker

Até porque Doria é um homem de comunicação, que aprendeu os truques de como falar em público à frente do grupo que criou, o Lide, composto pelos maiores empresários do Brasil, e que sabe lidar com a TV desde que apresentou a versão brasileira do programa The Apprentice de Donald Trump – embora a sua referência, sublinha, seja outro nova-iorquino, o ex-mayor Michael Bloomberg. Além disso, tem sorriso fácil, que usa em centenas de selfies diárias com paulistanos.

As circunstâncias também ajudam: entre os cadáveres políticos produzidos pela Lava-Jato contam-se os candidatos naturais do seu partido, o PSDB, ao Planalto. Envolvidos nas delações da construtora Odebrecht, os barões José Serra e Aécio Neves caem a pique nas sondagens. Tal como o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que enfrentou as cúpulas do partido ao indicar Doria como candidato à capital do estado e se vê agora ultrapassado pela sua criatura.

Mas nem só Doria ganha com as circunstâncias. A julgar pelas sondagens, também beneficiam Lula da Silva, fenómeno de popularidade apesar dos casos de polícia em que foi citado, Jair Bolsonaro, o candidato de extrema-direita que já é o segundo preferido dos eleitores, Ciro Gomes e Marina Silva, sem mácula na Lava-Jato. No entanto, nenhum destes tem, como Doria, um palco como a prefeitura da maior cidade do Brasil.

O que falta então a Doria, adepto fanático de privatizações, contrário à legalização do aborto e à liberalização das drogas mas favorável ao casamento gay, para se assumir como favorito à presidência? Em primeiro lugar, a bênção de Fernando Henrique Cardoso, sem a qual ninguém consegue unir a máquina do PSDB. “O Brasil não precisa de gestores, precisa de líderes”, disse o antigo presidente numa indireta ao prefeito. E falta obra em São Paulo ao “não político” que até agora se destacou mais pela guerra aos grafiteiros e aos ciclistas do que por uma ideia de gestão.

“Diria que em vez de se fantasiar de gari e de pedreiro falta que ele se fantasie menos e faça mais”, afirmou o próprio Robert Greene, autor de As 48 Leis do Poder, em entrevista à BBC Brasil.

EM SÃO PAULO

Article source: http://www.dn.pt/mundo/interior/o-nao-politico-que-promete-dominar-a-politica-brasileira-7582784.html

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A polícia encontrou “drogas e artigos sexuais como preservativos e azeite”, explicou o agente, indicando que os participantes na festa reuniam-se naquele local periodicamente e comunicavam através das redes sociais.

No Bangladesh, a homossexualidade é considerada crime e contempla penas que podem ir até à prisão perpétua, apesar de ser pouco comum chegarem casos a tribunal.

Em 2016, durante as celebrações do ano novo do Bangladesh, em abril, quatro ativistas de direitos da comunidade LGBT foram detidos, e libertados horas depois, por desfilarem com as cores do arco-íris.

Dez dias depois, dois dos principais ativistas do Roopbaan, grupo defensor dos direitos da comunidade LGBT no Bangladesh, foram assassinados por membros de um grupo afiliado da rede terrorista Al-Qaida.

Mais de 70 pessoas, incluindo bloguistas, intelectuais, membros de minorias religiosas e estrangeiros, foram assassinados no Bangladesh desde 2013 por grupos extremistas.

Article source: http://www.dn.pt/mundo/interior/29-detidos-por-homossexualidade-e-consumo-de-drogas-ilegais-8488014.html

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Alertou, por outro lado, e tendo por base os dados do relatório do Observatório, que ao mesmo tempo que há uma maior consciência para a igualdade, há também uma maior intolerância, em alguns contextos, para a diversidade, sublinhando que “algumas ameaças são cada vez mais graves”.

A propósito, deu como exemplo um caso denunciado ao Observatório de uma pessoa que recebeu, através de uma mensagem escrita e deixada em sua casa, ameaças físicas.

“Há muitos anos que não tínhamos denúncias dessas e não estávamos à espera que voltasse a acontecer”, admitiu.

Paralelamente, os dados do Observatório mostram que entre as 179 situações denunciadas, na maioria (72,4%) houve testemunhas e dentro dessas 50,5% teve a iniciativa de intervir ou apoiar a vítima, o que demonstra “uma nova atitude de intolerância perante a discriminação contra pessoas LGBT”.

Marta Ramos defende que “é cada vez mais importante a formação específica” para os profissionais de diferentes áreas, “mas em particular das forças de segurança”, já que em caso de crime são eles a primeira linha de atuação.

Em relação ao que ainda falta fazer em Portugal pelos direitos das pessoas LGBT, a diretora-executiva da ILGA destacou a Lei de Identidade de Género, cujas alterações propostas pelo atual Governo deverão ser discutidas em breve na Assembleia da República.

Como questão prioritária, a responsável apontou o acesso a cuidados de saúde “adequados e competentes” para pessoas trans.

“Já há muito tempo que alertamos o Ministério da Saúde para a falta de cuidados nesta área e temos não sei quantos casos de pessoas que não conseguem aceder a cirurgias [de mudança de sexo]”, denunciou.

Para Marta Ramos, falta também mais legislação para os insultos e agressões que ocorrem na Internet porque muitos dos casos reportados ao Observatório ocorrem nas redes sociais ou nas caixas de comentários dos jornais online.

“A lei prevê o crime de discurso de ódio online, mas muitas vezes são perfis falsos ou utilizadores anónimos e torna-se muito difícil consciencializar as autoridades para a necessidade de atuação nesta área”, frisou.

A responsável da ILGA defendeu ainda que há muito trabalho a fazer na sociedade em termos de consciencialização para a temática, desde a formação de técnicos a campanhas nos media.

“Visibilidade positiva para que de facto os direitos passem a ser realidade das pessoas”, rematou.

Os dados do relatório de 2016 do Observatório da Discriminação vão ser apresentados hoje no decorrer da conferência “Fé na Igualdade: Pessoas LGBTI, religião e espiritualidade”, em Lisboa, quando se assinala o Dia Internacional de Luta contra a Homofobia, Bifobia e Transfobia.

Article source: http://www.dn.pt/sociedade/interior/ano-2016-foi-marcante-ao-nivel-dos-direitos-das-pessoas-lgbt-em-portugal---ilga-8481754.html

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“Os homens sujeitos a estas purgas ‘gay’ sofreram uma terrível provação na Chechénia”, disse Graeme Reid, diretor do programa dos direitos LGBT (lésbicas, ‘gays’, bissexuais e transgéneros) da HRW, citado no comunicado.

“O Kremlin tem o dever de levar à justiça os responsáveis pela violência e proteger todas as pessoas na Rússia, independentemente da sua orientação sexual”, adiantou.

A HRW considera que aquelas vítimas “continuam em risco de sofrerem danos físicos enquanto permanecerem na Rússia”, apelando por isso aos “governos estrangeiros” para lhes “darem um asilo seguro”.

O relatório da organização indica que, desde a última semana de fevereiro e até à primeira semana de abril, a polícia chechena “deteve homens que suspeitava serem homossexuais, manteve-os em locais secretos durante dias ou semanas e torturou-os, humilhou-os (…), forçando-os a dar informação sobre outros homens que poderiam ser ‘gays'”.

“A tortura era má — sobretudo os espancamentos e os choques elétricos –, muito poucos conseguiam suportá-la sem quebrar”, disse uma das vítimas à Human Rights Watch.

O relatório indica ainda que os agentes também “chamavam nomes ofensivos” aos detidos, “cuspiam-lhes na cara e encorajavam ou forçavam detidos por outras razões a fazerem troça e a abusarem deles”.

Segundo a HRW, a maioria dos homens foi depois entregue à família, “expondo a sua orientação sexual e incentivando indiretamente os familiares a realizarem ‘homicídios de honra'”.

O jornal independente russo Novaia Gazeta, que revelou o caso no final de março, disse que pelo menos duas pessoas foram assassinadas pelos seus familiares e uma terceira morreu em consequência de atos de tortura.

“Os que fugiram da Chechénia continuam em perigo noutras partes da Rússia”, assinalou a Human Rights Watch, adiantando que correm o “duplo risco de serem perseguidos pelas forças de segurança chechenas e pelos seus próprios familiares”.

Um dos detidos disse à HRW: “A minha vida está destruída. Não posso voltar. E aqui também não é seguro. Eles têm braços longos e podem encontrar-me e aos outros em qualquer lugar na Rússia, basta dar-lhes tempo”.

A organização de direitos humanos considera ainda que as autoridades chechenas tinham conhecimento da campanha, referindo que “dois responsáveis de alto nível visitaram os centros de detenção não oficiais, repreenderam os presumíveis homossexuais detidos e observaram os guardas a maltratarem-nos”.

No passado dia 16, três organizações francesas apresentaram queixa no Tribunal Penal Internacional contra o presidente da Chechénia, Ramzan Kadyrov, por perseguições aos homossexuais na república.

Na queixa, as organizações não-governamentais de defesa dos direitos LGBT “Stop Homophobie”, “Mousse” e “Comité Idaho France” afirmam que as detenções punitivas “não são ações de grupos isolados, mas obra das autoridades chechenas, sob a direção do seu presidente, Ramzan Kadyrov”.

Segundo a HRW, “até meados de maio, não foram relatados novos sequestros, mas vários dos homens visados aparentemente continuam detidos”.

“A investigação federal da Rússia deve ser minuciosa e capaz de levar os autores a prestar contas. As autoridades devem tomar medidas especiais para proteger as vítimas, testemunhas e suas famílias”, defende a Human Rights Watch, pedindo também aos “governos estrangeiros para manterem pressão sobre Moscovo”.

Article source: http://www.dn.pt/mundo/interior/perseguicao-de-homossexuais-na-chechenia-confirmada-em-relatorio-da-human-rights-watch-8508446.html

NAPOLI - La grande pallavolo chiama, Napoli risponde. Più di tremila spettatori hanno affollato le tribune del Palabarbuto per la prima partita della Vesuvio Cup. Spinta dal pubblico partenopeo la nazionale di Blengini ha regolato l’Argentina del grande ex Velasco per tre set a uno. Il match si è rivelato un test probante in vista della World League che inizierà la prossima settimana. Il ct azzurro ha avuto modo di far ruotare i suoi uomini, provando varie soluzioni. Nonostante si sia trattato di un’amichevole di lusso, i ritmi sono stati buoni. Il pubblico ha gradito, lasciandosi trascinare dalle giocate. In una città in cui la grande pallavolo manca da decenni, una gara dell’Italia ha rappresentato un’occasione unica per godere di uno spettacolo di alto livello. Peccato che, fin quando non ci sarà un nuovo palazzetto, Napoli non potrà ospitare incontri ufficiali. La distanza tra il tetto e il campo di gioco del Palabarbuto non è regolamentare.

