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Graça Fonseca, secretária de Estado Adjunta e da Modernização Administrativa, é uma pessoa reservada. É a própria que o diz na entrevista ao Diário de Notícias em que assume a sua homossexualidade. «Só dei uma entrevista de fundo até esta. Prezo muito a minha vida privada, é o meu espaço de liberdade. E quem tem vida pública precisa desesperadamente de vida privada. É o reduto de segurança, onde ninguém pode tocar», sublinhou.

Não conheço ninguém para quem assumir a homossexualidade não fosse um ato de coragem. Graça Fonseca certamente preferia manter o seu reduto sem brechas – teve a força de o fazer por saber que tinha de usar o exemplo do cargo público que ocupa para, roubando-lhe de novo as palavras, «abrir mentalidades». Uma decisão que, garantiu, é «política». Na entrevista, usa uma expressão que, a meu ver, sintetiza o seu ato. A «empatia».

Mesmo que não se concorde com a decisão de se levantar o véu da vida privada, desvalorizar e ignorar o ato de Graça Fonseca não só é um argumento paupérrimo como mostra um desconhecimento até patético do que é não ser aceite por quem se é. De ter que esconder a orientação sexual, a religião, de ser discriminado pela cor da pele.

Graça Fonseca deu mais um passo nesta coisa que é a aceitação e respeito pleno pelo outro. Fê-lo numa altura em que o ódio no mundo, em vez de encolher, floresce. Floresce não – é um verbo com demasiada esperança para usar na mesma frase. Em que o ódio alastra, qual mancha de petróleo.

Veja-se Charlottesville. Veja-se Barcelona. Veja-se o ataque à discoteca Pulse, em Orlando. Todos eles atos de ódio por motivos diferentes, todos iguais na hora de não respeitar a opção do outro.

Num outro mundo, aquele a que Graça deu mais um tijolo para construir, seria principalmente lembrada pelo seu percurso político e por ter montado um mecanismo na câmara de Lisboa, que levou depois para o país, e que, na minha opinião – e numa altura em que a política é, para tantos, algo tão distante – é um dos mais interessantes instrumentos de participação da sociedade civil na construção do espaço, o orçamento participativo.

Agora, Graça Fonseca vai ser também recordada como a primeira governante a assumir a homossexualidade depois de entrar em funções. Que a sua mensagem de empatia nos ajude a construirmos um lugar onde ser gay, preto, católico, branco ou muçulmano não faça notícia.

1. Pela primeira vez, um político português “assumiu” a homossexualidade. Por azar, o político em causa é uma obscuríssima secretária de Estado, que permaneceria na obscuridade não fosse a entrevista encomendada ao “Diário de Notícias”. Na prática, a “revelação” não escandalizou vivalma, já que, descontados pervertidos terminais, os hábitos sexuais de anónimos deixaram de excitar as massas. Curiosamente, excitam os maluquinhos das “causas”, que vêem nestas trivialidades um acto de coragem sem precedentes.

Coragem? É um pouco excessivo. Coragem seria “assumir” que se é uma coisa abominada pela maioria das pessoas ou, sobretudo, pela maioria das pessoas que mandam aqui. Coragem seria, no Portugal de 2017, defender – defender de facto e não em língua de pau – a democracia, a liberdade, o Ocidente, os refrigerantes ou insignificâncias similares. Coragem seria tomar uma posição que colocasse a sra. secretária de Estado em risco de perder amigos, família, emprego ou pelo menos o sossego. Assim, o que no máximo perderá é a possibilidade de assistir à Festa do “Avante!”, nada permissível a esquisitices. No mínimo, ganhou a notoriedade de que não dispunha e a admiração de pasmados.