L’Italia parte bene. Dopo qualche incertezza nelle primissime battute, gli azzurri iniziano a macinare punti e gioco. Lanza, Vettori e Randazzo fanno la differenza in fase offensiva, permettendo di concludere il primo set sul 25-20. L’Argentina non ci sta ad incarnare la vittima sacrificale della serata napoletana. Nella seconda frazione, nonostante qualche sbandata a cavallo del secondo parziale, i sudamericani restano a contatto e portano a casa il set. Finisce 26 a 24 per gli ospiti, con Lanza che piazza fuori la palla del 25 pari. L’Italia però ne ha di più. Giannelli si conferma uno dei migliori palleggiatori in circolazione, Vettori mette a terra palloni importanti e gli azzurri portano a casa il il terzo set con un netto 25-14. L’Argentina cede definitivamente nella seconda parte del quarto set quando, dopo aver ripreso l’Italia sul 15 a 15, regala le tre palle seguenti. È lo spartiacque. L’Italia allunga e chiude sul 25 a 18. Festeggia il Palabarbuto e fa festa anche Sbertoli che bagna con una vittoria l’esordio in nazionale.

Dopo la fine della partita i giocatori dell’Italia si sono concessi al pubblico per autografi e selfie. Il più richiesto è stato Simone Giannelli che è rimasto a fare foto con i fan per circa un quarto d’ora. Commentando la partita ha parlato di «un match probante in vista della World League». Non avendo mai giocato a Napoli non è mancata la domanda sull’impressione che gli ha fatto il pubblico partenopeo. La risposta è stata eloquente: «Giocare qui è una figata».

Article source: http://www.diariopartenopeo.it/notizie-italia/notizie-sportive-italiane/27/05/2017/vesuvio-cup-pallavolo-italia-argentina-3-1/

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City Guru

Da arte de rua à festa do futebol

Igor Vitorino é o guia personalizado de Tulasi pelos recantos da arte de rua da capital. O caminho começa às 10.00 em frente à sede da City Guru, no Bairro Alto. Logo a dois passos surge o primeiro exemplo: um graffito na parede que evoca a Revolução dos Cravos. Mas ainda na Travessa dos Fiéis de Deus é possível ver os dois exemplos “da primeira street art lisboeta: os azulejos e a calçada”.

O percurso vai-se desenrolando pelo Bairro Alto, Miradouro de São Pedro de Alcântara, Mouraria e acaba na Casa do Alentejo. Pelo menos no caso da visita de Tulasi, porque “é sempre diferente, tem a ver com os sítios que os turistas já conhecem”. O objetivo final é mostrar os segredos do guru (guia) ao turista. “És minha amiga e eu vou mostrar-te os meus locais secretos de Lisboa”, promete Igor a Tulasi.

O conceito da City Guru é mesmo esse juntar guia e turista. Por isso, descrevem-se como a Uber dos guias turísticos. “Dar às pessoas uma ferramenta para poderem fazer algum dinheiro extra e gerirem o seu tempo da forma que acharem melhor” e ao mesmo tempo dar aos turistas a possibilidade de conhecer uma cidade pelos olhos de alguém que a conhece bem e tem segredos para partilhar, explica João Moedas, o criador do City Guru. Um conceito que em Lisboa já atraiu 80 gurus, mas que pode ser replicado noutras cidades. “Por exemplo, se temos uma pessoa que tem uma gôndola em Veneza e está registado como guru, pode fazer tours de gôndolas. Os temas que cria são da sua responsabilidade”, exemplifica João Moedas.

Mas também podem ser os turistas a sugerir passeios: “Como a Lisboa gay, a rota do bacalhau ou até para fazer compras.” Ou então, como aconteceu no final desta semana, uma visita especial para os fãs do Celtic de Glasgow. Os adeptos deste clube estão a celebrar os 50 anos da vitória da Liga dos Campeões no Estádio do Jamor e pediram à City Guru para criar um roteiro especial. Longe dos habituais pontos turísticos, este tour inclui uma visita ao Jamor, local da vitória, depois um almoço na cidade do futebol, uma visita ao museu do Benfica e ao estádio do Sporting.

Este é um dos princípios da City Guru: dar aos turistas o que eles querem ver, através dos olhos de uma pessoa que conhece verdadeiramente os locais. Um mantra que já os levou aos roteiros dos cemitérios – da arquitetura faustosa dos Prazeres às referências maçónicas do Alto de São João, passando pelas histórias das almas mais atribuladas – ou da música, onde, sim, o fado entra, mas também se dança ao som de kuduro e kizomba.

A aplicação e site criados por João Moedas já estão disponíveis no Porto e em Amesterdão. Quando o turista usa a aplicação – não foi o caso de Tulasi, que marcou pelo site – o preço é definido pela própria aplicação e é cobrado pelo cartão de crédito, como acontece com a Uber ou a Cabify.

Pelas três horas e meia em que passeou pelos locais secretos de Igor, Tulasi pagou 25 euros, mais os 2,5 euros do bilhete para visitar os Jardins do Palácio da Independência, local quase secreto onde existe a única porta ainda preservada de entrada nas muralhas do castelo e – diz a lenda – a mesa original sobre a qual foi planeada a restauração da independência em 1640. Subindo as escadas da muralha, uma surpresa: uma vista panorâmica sobre toda a Baixa Pombalina, com o Arco da Rua Augusta, a estátua de D. José I emoldurada pelo arco e o rio ao fundo. Um achado que levou Tulasi a ultrapassar a sua ligeira fobia de alturas e a levou a agradecer a Igor pela descoberta.

Tulasi deixou o marido no hotel para este último olhar sobre a cidade. Teria de seguir para o aeroporto às 14.00 e passou a manhã (das 10.00 às 13.30) a percorrer pela última vez duas das sete colinas da capital. A visita guiada foi invulgarmente pequena, mas estas experiências não são vendidas a mais do que seis pessoas em simultâneo.

Guide4u

Saber da cidade pelos auscultadores

“O atual arco do triunfo da Rua Augusta construído no estilo neoclássico é a segunda versão do mesmo, a primeira seria demolida em 1777. As esculturas que encimam o arco do lado do rio Tejo representam a glória coroando o génio e o valor. Em segundo plano, as esculturas representam figuras de destaque da história de Portugal. O arco tem também uma inscrição em latim que se traduz: “Às virtudes dos maiores para que sirva a todos de ensinamento.” Tudo isto é explicado ao turista no local, sem que seja necessária a presença do guia turístico. Basta fazer o download da aplicação Guide4u.

A ideia é passear ao seu ritmo e construir o seu próprio roteiro. Com uma aplicação que tem não só a explicação do que está a ver, mas ainda lhe conta uma história ligada ao local. Assim, no Castelo de São Jorge pode ficar a saber mais sobre a independência e a conquista de Lisboa, conhecer a história de amor de Pedro e Inês na Praça da Figueira ou o processo dos Távoras nos Jerónimos.

Saber mais de cada um dos 18 locais disponíveis custa 1,99 euros, mas para avaliar o funcionamento da aplicação pode experimentar a versão gratuita sobre o Miradouro de São Pedro de Alcântara, a Rua Augusta, o Bairro de Alfama, o Castelo de São Jorge e a Praça do Comércio. O guia pessoal dentro do smartphone está disponível em cinco línguas: inglês, francês, espanhol, italiano e português.

Um dos objetivos desta aplicação “é transformar a cidade num museu a céu aberto”, explica Nuno Bonifácio, um dos fundadores da Guide4u. Como o projeto que lançou é uma aplicação, está em constante crescimento e Nuno Bonifácio anuncia que em breve vai “ter mais histórias e mais locais”. “À medida que vamos contactando parceiros e interessados são sugeridos conteúdos como de trekking ou cycling e não há limites de conteúdos.” Para já é este o caminho da aplicação que surgiu há poucos meses (abril) depois de Nuno Bonifácio ter feito uma viagem a Barcelona e ter pensado que seria bom conhecer a cidade por um audioguia.

Lisboa Cool

Um guia feito à medida das escolhas

Para quem chega a Lisboa sem uma ideia definida do que quer fazer, a aplicação Lisboa Cool pode ser a maneira ideal de conhecer a cidade. Para ter acesso a um roteiro basta responder a duas perguntas. Que tipo de roteiro procura, com as opções romântico, gastronómico ou histórico, e quantos dias vai ficar em Lisboa. Com base nestas respostas, a aplicação promete criar “a melhor viagem da tua vida”.

Daí surgem sugestões para locais onde tomar o pequeno-almoço, monumentos, até espaços para sair à noite. Tudo para que o turista crie as melhores memórias de Lisboa. Até porque “uma memória feliz não tem preço”, como defende Júlia, a criadora da aplicação.

Só entram na aplicação as sugestões cool. Definidas pelo “respeito pelo detalhe e critérios que vão desde a universal higiene, limpeza e decoração, atitude do staff e eficiência, comida, serviço, ambiente, valor, aparência, paixão… e o feeling que se interpreta a partir de todos estes fatores”, explica a fundadora deste conceito no site.

Percorra a galeria de imagens acima clicando sobre as setas.

Article source: http://www.dn.pt/sociedade/interior/a-lisboa-escondida-que-os-smartphones-revelam-8510920.html

In casa terminò con una amara sconfitta per 2:3 la sfida tra la Marino Volley Altamura contro la Casareale Volley Gravina, per la seconda giornata di Play Off del Girone 1 della Divisione maschile, disputata lo scorso 2 aprile. Tuttavia la partita è ancora tutta da giocare.

Solamente due punti infatti separano la capolista gravinese (14 punti) dalla seconda classificata altamurana (12 punti), le quali domenica 30 aprile, alle ore 18.30 presso il polivalente comunale di via Dante a Gravina in Puglia, si contenderanno l’accesso alla Serie D nell’ultima partita dei play-off di prima divisione di pallavolo maschile.

La Marino Volley Altamura, per accedervi, dovrà necessariamente vincere nettamente sulla sfidante, alla quale invece basterà la vittoria o anche una sconfitta per 2:3, per coronare il sogno della Serie D.

Chi riuscirà a conquistarla? Non resta che attendere domenica prossima.

Article source: https://www.altamuralife.it/sport/marino-volley-altamura-vs-casareale-volley-gravina-chi-conquistera-la-serie-d/

Até certo ponto. Eu tento ser realmente como um drone que voa a grande altitude e observa tudo o que acontece na Terra sem tomar partidos. No entanto, ao contrário de um drone ou de uma inteligência artificial, eu não me foco apenas nos acontecimentos materiais. Tento compreender como as pessoas se sentem e dou um lugar central no meu livro às questões éticas e filosóficas. Não vale a pena escrever História se nos esquecermos da dimensão ética.

Começa o livro com uma grande pergunta: “Estamos a controlar a fome, as epidemias e a guerra. O que irá substituí-las?” Qual é o seu prognóstico?

No séc. XXI a principal ambição humana não será meramente o controlo da fome, das epidemias e da guerra, mas sim a de transformar os humanos em deuses. E digo isto no sentido literal. Os seres humanos esforçar-se-ão por adquirir capacidades que foram inicialmente pensadas como capacidades divinas. Em particular, a capacidade de manipular e criar vida. Assim como na Bíblia Deus criou animais, plantas e seres humanos de acordo com os seus desejos, também no séc. XXI iremos provavelmente aprender como projetar e fabricar animais e plantas e, até, seres humanos segundo os nosso desejos. Iremos usar a engenharia genética para criar novos tipos de seres orgânicos; usaremos interfaces diretas cérebro-computador com o objetivo de criar ciborgues (seres que combinam partes orgânicas com partes inorgânicas); e podemos até conseguir criar seres completamente inorgânicos. Os principais produtos da economia do séc. XXI não serão têxteis, veículos e armas, mas sim corpos, cérebros e mentes. Foi por isso que dei ao livro o título de Homo Deus (homem-deus).

Ao comentar o estado atual da humanidade diz: “Vejamos o que o dia de hoje nos reserva”. Esta é uma questão para o mundo inteiro ou apenas para os menos afortunados?

Em 2010, a fome e a desnutrição combinadas mataram cerca de um milhão de pessoas, enquanto a obesidade matou três milhões

Ainda há milhares de milhões de pessoas pobres no mundo que sofrem de desnutrição e doenças, mas as fomes em massa estão a tornar-se raras. No passado, de tantos em tantos anos havia secas ou inundações, ou outro tipo qualquer de catástrofe natural, a produção de alimentos caía a pique e milhões de pessoas morriam à fome. Atualmente, a humanidade produz tanta comida e consegue transportá-la tão rapidamente e de forma tão barata que os desastres naturais nunca resultam, por si próprios, em fome em massa. Já não existe fome natural no mundo, há apenas fome de origem política. Se as pessoas ainda morrem de fome na Síria, no Sudão ou na Coreia do Norte é apenas porque alguns governos assim o desejam.

Vejamos a China, por exemplo. Há poucas décadas a China era ainda um paradigma de escassez de alimentos. Dezenas de milhões de chineses morreram de fome durante o Grande Salto em Frente e os especialistas previam rotineiramente que o problema só iria piorar. Em 1974 teve lugar em Roma a primeira Conferência Mundial da Alimentação e os delegados foram presentados com cenários apocalíticos. Foi-lhes dito que a China nunca conseguiria alimentar os seus mil milhões de pessoas e que o país mais populoso do mundo estava a caminho da catástrofe. Na verdade estava a caminho do maior milagre económico da história. Desde 1974 centenas de milhões de chineses saíram da pobreza e apesar de haver ainda centenas de milhões que sofrem muitíssimo de privações e desnutrição, a China está pela primeira vez nos seus registos históricos livre da fome.

De facto, na maioria dos países, hoje, comer demais tornou-se um problema muito pior do que a fome. No século XVIII, Maria Antonieta supostamente aconselhou as massas famintas a que, se ficassem sem pão, comessem bolos. Hoje, os pobres seguem este conselho à letra. Enquanto os habitantes ricos de Beverly Hills comem salada de alface e tofu cozido a vapor com quinoa, nos bairros da lata e guetos os pobres engolem bolos industriais, pacotes de aperitivos salgados, hambúrgueres e pizzas. Em 2014, mais de 2100 milhões de pessoas tinham excesso de peso, contra 850 milhões que sofriam de desnutrição. Calcula-se que em 2030 metade da humanidade sofra de excesso de peso. Em 2010, a fome e a desnutrição combinadas mataram cerca de um milhão de pessoas, enquanto a obesidade matou três milhões.

Afirma que as guerras estão a diminuir. Quando vê o Presidente Trump atirar uma super-bomba sobre o Afeganistão sente vontade de alterar o texto do livro?

Eu não disse que as guerras iriam inevitavelmente desaparecer. O que eu disse foi que nós transformámos as guerras de uma catástrofe inevitável além do controlo humano numa ameaça gerível. No passado, os seres humanos pensavam que as guerras eram uma parte natural do mundo e somente Deus poderia trazer a paz à Terra. Mas ao longo das últimas décadas, os seres humanos descobriram que têm o poder de trazer a paz à Terra por si mesmos, se tomarem as decisões certas.

Ainda há guerras em algumas partes do mundo, eu vivo em Israel por isso sei muito bem disso. Mas grandes partes do mundo estão completamente livres da guerra e muitos estados deixaram de usar a guerra como um instrumento padrão para promover os seus interesses. Nas sociedades agrícolas antigas, cerca de 15% de todas as mortes eram causadas pela violência humana. Hoje, em todo o mundo, as mortes causadas pela violência humana são menos de 1,5%. De facto, o número de suicídios é hoje maior do que o número de mortes violentas! São maiores as hipóteses de se morrer por suicídio do que de se ser morto por um qualquer soldado inimigo, um terrorista ou um criminoso. Da mesma forma, o número de pessoas que morrem por obesidade e doenças relacionadas é muito mais elevado do que o número de pessoas mortas por violência humana. O açúcar é hoje mais perigoso do que a pólvora.

O que originou esta nova era de paz? Existem duas causas principais. Em primeiro lugar, as armas nucleares transformaram a guerra entre superpotências em suicídio coletivo. Assim, as superpotências tiveram que mudar completamente o sistema internacional e encontrar maneiras de resolver conflitos sem grandes guerras. Em segundo lugar, as mudanças económicas transformaram o conhecimento no principal ativo económico. Anteriormente, a riqueza era principalmente riqueza material: campos de trigo, minas de ouro, escravos, gado. Isso encorajava a guerra, porque era relativamente fácil conquistar riqueza material através da guerra. Hoje, a riqueza está cada vez mais baseada no conhecimento. E não se pode conquistar o conhecimento através da guerra. Não se pode, por exemplo, conquistar a riqueza de Silicon Valley através da guerra, porque não há minas de silício no Vale do Silício – a riqueza vem do conhecimento dos engenheiros e técnicos. Consequentemente, hoje, a maioria das guerras está restrita àquelas partes do mundo – como o Médio Oriente – onde a riqueza é a riqueza material antiquada (principalmente campos de petróleo).

Foi fácil integrar a afirmação constante do terrorismo neste seu exame?

O terrorismo é em grande parte teatro. Os terroristas encenam um espetáculo de violência aterrorizador que domina a nossa imaginação e nos faz sentir como se estivéssemos a resvalar de novo para o caos medieval. Consequentemente os estados sentem-se muitas vezes obrigados a reagir ao teatro do terrorismo com um espetáculo de segurança, orquestrando enormes exibições de força, como a perseguição de populações inteiras ou a invasão de países estrangeiros. Na maior parte dos casos, essa reação exagerada ao terrorismo representa uma ameaça muito maior à nossa segurança do que os próprios terroristas.

Os terroristas são como uma mosca que tenta destruir uma loja de porcelanas. A mosca é tão fraca que não consegue mover nem uma chávena de chá. Assim, encontra um touro, entra para dentro do seu ouvido e começa a zumbir. O touro fica louco de medo e fúria e destrói a loja de porcelanas. Foi o que aconteceu no Médio Oriente na última década. Os fundamentalistas islâmicos nunca conseguiriam ter derrubado Saddam Hussein sozinhos. Em vez disso, eles enfureceram os EUA com os atentados de 11 de setembro e os EUA destruíram a loja de porcelanas do Médio Oriente por eles. Agora eles florescem nos destroços. Portanto, na verdade, o sucesso ou o fracasso do terrorismo dependem de nós. Se permitirmos que os terroristas dominem a nossa imaginação e, depois, reagirmos exageradamente aos nossos próprios medos, o terrorismo terá êxito. Se libertarmos a nossa imaginação dos terroristas e reagirmos de forma equilibrada e calma, o terrorismo fracassará.

No subcapítulo O Direito à Felicidade considera que este é o segundo grande projeto na agenda da humanidade. Mas, como dizia Epicuro, esta busca não continua a conduzir à infelicidade?

Sim, até agora a busca da humanidade pela felicidade não foi muito bem-sucedida. Nós somos hoje muito mais poderosos do que alguma vez fomos e a nossa vida é certamente mais confortável do que no passado, mas é duvidoso que sejamos muito mais felizes do que os nossos antepassados. Os americanos médios têm um carro, um telemóvel, um frigorífico cheio de comida e um armário cheio de medicamentos, coisas com que os seus antepassados dificilmente poderiam sonhar. No entanto, os americanos estão tão irritados e insatisfeitos com a sua situação, que elegeram Donald Trump como seu presidente. Aparentemente, não é fácil traduzir o poder em felicidade.

Uma explicação é que a felicidade depende menos de condições objetivas e mais das nossas próprias expectativas. As expectativas, no entanto, tendem a adaptar-se às condições. Quando as coisas melhoram, as expectativas aumentam e, consequentemente, mesmo melhorias drásticas nas condições podem deixar-nos tão insatisfeitos como antes.

Ainda teremos netos, mas não tenho muita certeza de que os nossos netos terão netos. Pelo menos não humanos

Eu valorizo muito Marx. Até certo ponto, todos nós somos marxistas hoje. Podemos não aceitar o programa político de Marx, mas mesmo os capitalistas mais radicais analisam a história e a política usando o pensamento marxista. Por exemplo, quando tentamos entender a ascensão de Donald Trump, geralmente pensamos que as mudanças económicas, como a crescente desigualdade entre a classe operária americana e a classe alta, levam a convulsões políticas. Essa é uma análise marxista.