Do que conheço, sou incapaz de garantir que a sra. secretária de Estado tem coragem. Porém, a julgar pelo currículo profissional e não pelas preferências lúbricas, sei o que a sra. secretária de Estado não tem: vergonha. Muito mais revelador do que a “revelação” é o preâmbulo à entrevista ao DN, onde se nota que passou pelo centro de “estudos” do prof. Boaventura, pela Administração Interna do dr. Costa, pela autarquia do dr. Costa, pelo grupo parlamentar do dr. Costa e, enfim, pelo governo do dr. Costa. Se uma cidadã assume sem hesitação tamanha série de monstruosidades, “assumir” a homossexualidade, inclinação que não lhe trará sombra de problema, é canja.

O único ponto relevante na entrevista – na qual, de resto, entrevistadora e entrevistada trocam clichés com galhardia – é, como diriam os burgessos que discorrem nos programas de “cultura”, o sintoma de que o paradigma se alterou. Dantes, um dos critérios do sucesso público era a eficácia com que se escondia a cama. Hoje, é bastante útil trazê-la para a rua e mudar os lençóis na cara dos transeuntes. A alteração é boa? É má? É o que é: as regras de uma actividade desde sempre subordinada à demagogia. A nova heroína dos direitos “gay”, que vive assustadíssima com o sr. Trump e a extrema-direita, não gasta uma linha da entrevista a falar do islão.

Tudo espremido, sobra um golpe publicitário e, com jeito, uma ajudinha na espécie de carreira a que a sra. secretária de Estado se dedica. Ela própria confessa, mesmo que com outros propósitos: “Esta minha afirmação é completamente política”. Ninguém duvida.

2. Rita Ferro Rodrigues, filha do estadista com o mesmo nome (menos o “Rita”), indignou-se com uns livros de passatempos da Porto Editora. A sra. dona Rita, que deve ter imenso tempo livre e não se indigna com as figuras do pai ou com o tratamento que culturas exóticas dispensam à fêmea da espécie ou, sei lá, com um país a arder por incúria criminosa. Por sorte, lá reservou um pedacinho da agenda para achar indecente que os ditos livrinhos sejam orientados “para o menino” e “para a menina”.

De facto, é grave. Quase tão grave quanto, por exemplo, criar um site de opiniões e desabafos cometido exclusivamente por mulheres, onde se publicam textos acriançados sobre assuntos sérios e textos pedantes a propósito de patetices. Nas suas páginas virtuais, o primarismo do pensamento e o péssimo domínio da língua debatem-se para apurar quem leva a pior. Ambos saem vencedores por larga margem. O site “Maria Capaz” parece imaginado por um pervertido elemento do “heteropatriarcado”, a fim de tentar demonstrar que o cérebro feminino médio é vazio como os que se apresentam ali. O curioso é que foi imaginado pela sra. dona. Rita.

Entretanto, por contágio ou coincidência, o processo infantil pelo qual alguns querem reduzir o mundo às pastagens que lhes ocupam o crânio ganhou força. O zelo censório entrou em roda livre, os inquisidores das “redes sociais” exigiram fogueiras, a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género – coisa que rivaliza em utilidade com um Trabant avariado – “recomendou” a censura dos livrinhos e a Porto Editora obedeceu. No que toca ao fim da desigualdade de género, e enquanto não retiram do mercado 99,7% da literatura universal, a actualização gradual do Index Librorum Prohibitorum é um passo importante. Porém, insuficiente: se queremos legar um mundo sem discriminação aos nossos filhos, ainda falta a castração compulsiva destes. Mas já faltou muito mais.

3. “Não temos medo”, gritaram milhares em Barcelona. O que significa isto? Que da próxima vez que um psicopata tentar atropelá-los eles correrão ao encontro da carrinha? Que não acham o terrorismo um perigo real? Que repetem o primeiro disparate que ouvirem? Que são imprudentes? Que são valentes? Que são estúpidos? Nada disso: apenas que são mentirosos. É claro que os catalães e os europeus têm medo, muito medo, tanto medo que recusam chamar pelo nome a ameaça que paira sobre eles – e que, com frequência, com crescente frequência, sobre eles literalmente avança. No fundo, esperam que a negação lhes compre a sobrevivência. Como se tem visto, é um bom plano.

Article source: http://observador.pt/opiniao/rapsodia-em-agosto-meninos-meninas-medricas-e-outras-mariquices/

Il Calciomercato Juventus potrebbe riservare ancora delle sorprese riguardo Patrick Schick

E’ ormai un vero e proprio tormentone dell’estate il calciomercato Juventus e Patrick Schick perché sono ormai mesi che si parla di un possibile approdo dell’attaccante ceco della Sampdoria nella formazione della Vecchia Signora ma dopo problemi, non meglio precisati di tipo medico, la società bianconera ha deciso di non tesserare il giocatore. Quindi si sono susseguite notizie di vario tipo riguardo molte altre squadre interessate al giocatore che poi puntualmente sono state smentite rendendo la posizione del giocatore abbastanza complicata con, all’inizio del campionato, una vera e propria incertezza.

La società bianconera ha deciso di non esagerare nel calciomercato Juventus cercando di non spendere cifre non particolarmente elevate e questo potrebbe tramutarsi in un vero e proprio problema per l’acquisizione dell’attaccante Patrick Schick. Le ultime trattative tra la dirigenza della squadra bianconera con quella blucerchiata si sono interrotti proprio per la questione del prezzo. I genovesi chiedono quaranta milioni di euro mentre da Torino la controproposta è stata di dieci milioni inferiore, trenta milioni, quindi tutta la trattativa è andata a monte anche se non bisogna mai mettere la parola “fine” su questa faccenda perché gli spiragli sono sempre dietro l’angolo. Infatti il giocatore vuole entrare nella squadra torinese quindi l’accordo sta nel fatto che se nessuna squadra acquisterà il giocatore entro la fine del mese di agosto il giocatore sarà ceduto alla squadra bianconera.

Sono previsti ancora alcuni capitoli per il calciomercato Juventus ed il futuro di Patrick Schick quindi non bisogna stupirsi se tra qualche giorno avremo la conferma della partenza di questo giocatore nella tanto sospirata Vecchia Signora quindi è necessario tenere presente che tutto è in continuo divenire. Se vi piace rimanere sempre aggiornati riguardo il calciomercato e le notizie sportive in generale continuate a seguirci.

Article source: http://www.newscalciomercato.eu/2017/08/25/calciomercato-juventus-ancora-un-nuovo-capitolo-su-patrick-schick/10060

E a visibilidade de uma mulher. Como Eduarda, Isabel Fiadeiro Advirta, ex presidente da ILGA-Portugal, frisa-o. “Este passo da Graça Fonseca é um orgulho para mim que sou lésbica e não vejo praticamente nenhumas mulheres a afirmarem-se. Alguns homens, quase nenhuma mulher.” Isabel, que trabalha na Câmara de Lisboa, já admirava o trabalho da ex-vereadora. “Acompanho o percurso dela há muito, foi ela que pôs o orçamento participativo a andar, por exemplo. E também fico feliz por o PS mostrar que está diferente – isto não podia ter acontecido há uns anos. Aliás, há uns 15 anos esperávamos que o primeiro partido a ter homossexuais assumidos fosse o BE. E não é. No PS, tivemos dois homens homossexuais eleitos deputados [Miguel Vale de Almeida, 2009, e Alexandre Quintanilha, 2015]. Agora uma mulher. O espaço para sair do armário já existia, mas se a Graça está longe de ser a primeira pessoa em cargos governativos lésbica ou gay, foi a primeira a dizê-lo.”

Nuno Pinto, presidente da ILGA, não tem dúvidas de estar perante “uma afirmação histórica”. E também por se tratar de uma mulher: “A invisibilidade sobre as mulheres lésbicas é ainda maior do que nos homens. Quando se fala em homossexualidade pensa-se em gays.” Mesmo quando, aponta Isabel, é para comentar a assunção de uma mulher homossexual: “No artigo do Expresso em reação à entrevista, só falaram com homens.”