No entanto, no séc. XXI as teorias marxistas estão a perder relevância. O marxismo assume que a classe trabalhadora é vital para a economia e os pensadores marxistas tentaram ensinar ao proletariado como traduzir o seu imenso poder económico em força política. Esses ensinamentos podem tornar-se completamente irrelevantes no séc. XXI, pois a IA e os robôs substituem os seres humanos em mais e mais empregos e as massas perdem o seu valor económico. Na verdade, pode haver quem argumente que o brexit e Trump já demonstram uma trajetória oposta à que Marx imaginava. Em 2016, os britânicos e os americanos que perderam a sua utilidade económica, mas que ainda conservam o poder político, usaram esse poder para se revoltarem antes que seja tarde demais. Eles não se revoltam contra uma elite económica que os explora, mas contra uma elite económica que já não precisa deles.

Preocupa-o a certeza de que nos vamos confrontar em breve com uma raça de super-homens, o seu Homo Deus?

Sim, existe o perigo de a humanidade se dividir em castas biológicas. À medida que a biotecnologia se for desenvolvendo será possível prolongar o tempo da vida humana e melhorar as capacidades humanas, mas os novos tratamentos maravilha podem ser caros e podem não estar disponíveis gratuitamente para todos os milhares de milhões de seres humanos. Assim, a sociedade humana no séc. XXI pode ser a mais desigual da História. Pela primeira vez na História, a desigualdade económica será traduzida em desigualdade biológica. Pela primeira vez na História, as classes superiores não serão apenas mais ricas do que o resto da humanidade, mas também viverão muito mais tempo e terão muito mais talento.

A ascensão da inteligência artificial pode exacerbar este problema. Dentro de algumas décadas, a IA pode tornar a maioria de seres humanos inúteis. Estamos agora a desenvolver software para computadores e IA que superam os seres humanos em cada vez mais tarefas, desde conduzir carros até diagnosticar doenças. Como resultado, os especialistas calculam que dentro de algumas décadas, não serão só os empregos de taxistas e médicos, mas cerca de 50% de todos os postos de trabalho nas economias avançadas serão ocupados por computadores.

Podem aparecer muitos novos tipos de empregos, mas isso não irá necessariamente resolver o problema. Os seres humanos têm basicamente apenas dois tipos de capacidades – físicas e cognitivas – e se os computadores nos superarem em ambas, eles podem superar-nos nos novos empregos tal como o fizeram nos antigos. Então, qual será a utilidade de seres humanos nesse mundo? O que faremos com milhares de milhões de seres humanos economicamente inúteis? Não sabemos. Não temos qualquer modelo económico para tal situação. Esta pode ser a maior questão económica e política do século XXI.

Além disso, à medida que os algoritmos expulsam os seres humanos do mercado de trabalho, a riqueza pode concentrar-se nas mãos da pequena elite que possui os algoritmos todo-poderosos, criando desigualdades sociais e políticas sem precedentes. Hoje, milhões de motoristas de táxi, de autocarros e de camiões têm um peso económico e político significativo, cada um comandando uma pequena parcela do mercado de transportes. Se o governo faz alguma coisa de que não gostem, eles podem sindicalizar-se e entrar em greve. No futuro, todo esse poder económico e político pode ser monopolizado por alguns bilionários que possuem as empresas que detêm os algoritmos que dirigem todos os veículos.

O Homo sapiens foi apenas mais uma etapa da evolução do Homem e deixou de ser a referência?

Nós somos provavelmente uma das últimas gerações de Homo sapiens. Ainda teremos netos, mas não tenho muita certeza de que os nossos netos terão netos. Pelo menos não humanos. No próximo século ou dois, os seres humanos ou se destroem a eles mesmos ou evoluem para algo completamente diferente. Algo que será mais diferente de nós do que nós somos diferentes dos neandertais ou dos chimpanzés.

[citacao O algoritmo discrimina-o não porque você é mulher ou homossexual ou negro, mas porque você é você. Há algo específico sobre si de que o algoritmo não gosta]

Elege o algoritmo como um fator de discriminação. Como podem os mais fracos defenderem-se?

Ao reunir dados e poder de computação suficientes, empresas e governos poderão criar rapidamente algoritmos que me conhecem melhor do que eu próprio, e então a autoridade deslocar-se-á de mim para o algoritmo. O algoritmo poderá entender os meus desejos, prever as minhas decisões e fazer melhores escolhas em meu nome. Tais algoritmos contêm um grande potencial, mas também um grande perigo. À medida que os algoritmos nos começam a conhecer tão bem, os governos ditatoriais poderão obter um controlo absoluto sobre os seus cidadãos, ainda mais do que na Alemanha nazi, e a resistência a tais ditaduras poderá ser totalmente impossível. Mesmo em países democráticos, as pessoas podem tornar-se vítimas de novos tipos de opressão e discriminação. Hoje em dia, cada vez mais bancos, empresas e instituições estão a usar algoritmos para analisar dados e tomar decisões sobre nós. Quando pedimos um empréstimo a um banco é mais provável que o nosso pedido seja processado por um algoritmo de que por um ser humano. O algoritmo analisa muitos dados sobre nós e estatísticas sobre milhões de outras pessoas, e decide se somos suficientemente confiáveis para nos conceder um empréstimo. Muitas vezes, o algoritmo faz um trabalho melhor do que um banqueiro humano. Mas o problema é que, se o algoritmo discriminar algumas pessoas injustamente, é difícil saber isso. Se o banco se recusar a dar-nos um empréstimo e perguntarmos “porque não?”, o banco responde “o algoritmo disse que não”. Se perguntarmos “por que motivo o algoritmo disse que não?”, o banco responde, “Nós não sabemos. Nenhum ser humano entende este algoritmo, porque é baseado na aprendizagem avançada da máquina. Mas nós confiamos no nosso algoritmo, por isso não lhe concederemos um empréstimo”.

No passado, as pessoas discriminavam grupos inteiros como mulheres, homossexuais e negros. Assim, as mulheres, os homossexuais ou os negros, podiam organizar-se e protestar contra a sua discriminação coletiva. Mas agora o algoritmo pode discriminá-lo a si, e você não faz ideia da razão. Talvez o algoritmo tenha encontrado alguma coisa no seu ADN ou na sua história pessoal que não lhe agrada. O algoritmo discrimina-o não porque você é mulher ou homossexual ou negro, mas porque você é você. Há algo específico sobre si de que o algoritmo não gosta. Você não sabe o que é, e mesmo que soubesse, não se pode organizar com outras pessoas para protestar, porque não há outras pessoas. É apenas você. Em vez da discriminação coletiva como no século XX, talvez no século XXI tenhamos um grande problema de discriminação individual.

Quando aponta o Dataísmo como a próxima religião não está a ir longe de mais? Falando de religião, esta tem um prazo de validade?

Primeiro, devemos entender o que é a religião. A religião não é a crença em deuses. Em vez disso, a religião é qualquer sistema de normas e valores humanos que se baseia na crença em leis sobre-humanas. A religião diz-nos que devemos obedecer a certas leis que não foram inventadas pelos seres humanos e que os seres humanos não podem mudar à sua vontade. Algumas religiões, como o islão, o cristianismo e o hinduísmo, acreditam que essas leis sobre-humanas foram criadas pelos deuses. Outras religiões, como o budismo, o capitalismo e o nazismo, acreditam que essas leis sobre-humanas são leis naturais. Assim, os budistas acreditam nas leis naturais do carma, os nazis argumentaram que a sua ideologia refletia as leis da seleção natural, e os capitalistas acreditam que seguem as leis naturais da economia.

Não importa se acreditam em leis divinas ou em leis naturais, todas as religiões têm exatamente a mesma função: dar legitimidade às normas e valores humanos e dar estabilidade às instituições humanas, como estados e empresas. Sem algum tipo de religião é simplesmente impossível manter a ordem social. Durante a era moderna, as religiões que acreditam nas leis divinas entraram em declínio. Mas as religiões que acreditam nas leis naturais tornaram-se cada vez mais poderosas. No futuro, é provável que se tornem mais poderosos ainda. Silicon Valley, por exemplo, é hoje uma incubadora de novas tecno-religiões. Eles prometem todos os velhos prémios religiosos – felicidade, paz, prosperidade e vida eterna – mas aqui na terra com a ajuda da tecnologia e não depois da morte com a ajuda de seres sobrenaturais.

O seu livro anterior foi amplamente reconhecido. Alguém aprendeu a lição?

Não estou certo de que o objetivo do estudo da História seja aprender lições práticas. Na minha opinião, devemos estudar a História não para aprender com o passado, mas para nos libertarmos dele. Cada um de nós nasce num mundo particular, governado por um sistema particular de normas e valores, e uma determinada ordem económica e política. Como nascemos nele, tomamos a realidade circundante como natural e inevitável, e tendemos a pensar que a maneira como as pessoas hoje vivem as suas vidas é a única possível. Raramente nos damos conta de que o mundo que conhecemos é o resultado acidental de acontecimentos históricos aleatórios que condicionam não só a nossa tecnologia, política e economia, mas até mesmo a maneira como pensamos e sonhamos. É assim que o passado nos agarra pela parte de trás da cabeça, e vira o nosso olhar para um único futuro possível. Sentimos o aperto do passado desde que nascemos, por isso nem sequer nos apercebemos dele. O estudo da História visa reduzir esse aperto e permitir-nos virar a nossa cabeça mais livremente, pensar de maneira diferente e ver muitos mais futuros possíveis.

Se não conhecermos a História, facilmente confundimos os seus acidentes com a nossa verdadeira essência. Por exemplo, pensamos em nós mesmos como pertencendo a uma determinada nação, como Israel ou a Coreia; acreditamos numa certa religião; vemo-nos como indivíduos; acreditamos que temos certos direitos naturais. Então, quando me pergunto “quem sou eu?” posso responder que “sou israelita, sou judeu e sou um indivíduo que tem direitos inalienáveis ??à vida, à liberdade e à busca da felicidade”.

No entanto, o nacionalismo, o individualismo, os direitos humanos e a maioria das religiões são desenvolvimentos recentes. Antes do séc. XVIII, o nacionalismo era uma força bastante fraca, e a maioria das nações de hoje não tem mais de um século de existência. O indivíduo foi criado pelo estado e pelo mercado modernos, na sua luta para quebrar o poder das famílias e comunidades tradicionais. Os direitos humanos são uma história inventada nos últimos três séculos, que não tem base na biologia. Não há direitos inscritos no nosso ADN. A maioria das religiões que conhecemos hoje nasceu apenas nos últimos dois ou três mil anos e sofreu profundas mudanças nos últimos séculos. O judaísmo ou o cristianismo de hoje são muito diferentes do que eram há 2000 anos. Não são verdades eternas, mas criações humanas. Algumas dessas criações podem ter sido muito benéficas, é claro, mas para conhecer a verdade sobre nós mesmos precisamos ir além de todas essas criações humanas. É por isso que a História me interessa tanto. Eu quero conhecer a História, para poder ir além dela e entender a verdade que não é o resultado de acontecimentos históricos aleatórios.

É sempre referido como um historiador israelita. Porquê sempre a qualificação da nacionalidade?

Eu não me classifico como “um historiador israelita”. Eu não acho que a nacionalidade seja assim tão importante. Acho mesmo que os meus antecedentes judaicos têm muito menos influência na minha visão da História do que se poderia esperar. Eu sou judeu por etnia, mas não na minha religião e na minha visão do mundo. Sou muito mais influenciado por Buda e Darwin do que pela Bíblia. É claro que as minhas experiências como israelita moldaram a minha vida e a minha compreensão do mundo até certo ponto. O mundo parece diferente visto de Jerusalém, de Nova Iorque ou de Pequim, e se eu tivesse crescido em Nova Iorque ou Pequim, provavelmente teria escrito um livro diferente. Em particular, porque vivo no Médio Oriente, com todos os conflitos nacionalistas e religiosos, estou muito consciente do imenso poder das histórias imaginárias para controlar as nossas vidas. As pessoas estão a matar-se por todo o lado por puras ficções. É por isso que é tão importante para mim distinguir a realidade da ficção.

“Homo Deus” resulta de uma investigação complexa. Foi confrontado com caminhos sem saída?

O meu objetivo principal ao escrever Homo Deus não era profetizar o futuro, mas sim questionar o nosso futuro e explorar várias possibilidades. O livro foca-se na interação entre tecnologia, política, sociedade e religião. O que acontecerá com a política quando os algoritmos Big Data conhecerem os nossos desejos e opiniões melhor do que nós próprios os conhecemos? O que acontecerá com o mercado de trabalho quando os computadores superarem os seres humanos em cada vez mais tarefas, e a inteligência artificial substituir taxistas, médicos, professores e polícias? O que faremos com milhares de milhões de pessoas economicamente inúteis? Como irão lidar religiões como o cristianismo e o islão com a engenharia genética e o potencial de criar super-humanos e superar a velhice e a morte? Irá Silicon Valley acabar por produzir novas religiões, em vez de apenas novos gadgets?

Ao tentar responder a essas perguntas encontrei obviamente muitos becos sem saída. Ninguém sabe realmente como será o mundo dentro de 30 ou 60 anos. Na verdade, acho que a nossa capacidade de entender o mundo é hoje menor do que nunca. No passado, o conhecimento humano aumentava lentamente e a tecnologia demorava tempo a ser desenvolvida, de modo que a política e a economia também mudavam a um ritmo lento. Hoje, o nosso conhecimento está a aumentar a uma velocidade vertiginosa e, teoricamente, deveríamos entender o mundo cada vez melhor. Mas está a acontecer precisamente o contrário. Os nossos conhecimentos recém-adquiridos levam a mudanças económicas, sociais e políticas mais rápidas. Na tentativa de entender o que está a acontecer, aceleramos a acumulação de conhecimento, o que leva apenas a agitações mais rápidas e maiores. Consequentemente, estamos cada vez menos aptos a dar sentido ao presente ou a prever o futuro. Ninguém sabe realmente o que está a acontecer hoje no mundo, ou onde estaremos no futuro.

Há mil anos, em 1017, havia muitas coisas que as pessoas não sabiam sobre o futuro, mas podiam ter certeza sobre as características básicas da sociedade humana. Se você vivesse na Europa em 1017 sabia que em 1050 os Vikings poderiam invadir novamente, as dinastias poderiam cair e as pestes ou terramotos poderiam matar milhões. No entanto, era claro para si que mesmo em 1050 a maioria dos europeus ainda trabalharia na agricultura, os homens ainda dominariam as mulheres, a expectativa de vida seria de cerca de 40 anos e o corpo humano seria exatamente o mesmo. Hoje, pelo contrário, não fazemos ideia de como a Europa ou o resto do mundo vai ser em 2050. Não sabemos o que as pessoas farão como trabalho, não sabemos como serão as relações de género, as pessoas poderão viver muito mais do que hoje e o próprio corpo humano pode sofrer uma revolução sem precedentes graças à bioengenharia e a interfaces diretas entre cérebro e computador.

Consequentemente, pela primeira vez na história, não fazemos ideia do que ensinar às crianças na escola ou aos estudantes na faculdade. Em 1017, os pais ensinaram aos seus filhos como plantar trigo, como tecer lã, ou como ler a Bíblia e era óbvio que essas capacidades ainda seriam necessárias em 1050. Pelo contrário, a maior parte do que as crianças aprendem hoje na escola será irrelevante em 2050.

Sabemos que tecnologias como a IA e a bioengenharia mudarão o mundo, mas não temos certeza de como o farão, porque a tecnologia nunca é determinista. Podemos usar os mesmos avanços tecnológicos para criar tipos muito diferentes de sociedades e situações. Por exemplo, no séc. XX, as pessoas podiam usar a tecnologia da Revolução Industrial – comboios, eletricidade, rádio, telefone – para criar ditaduras comunistas, regimes fascistas ou democracias liberais. Basta pensar na Coreia do Sul e na Coreia do Norte: os dois países tiveram acesso exatamente à mesma tecnologia, mas eles optaram por empregá-la de maneiras muito diferentes.

No séc. XXI, a ascensão da IA ??e da biotecnologia irá certamente transformar o mundo, mas isso não implica um resultado determinista único. Podemos usá-las para criar tipos muito diferentes de sociedades. Como usá-las sabiamente é a questão mais importante que a humanidade enfrenta atualmente. É muito mais importante do que a crise económica mundial, as guerras no Médio Oriente ou a crise dos refugiados na Europa. O futuro, não só da humanidade, mas provavelmente da própria vida, depende de como escolhemos usar a IA e a biotecnologia.

Para dar um exemplo, consideremos o que a biotecnologia pode significar para a criação de animais. Atualmente, os seres humanos tratam os animais de criação, como vacas, porcos e galinhas, como se fossem apenas máquinas para a produção de carne, leite e ovos. Nós infligimos um sofrimento tremendo a biliões de seres sensíveis, que conseguem sentir dor, medo e solidão. Os avanços na biotecnologia dão-nos agora uma escolha. Por um lado, podemos usar a biotecnologia para criar vacas, porcos e galinhas que crescem mais rapidamente e produzem mais carne, sem pensar no sofrimento que infligimos a esses animais. Por outro lado, poderíamos usar a biotecnologia para criar o que é conhecido como “agricultura celular” ou “carne limpa” – carne que é produzida em laboratórios a partir de células animais, sem necessidade de criar e abater criaturas inteiras. Se quisermos um bife, poderemos limitar-nos a produzir um bife, em vez de criar e abater uma vaca inteira. Isso não é ficção científica. O primeiro “hambúrguer limpo” foi produzido em 2013. É verdade que custou 330 000 dólares, mas, hoje, produzir um hambúrguer desses custa apenas 11 dólares, e dentro de alguns anos é provável que custe menos do que um hambúrguer de “carne abatida”. Com a investigação e o investimento certos, dentro de uma década ou duas poderíamos produzir carne limpa em escala industrial, que será mais barata, mais ecológica e mais ética do que criar vacas. A escolha depende de nós.

Homo Deus – História Breve do Amanhã

Yuval Noah Harari

Editora Elsinore

480 páginas

22 euros

Versão inglesa da entrevista a Yuval Noah Harari

I look at your book and I imagine the author as a drone endowed with artificial intelligence flying over the planet Earth. Is that an image you can identify yourself with?
To some extent. I do try to be like some high-flying drone, watching everything that happens on earth without taking sides. Yet unlike a drone or an artificial intelligence, I focus not just on material developments. I try to understand how people feel, and I give a central place in my book to ethical and philosophical questions. There is no point writing history if you forget about the ethical dimension.

You begin this book with a big question: “We are controlling famine, plague and war, what is going to replace them?” What is your prognosis?

In the twenty-first century the main human ambition will not be merely to control famine, plague and war, but to upgrade humans into gods. I mean this literally. Humans will strive to acquire abilities that traditionally were thought to be divine abilities. In particular, the ability to engineer and create life. Just as in the Bible God created animals and plants and humans according to his wishes, so in the twenty-first century we will probably learn how to design and manufacture animals and plants and even humans according to our wishes. We will use genetic engineering in order to create new kinds of organic beings; we will use direct brain-computer interfaces in order to create cyborgs (beings that combine organic parts with inorganic parts); and we may even succeed in creating completely inorganic beings. The main products of the twenty-first-century economy will not be textiles, vehicles and weapons, but rather bodies, brains and minds. This is why I gave the book the title Homo Deus – man-god.

When commenting on the current state of humanity you say: “Let”s see what”s on the agenda today.” Is this a question for the whole world or only for the less fortunate?
It is a question for the whole world, from the most developed countries to the least developed. For we now live in a global world. There are no longer independent countries. All countries depend on one another. All our main problems are global in nature: global warming, global inequality, the rise of disruptive technologies. The development of AI and bioengineering will influence not just Japan and the USA, but also Congo and Afghanistan. Countries that take no interest in AI and bioengineering are likely to be subjugated and exploited, just as in the nineteenth century countries that took no interest in steam engines and machine guns were conquered by the industrial powers.

In some countries, overeating is a more serious problem than hunger. Is this an irrational situation or is it only human nature?
There are still billions of poor people in the world suffering from malnutrition and disease, but mass famines are becoming rare. In the past, every few years there was drought or flooding or some other natural catastrophe, food production sharply declined, and millions of people starved to death. Today, humankind produces so much food and can transport food so quickly and cheaply, that natural disasters by themselves never result in mass starvation. There are no longer natural famines in the world – there are only political famines. If people in Syria, Sudan or North Korea still starve to death, it is only because some government wants them to.
Take China, for example. A few decades ago China was still a byword for food shortages. Tens of millions of Chinese starved to death during the disastrous Great Leap Forward, and experts routinely predicted that the problem would only get worse. In 1974 the first World Food Conference was convened in Rome, and delegates were treated to apocalyptic scenarios. They were told that there was no way for China to feed its billion people, and that the world”s most populous country was heading towards catastrophe. In fact, it was heading towards the greatest economic miracle in history. Since 1974 hundreds of millions of Chinese have been lifted out of poverty, and though hundreds of millions more still suffer greatly from privation and malnutrition, for the first time in its recorded history China is now free from famine.
Indeed, in most countries today overeating has become a far worse problem than famine. In the eighteenth century Marie-Antoinette allegedly advised the starving masses that if they run out of bread, they should just eat cake instead. Today the poor are following this advice to the letter. Whereas the rich residents of Beverly Hills eat lettuce salad and steamed tofu with quinoa, in the slums and ghettos the poor gorge on Twinkie cakes, Cheetos, hamburgers and pizza. In 2014, more than 2.1 billion people were overweight, compared to 850 million who suffered from malnutrition. Half of humankind is expected to be overweight by 2030. In 2010, famine and malnutrition combined killed about 1 million people, whereas obesity killed 3 million.

You claim that wars are dwindling. When you see President Trump dropping a super bomb in Afghanistan do you feel like changing the text of this book?
I didn”t say that wars will inevitably disappear. What I said is that we have transformed wars from an inevitable catastrophe beyond human control into a manageable challenge. In the past, humans thought that wars were a natural part of the world, and only God could bring peace to earth. But over the last few decades, humans discovered that they have the power to bring peace to the world by themselves, if they make the right decisions.
There are still wars in some parts of the world – I live in Israel, so I know that perfectly well. But large parts of the world are completely free from war, and many states have stopped using war as a standard tool to advance their interests. In ancient agricultural societies, about 15% of all deaths were caused by human violence. Today, in the world as a whole, less than 1.5% of deaths are caused by human violence. In fact, the number of suicides is today greater than the number of violent deaths! You have more chance of killing yourself than being killed by some enemy soldier, terrorist or criminal. Similarly, the number of people who die from obesity and related diseases is far higher than the number of people killed by human violence. Sugar is today more dangerous than gunpowder.
What brought about this new era of peace? There are two main causes for that. First and foremost, nuclear weapons have turned war between superpowers into collective suicide. So the superpowers had to completely change the international system, and find ways of resolving conflicts without major wars. Secondly, economic changes have turned knowledge into the main economic asset. Previously, wealth was mainly material wealth: wheat fields, gold mines, slaves, cattle. This encouraged war, because it was relatively easy to conquer material wealth through war. Today, wealth is increasingly based on knowledge. And you cannot conquer knowledge through war. You cannot for example conquer the wealth of Silicon Valley through war, because there are no silicon mines in Silicon Valley – the wealth comes from the knowledge of the engineers and technicians. Consequently today most wars are restricted to those parts of the world – like the Middle East – where wealth is old-fashioned material wealth (primarily oil fields).
I don”t know whether this era of peace will last. But the past few decades have proven that when humans want to, they can bring war and violence under control. It is our responsibility to make sure they remain under our control. If a new World War begins, it will be the fault of irresponsible leaders such as Trump and Putin rather than of human nature.

Was it easy to integrate the constant statement of terrorism in this analysis of yours?
Terrorism is mostly theater. Terrorists stage a terrifying spectacle of violence that captures our imagination and makes us feel as if we are sliding back into medieval chaos. Consequently states often feel obliged to react to the theatre of terrorism with a show of security, orchestrating immense displays of force, such as the persecution of entire populations or the invasion of foreign countries. In most cases, this overreaction to terrorism poses a far greater threat to our security than the terrorists themselves.
Terrorists are like a fly that tries to destroy a china shop. The fly is so weak that it cannot budge even a single teacup. So it finds a bull, gets inside its ear, and starts buzzing. The bull goes wild with fear and anger, and destroys the china shop. This is what happened in the Middle East in the last decade. Islamic fundamentalists could never have toppled Saddam Hussein by themselves. Instead, they enraged the USA by the 9/11 attacks, and the USA destroyed the Middle Eastern china shop for them. Now they flourish in the wreckage.
Hence the success or failure of terrorism really depends on us. If we allow our imagination to be captured by the terrorists, and then overreact to our own fears – terrorism will succeed. If we free our imagination from the terrorists, and react in a balanced and cool way – terrorism will fail.

In the subchapter “The Right to Happiness”, you consider this is the second major project on the agenda of humankind. But isn”t it true, as Epicurus said, that this search continues to lead to unhappiness?
Yes, so far humanity”s search for happiness was not very successful. We are today far more powerful than ever before, and our life is certainly more comfortable than in the past, yet it is doubtful whether we are much happier than our ancestors. Average Americans have a car, a smartphone, a refrigerator full of food and a cupboard full of medicines – things their ancestors could hardly dream about. Yet Americans are so angry and dissatisfied with their situation, that they elected Donald Trump as their president. Apparently, it is not easy to translate power into happiness.
One explanation is that happiness depends less on objective conditions and more on our own expectations. Expectations, however, tend to adapt to conditions. When things improve, expectations balloon, and consequently even dramatic improvements in conditions might leave us as dissatisfied as before.
At an even more fundamental level, the basic human reaction to pleasure is not satisfaction, but rather craving for more. Hence no matter what we achieve, it only increases our craving, not our satisfaction. This is why humankind has been so successful in conquering the world and acquiring immense power, but has not been successful in translating all that power into happiness. If we don”t change our basic mental patterns, than the power we will gain in the twenty-first century may well upgrade us into gods, but we will be very dissatisfied gods.

You mention that “Marx forgot that the capitalists knew how to read.” To what extent do you value this thinker?
I value Marx very highly. To some extent, we are all Marxists today. We may not accept Marx”s political program, but even the most extreme capitalists analyze history and politics using Marxist thinking. For example, when we try to understand the rise of Donald Trump, we usually think that economic changes such as growing inequality between the American working class and the upper class lead to political upheavals. That”s a Marxist analysis.
However, in the twenty-first century Marxist theories are losing their relevance. Marxism assumes that the working class is vital for the economy, and Marxist thinkers have tried to teach the proletariat how to translate its immense economic power into political clout. These teachings might become utterly irrelevant in the twenty-first century, as AI and robots replace humans in more and more jobs, and as the masses lose their economic value. Indeed, some might argue that already Brexit and Trump demonstrate an opposite trajectory to what Marx envisioned. In 2016 Brits and Americans who have lost their economic usefulness but still retained political power have used that power to revolt before it is too late. They revolt not against an economic elite that exploits them, but against an economic elite that does not need them anymore.

Are you worried that we will soon face a race of supermen, your Homo Deus?
Yes, there is a danger that humankind will split into biological castes. As biotechnology improves, it will be possible to extend human life-spans and to upgrade human abilities, but the new wonder treatments might be expensive, and might not be freely available for all billions of humans. Hence human society in the 21st century may be the most unequal in history. For the first time in history, economic inequality will be translated into biological inequality. For the first time in history, the upper classes will be not only richer than the rest of humankind, but they will also live much longer and will be far more talented.
The rise of artificial intelligence might exacerbate this problem. Within a few decades, AI may make most humans useless. We are now developing computer software and AI that outperform humans in more and more tasks, from driving cars to diagnosing diseases. As a result, experts estimate that within a few decades, not only taxi drivers and doctors, but about 50% of all the jobs in advanced economies will be taken by computers.
Many new kinds of jobs might appear, but that won”t necessarily solve the problem. Humans have basically just two types of skills – physical and cognitive – and if computers outperform us in both, they might outperform us in the new jobs just like in the old ones. So what will be the use of humans in such a world? What will we do with billions of economically useless humans? We don”t know. We don”t have any economic model for such a situation. This may well be the greatest economic and political question of the twenty-first century.
In addition, as algorithms push humans out of the job market, wealth might become concentrated in the hands of the tiny elite that owns the all-powerful algorithms, creating unprecedented social and political inequality. Today millions of taxi drivers, bus drivers and truck drivers have significant economic and political clout, each commanding a small share of the transportation market. If the government does something they don”t like, they can unionize and go on strike. In the future, all that economic and political power might be monopolized by a few billionaires who own the corporations who own the algorithms that drive all the vehicles.

Was homo sapiens just one more step in the evolution of man and no longer the reference?
We are probably one of the last generations of Homo sapiens. We will still have grandchildren, but I am not so sure that our grandchildren will have grandchildren. At least not human ones. In the next century or two, humans will either destroy themselves or upgrade themselves into something completely different. Something that will be more different from us than we are different from Neanderthals or chimpanzees.

You pick the algorithm as a discriminating factor. How can the weakest defend themselves?
By bringing together enough data and enough computing power, corporations and governments could soon create algorithms that know me better than I know myself, and then authority will shift away from me to the algorithm. The algorithm could understand my desires, predict my decisions, and make better choices on my behalf.
Such algorithms have great potential, but also great danger. As algorithms come to know us so well, dictatorial governments could gain absolute control over their citizens, even more than in Nazi Germany, and resistance to such dictatorships might be utterly impossible. Even in democratic countries, people might become the victims of new kinds of oppression and discrimination. Already today more and more banks, corporations and institutions are using algorithms to analyze data and make decisions about us. When you apply to your bank for a loan, it is likely that your application is processed by an algorithm rather than by a human. The algorithm analyzes lots of data about you, and statistics about millions of other people, and decides whether you are reliable enough to give you a loan. Often, the algorithm does a better job than a human banker. But the problem is, that if the algorithm discriminates against some people unjustly, it is difficult to know that. If the bank refuses to give you a loan, and you ask “why not?”, the bank replies “the algorithm said no.” You ask “why did the algorithm say no?” and the bank replies “We don”t know. No human understands this algorithm, because it is based on advanced machine learning. But we trust our algorithm, so we won”t give you a loan”.
In the past, people discriminated against entire groups such as women, gays, and blacks. So the women, or gays, or blacks, could organize and protest against their collective discrimination. But now the algorithm might discriminate against you, and you have no idea why. Maybe the algorithm found something in your DNA or your personal history that the algorithm does not like. The algorithm discriminates against you not because you are a woman, or gay, or black – but because you are you. There is something specific about you that the algorithm does not like. You don”t know what it is, and even if you knew, you cannot organize with other people to protest, because there are no other people. It is just you. Instead of collective discrimination like in the twentieth century, maybe in the twenty-first century we will have a big problem of individual discrimination.

When you point out Dataism as the next religion, aren”t you going too far?
Speaking of religion, does it have an expiration date?

First, we should understand what religion is. Religion is not belief in gods. Rather, religion is any system of human norms and values that is founded on a belief in superhuman laws. Religion tells us that we must obey certain laws that were not invented by humans, and that humans cannot change at will. Some religions, such as Islam, Christianity and Hinduism, believe that these super-human laws were created by the gods. Other religions, such as Buddhism, Capitalism and Nazism, believe that these super-human laws are natural laws. Thus Buddhists believe in the natural laws of karma, Nazis argued that their ideology reflected the laws of natural selection, and Capitalist believe that they follow the natural laws of economics.
No matter whether they believe in divine laws or in natural laws, all religions have exactly the same function: to give legitimacy to human norms and values, and to give stability to human institutions such as states and corporations. Without some kind of religion, it is simply impossible to maintain social order. During the modern era religions that believe in divine laws went into eclipse. But religions that believe in natural laws became ever more powerful. In the future, they are likely to become more powerful yet. Silicon Valley, for example, is today a hot-house of new techno-religions. They promise all the old religious prizes – happiness, peace, prosperity, and eternal life – but here on earth with the help of technology, rather than after death with the help of supernatural beings.

Your previous book was widely recognized. Did someone learn their lesson?
I am not sure that the aim of studying history is to learn practical lessons. In my view, we should study history not in order to learn from the past, but in order to be free of it. Each of us is born into a particular world, governed by a particular system of norms and values, and a particular economic and political order. Since we are born into it, we take the surrounding reality to be natural and inevitable, and we tend to think that the way people today live their lives is the only possible way. We seldom realize that the world we know is the accidental outcome of chance historical events, which condition not only our technology, politics and economics but even the way we think and dream. This is how the past grips us by the back of the head, and turn our eyes towards a single possible future. We have felt the grip of the past from the moment we were born, so we don”t even notice it. The study of history aims to loosen this grip, and to enable us to turn our head around more freely, to think in new ways, and to see many more possible futures.
If we don”t know history, we easily mistake the accidents of history for our real essence. For example, we think about ourselves as belonging to a certain nation such as Israel or Korea; we believe in a certain religion; we view ourselves as individuals; we believe that we have certain natural rights. So when I ask myself “who am I?” I might reply that “I am Israeli, I am Jewish, and I am an individual having inalienable rights to life, liberty and the pursuit of happiness”.
Yet in fact, nationalism, individualism, human rights and most religions are recent developments. Prior to the 18th century nationalism was a rather weak force, and most nations today are hardly a century old. The individual was created by the modern state and the modern market, in their struggle to break up the power of traditional families and communities. Human rights are a story invented over the last three centuries, which has no basis in biology. There are no rights inscribed in our DNA. Most religions we know today were born only in the last two or three thousand years, and have undergone far-reaching changes in the last few centuries. The Judaism or Christianity of today are very different from what they were 2000 years ago. They are not eternal truths, but human creations. Some of these creations may have been very beneficial, of course, but in order to know the truth about ourselves, we need to go beyond all such human creations. This is why history interests me so much. I want to know history, so that I could go beyond it, and understand the truth which is not the outcome of chance historical events.

You are always referred to as an Israelite historian. Why always the qualification of nationality?
I don”t call myself “an Israeli historian”. I don”t think nationality is so important. I similarly think my Jewish background has much less influence on my view of history than what one might expect. I am Jewish by ethnicity, but not in my religion and worldview. I am much more influenced by Buddha and Darwin than by the Bible. Of course my experiences as an Israeli have shaped my life and understanding of the world to some extent. The world looks different from Jerusalem than from New York or Beijing, and if I grew up in New York or Beijing I would probably have written a different book. In particular, because I live in the Middle East, with all the nationalist and religious conflicts, I am very much aware of the immense power of imaginary stories to control our lives. All around, people are killing each other for pure fictions. That”s why it is so important for me to distinguish reality from fiction.

“Homo Deus” results from a complex investigation. Have you been faced with dead ends?
My main aim in writing Homo Deus was not to prophesize the future, but to raise questions about our future, and explore various possibilities. The book focuses on the interaction between technology, politics, society and religion. What will happen to politics when Big Data algorithms know our desires and opinions better than we know them ourselves? What will happen to the job market when computers outperform humans in more and more tasks, and artificial intelligence replaces taxi drivers, doctors, teachers and policemen? What will we do with billions of economically useless people? How will religions such as Christianity and Islam handle genetic engineering and the potential of creating superhumans and overcoming old age and death? Will Silicon Valley end up producing new religions, rather than just novel gadgets?
When trying to answer such questions, I obviously encountered many dead ends. Nobody really knows what the world would be like in 30 or 60 years. Indeed, I think that today our ability to understand the world is smaller than ever before. In the past, human knowledge increased slowly, and technology took time to develop, so politics and economics also changed at a leisurely pace. Today our knowledge is increasing at breakneck speed, and theoretically we should understand the world better and better. But the very opposite is happening. Our newfound knowledge leads to faster economic, social and political changes; in an attempt to understand what is happening, we accelerate the accumulation of knowledge; which leads only to faster and greater upheavals. Consequently we are less and less able to make sense of the present or to forecast the future. Nobody really knows what is happening today in the world, or where we will be in the future.
A thousand years ago, in 1017, there were many things people didn”t know about the future, but they could be quite certain about the basic features of human society. If you lived in Europe in 1017 you knew that by 1050 the Vikings might invade again, dynasties might fall, and plagues or earthquakes might kill millions. However, it was clear to you that even in 1050 most Europeans would still work as farmers, men would still dominate women, life expectancy would be about 40, and the human body would be exactly the same. In contrast, today we have no idea how Europe or the rest of the world will look in 2050. We don”t know what people will do for a living, we don”t know what gender relations will be like, people might live much longer than today, and the human body itself might undergo an unprecedented revolution thanks to bioengineering and direct brain-computer interfaces.
Consequently for the first time in history, we have no idea what to teach children in school or students in college. In 1017, parents taught their children how to plant wheat, how to weave wool, or how to read the Bible – it was obvious these skills would still be needed in 1050. In contrast, most of what kids learn in school today will be irrelevant by 2050.
We do know that technologies such as AI and bioengineering will change the world, but we are not sure how, because technology is never deterministic. We can use the same technological breakthroughs to create very different kinds of societies and situations. For example, in the twentieth century people could use the technology of the Industrial Revolution – trains, electricity, radio, telephone – in order to create communist dictatorships, fascist regimes or liberal democracies. Just think about South Korea and North Korea: They have had access to exactly the same technology, but they have chosen to employ it in very different ways.
In the twenty-first century the rise of AI and biotechnology will certainly transform the world, but it does not mandate a single deterministic outcome. We can use them to create very different kinds of societies. How to use them wisely is the most important question facing humankind today. It is far more important than the global economic crisis, the wars in the Middle East, or the refugee crisis in Europe. The future not only of humanity, but probably of life itself, depends on how we choose to use AI and biotechnology.
To give an example, consider what biotechnology might mean to farm animals. At present, humans treat farm animals such as cows, pigs and chickens as if they were just machines for producing meat, milk and eggs. We inflict tremendous suffering on billions of sentient beings, who can feel pain, fear and loneliness. Advances in biotechnology now give us a choice. On the one hand, we could use biotechnology to design cows, pigs and chickens that grow faster and produce more meat, without any thought about the suffering we inflict on these animals. On the other hand, we could use biotechnology to create what is known as “cellular agriculture” or “clean meat” – meat that is grown in laboratories from animal cells, without any need of raising and slaughtering entire creatures. If you want a steak, you could just grow a steak, instead of raising and slaughtering an entire cow. This isn”t science fiction. The first “clean hamburger” was produced in 2013. True, it cost $330,000, but today producing such a hamburger costs only $11, and within a few more years it is likely to cost less than a “slaughtered meat” hamburger. With proper research and investment, within a decade or two we could produce clean meat on an industrial scale which will be cheaper, more ecologic and more ethical than raising cows. The choice is up to us.

Article source: http://www.dn.pt/artes/interior/yuval-harari-nao-sabemos-o-que-ensinar-aos-jovens-pela-primeira-vez-na-historia-8486526.html

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Joachim Sauer (segundo a contar da esquerda), o marido da chanceler alemã Angela Merkel, acompanhou as mulheres dos líderes do G7 numa visita á câmara de Catânia

Ausente estava Philip May, o marido da primeira-ministra britânica, que não terá acompanhado a mulher na viagem à Sicília.

Discreto, Joachim Sauer costuma abrir uma exceção e juntar-se à mulher para as cimeiras do G7 e do G20.

O facto de a presença de um homem nestas imagens ainda ser notícia só reflete o facto de as mulheres serem uma minoria na alta política mundial. Se olharmos para o G20, só dois países são chefiados por mulheres: a Alemanha e o Reino Unido.

Percorra a galeria de imagens acima clicando sobre as setas.

Article source: http://www.dn.pt/mundo/interior/um-homem-entre-as-primeiras-damas-8510012.html

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Article source: https://www.azzurridigloria.com/news-tiro-a-segno/

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“Os homens sujeitos a estas purgas ‘gay’ sofreram uma terrível provação na Chechénia”, disse Graeme Reid, diretor do programa dos direitos LGBT (lésbicas, ‘gays’, bissexuais e transgéneros) da HRW, citado no comunicado.

“O Kremlin tem o dever de levar à justiça os responsáveis pela violência e proteger todas as pessoas na Rússia, independentemente da sua orientação sexual”, adiantou.

A HRW considera que aquelas vítimas “continuam em risco de sofrerem danos físicos enquanto permanecerem na Rússia”, apelando por isso aos “governos estrangeiros” para lhes “darem um asilo seguro”.

O relatório da organização indica que, desde a última semana de fevereiro e até à primeira semana de abril, a polícia chechena “deteve homens que suspeitava serem homossexuais, manteve-os em locais secretos durante dias ou semanas e torturou-os, humilhou-os (…), forçando-os a dar informação sobre outros homens que poderiam ser ‘gays'”.

“A tortura era má — sobretudo os espancamentos e os choques elétricos –, muito poucos conseguiam suportá-la sem quebrar”, disse uma das vítimas à Human Rights Watch.

O relatório indica ainda que os agentes também “chamavam nomes ofensivos” aos detidos, “cuspiam-lhes na cara e encorajavam ou forçavam detidos por outras razões a fazerem troça e a abusarem deles”.

Segundo a HRW, a maioria dos homens foi depois entregue à família, “expondo a sua orientação sexual e incentivando indiretamente os familiares a realizarem ‘homicídios de honra'”.

O jornal independente russo Novaia Gazeta, que revelou o caso no final de março, disse que pelo menos duas pessoas foram assassinadas pelos seus familiares e uma terceira morreu em consequência de atos de tortura.

“Os que fugiram da Chechénia continuam em perigo noutras partes da Rússia”, assinalou a Human Rights Watch, adiantando que correm o “duplo risco de serem perseguidos pelas forças de segurança chechenas e pelos seus próprios familiares”.

Um dos detidos disse à HRW: “A minha vida está destruída. Não posso voltar. E aqui também não é seguro. Eles têm braços longos e podem encontrar-me e aos outros em qualquer lugar na Rússia, basta dar-lhes tempo”.

A organização de direitos humanos considera ainda que as autoridades chechenas tinham conhecimento da campanha, referindo que “dois responsáveis de alto nível visitaram os centros de detenção não oficiais, repreenderam os presumíveis homossexuais detidos e observaram os guardas a maltratarem-nos”.

No passado dia 16, três organizações francesas apresentaram queixa no Tribunal Penal Internacional contra o presidente da Chechénia, Ramzan Kadyrov, por perseguições aos homossexuais na república.

Na queixa, as organizações não-governamentais de defesa dos direitos LGBT “Stop Homophobie”, “Mousse” e “Comité Idaho France” afirmam que as detenções punitivas “não são ações de grupos isolados, mas obra das autoridades chechenas, sob a direção do seu presidente, Ramzan Kadyrov”.

Segundo a HRW, “até meados de maio, não foram relatados novos sequestros, mas vários dos homens visados aparentemente continuam detidos”.

“A investigação federal da Rússia deve ser minuciosa e capaz de levar os autores a prestar contas. As autoridades devem tomar medidas especiais para proteger as vítimas, testemunhas e suas famílias”, defende a Human Rights Watch, pedindo também aos “governos estrangeiros para manterem pressão sobre Moscovo”.

Article source: http://www.dn.pt/mundo/interior/perseguicao-de-homossexuais-na-chechenia-confirmada-em-relatorio-da-human-rights-watch-8508446.html

The Wachowski sisters’ remarkable Netflix series, Sense8, is now in its second season. It is an elaborate envisioning of another race of humanoids, homo sensorium, who communicate telepathically and live among us.

These come in “clusters” that are scattered around the world, and from its opening credits, Sense8 is careful to present the viewer with the enormously diverse quilt that is humanity itself. The opening credits roll over a stunning montage of multicolored crowds, couples, celebrations, and rituals from around the globe (yes, the show has a break-the-piggybank travel budget).

The cluster of eight we follow is diversity itself — a Kenyan, a German, an Indian, an Icelander, people of color, a Brazilian gay man, and a Bay Area transgender woman. In nearly every episode, a cluster character denounces humanity’s unfortunate propensity to fear and oppress those we see as different, as the “Other.”

And yet…

Not a single genderqueer person anywhere. Not in this cluster. Not in the others. Not in any character they interact with. Even the crazy underground computer hacker named Bug is, like everyone else, quite gender-normative.

Apparently gender difference is the Other that must not speak its name. And this is from a team where not one but both siblings have bravely and publicly transitioned to be trans women. Et tu, Lana and Lilly?

Moreover, all of this occurs in science fiction, a genre invented to let creative imaginations run wild with possibility. Apparently veering from the gender binary is not among the possible. And in this, Sense8 is hardly alone.

In the latest installment in the (now interminable) X-Men series (Logan), everyone is comfortingly gender-normative. In the latest installment in the (now interminable) Alien series (Covenant), everyone is comfortably gender-normative — some have pointed out that even the mysterious “engineers” feature male and female versions. And in the latest installment of the (now interminable) Star Wars series (The Force Awakens), everyone is comfortingly gender- normative (even Jabba the Hutt was not only male but totally hetero — across species!).

Let this sink in — because it shows exactly what genderqueers are up against.

Mutants cannot be us. Even droids like C-3PO cannot be us. Even dark, scaly alien creatures that are perfect killing machines, that drip acid for blood, come with nasty double mouths, that burst from the human chest during birth, and drip gobs of gooey saliva before puncturing our skulls are nicely, neatly divided up into boys and the girls (the girls lay the eggs, of course).

In short, even our best creative minds are simply unable to imagine, under any circumstances, on any world, in any galaxy, in any alien form, a character who is nonbinary and/or profoundly gender-nonconforming (no, please do not feed me Whoopi Goldberg as Guinan on Star Trek: The Next Generation).

This implicitly promotes binary male/female as some sort of unavoidable, universal, and implacable natural law, from which there is no escape. As with the Borg (yes, they were binary too), “resistance is futile.”

One of the few exceptions was Jaye Davidson’s role in the ’90s sci-fi flick Stargate. Alas, Jaye’s genderqueerness was introduced as evidence of otherworldly evil — all the “normal” people were binary. Even in the totally different universe, at the other end of the stargate, all the aliens turned out to be boys and girls just like us (the girls did the cooking and offered themselves up to the boys, of course).

Perhaps for a truly genderqueer sci-fi character we must wait for Taylor on Showtime’s series Billions to don a space suit and launch a hedge fund on Tatooine.

It is sadly to be expected that cisgender people cannot imagine us. But it is beyond sad that even when we are behind the camera and behind the typewriter, as with Sense8, we cannot imagine us either. And this blind spot is especially disheartening in a show that so pointedly wears its inclusive politics on its sleeve.

One has to wonder if there’s a coming split one day in the trans community between those of us who are trans and gender-conforming, and those who of us who are trans and gender-nonconforming. Right now we’re all at sea together politically, and so we’re more or less rowing in the same boat.

But that was once true of the gay community too. Then they started mainstreaming, and the genderqueers and trans people were pushed toward the back so that gender-normative gays and lesbians could be out front.

Will the trans movement go the same way? Will we split into those who are normatively binary and those who are genderqueer? How can we stay together when some of them can’t even imagine that some of us exist?

RIKI WILCHINS is an author and advocate.

Article source: http://www.advocate.com/commentary/2017/5/26/todays-sci-fi-oddly-adheres-strict-gender-norms

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“O Kremlin tem o dever de levar à justiça os responsáveis pela violência e proteger todas as pessoas na Rússia, independentemente da sua orientação sexual”, adiantou.

A HRW considera que aquelas vítimas “continuam em risco de sofrerem danos físicos enquanto permanecerem na Rússia”, apelando por isso aos “governos estrangeiros” para lhes “darem um asilo seguro”.

O relatório da organização indica que, desde a última semana de fevereiro e até à primeira semana de abril, a polícia chechena “deteve homens que suspeitava serem homossexuais, manteve-os em locais secretos durante dias ou semanas e torturou-os, humilhou-os (…), forçando-os a dar informação sobre outros homens que poderiam ser ‘gays'”.

“A tortura era má — sobretudo os espancamentos e os choques elétricos — muito poucos conseguiam suportá-la sem quebrar”, disse uma das vítimas à Human Rights Watch.

O relatório indica ainda que os agentes também “chamavam nomes ofensivos” aos detidos, “cuspiam-lhes na cara e encorajavam ou forçavam detidos por outras razões a fazerem troça e a abusarem deles”.

Segundo a HRW, a maioria dos homens foi depois entregue à família, “expondo a sua orientação sexual e incentivando indiretamente os familiares a realizarem ‘homicídios de honra'”.

O jornal independente russo Novaia Gazeta, que revelou o caso no final de março, disse que pelo menos duas pessoas foram assassinadas pelos seus familiares e uma terceira morreu em consequência de atos de tortura.

“Os que fugiram da Chechénia continuam em perigo noutras partes da Rússia”, assinalou a Human Rights Watch, adiantando que correm o “duplo risco de serem perseguidos pelas forças de segurança chechenas e pelos seus próprios familiares”.

Um dos detidos disse à HRW: “A minha vida está destruída. Não posso voltar. E aqui também não é seguro. Eles têm braços longos e podem encontrar-me e aos outros em qualquer lugar na Rússia, basta dar-lhes tempo”.

A organização de direitos humanos considera ainda que as autoridades chechenas tinham conhecimento da campanha, referindo que “dois responsáveis de alto nível visitaram os centros de detenção não oficiais, repreenderam os presumíveis homossexuais detidos e observaram os guardas a maltratarem-nos”.

No passado dia 16, três organizações francesas apresentaram queixa no Tribunal Penal Internacional contra o presidente da Chechénia, Ramzan Kadyrov, por perseguições aos homossexuais na república.

Na queixa, as organizações não–governamentais de defesa dos direitos LGBT “Stop Homophobie”, “Mousse” e “Comité Idaho France” afirmam que as detenções punitivas “não são ações de grupos isolados, mas obra das autoridades chechenas, sob a direção do seu presidente, Ramzan Kadyrov”.

Segundo a HRW, “até meados de maio, não foram relatados novos sequestros, mas vários dos homens visados aparentemente continuam detidos”.

“A investigação federal da Rússia deve ser minuciosa e capaz de levar os autores a prestar contas. As autoridades devem tomar medidas especiais para proteger as vítimas, testemunhas e suas famílias”, defende a Human Rights Watch, pedindo também aos “governos estrangeiros para manterem pressão sobre Moscovo”.

Article source: http://www.dn.pt/lusa/interior/perseguicao-de-homossexuais-na-chechenia-confirmada-em-relatorio-da-human-rights-watch-8508446.html

Dopo una netta vittoria (0:3) conseguita ad Adelfia lo scorso sabato contro la casalinga Lions Peuceta (primo set 14:25 – secondo set 23:25 – terzo set 11:25) per la terza giornata dei play-off di prima divisione di pallavolo maschile, la Casareale Volley Gravina – capolista del girone con 14 punti – è chiamata ad un ultimo grande sforzo per raggiungere il sogno di una stagione.

Si terrà infatti domenica 30 aprile alle ore 18.30 presso il polivalente comunale di via Dante l’ultima partita dei play-off di prima divisione di pallavolo maschile, contro la seconda classificata (12 punti) Marino Volley Altamura. Un match importante, in cui ci si giocherà il tutto per tutto: la Serie D.

Una vittoria o anche una sconfitta per 2:3, sarà sufficiente per la Casareale Volley Gravina – avendo 2 risultati su 3 – per coronare il sogno della Serie D.

In attesa del Big Match, godetevi questo filmato. Buona visione.

Article source: https://www.gravinalife.it/sport/casareale-volley-gravina-vs-marino-volley-altamura-chi-conquistera-la-serie-d/