É de esperar que surjam mais atitudes como a de Graça? Nuno Pinto suspira. “Em Portugal não é só na política que não temos LGBT assumidos. É em tantas áreas – no desporto, por exemplo.” Concede porém que um gesto como o de Graça tem resultados paradoxais que podem demover muita gente: “Quando a pessoa se assume homossexual essa dimensão passa a dimensão por excelência pela qual somos reconhecidos. Anula de alguma forma tudo o que somos para além disso. É muito importante reconhecer que as pessoas LGBT são muito diversas e essa identidade é só um aspeto delas.” Outra coisa fundamental, acrescenta, é “a Graça ter explicado muito bem na entrevista a diferença entre a dimensão privada e a identidade. Ser lésbica faz parte da identidade dela, não é exposição da privacidade. Uma coisa é quem sou, outra com quem faço o quê.”

Alguns exemplos de fora

Gauthier e as primeiras-damas

As primeiras-damas de França, Brigitte Trogneux, e Turquia, Emine Erdogan, o marido do primeiro-ministro luxemburguês, Gauthier Destenay, as primeiras-damas dos Estados Unidos, Melania Trump e da Eslovénia, Mojca Stropnik, a rainha Mathilde da Bélgica, as primeiras-damas da Islândia, Thora Margret Baldvinsdottir, Noruega, Ingrid Schulerud – Stoltenberg, Bulgária, Desislava Radeva e Bélgica, Amelie Derbaudrenghien, no Royal Castle of Laeken, em Bruxelas, a 25 de maio 

  |  REUTERS/Hannah Mckay

Na Conferência da Organização do Tratado do Atlântico Norte em Bruxelas, na Bélgica, Gauthier Destenay, marido do primeiro-ministro luxemburguês, Xavier Bettel, posou para a foto juntamente com as mulheres dos líderes mundiais, enquanto os homens participavam na conferência. Chefe do governo luxemburguês desde 2013, Bettel casou-se dois anos depois com o arquiteto belga, com quem tinha uma união civil oficializada desde 2010. Bettel foi o primeiro líder em exercício na União Europeia a casar-se com alguém do mesmo sexo.

Islândia

Entre 2009 e 2013, Jóhanna Sigurðardóttir assumiu o cargo de primeira-ministra da Islândia e casou-se com uma mulher, a escritora Jónína Leósdóttir. Antes de assumir a homossexualidade, Jóhanna foi casada e teve dois filhos.

Bélgica

Elio Di Rupo, ex-primeiro-ministro da Bélgica, assumiu a sua homossexualidade em 1996, tendo falado sempre abertamente sobre o tema. Doutorado em Química, assumiu o cargo em 2011, aos 60 anos, e exerceu funções até 2014. É também líder do Partido Socialista.

Estados Unidos

Em 2012, a democrata Tammy Baldwin tornou-se a primeira senadora homossexual assumida nos Estados Unidos, ao vencer o republicano Tommy Thomson, ex-governador do estado e ex-secretário de Saúde na Presidência de George W. Bush.

Irlanda

A Irlanda elegeu um primeiro-ministro em junho deste ano que se assume homossexual. Leo Varadkar, 38 anos, tornou-se um caso especial, já que foge aos padrões: é o mais jovem chefe do executivo da história do país, filho de um imigrante indiano e homossexual assumido. A sua orientação foi tornada pública em 2015, numa entrevista.

Peru

Em 2014, numa entrevista a um jornal, Carlos Ricardo Bruce, de 60 anos, assumiu a sua homossexualidade. “Sim, sou gay e estou orgulhoso de o ser”, afirmou o congressista da república do Peru. Bruce, ex-ministro da presidência, tornou-se, assim, o primeiro político a assumir publicamente ser homossexual no país. E impulsionou a criação de um projeto para a união civil entre pessoas do mesmo género.

Article source: http://www.dn.pt/portugal/interior/ser-politico-e-homossexual-o-pais-mudou-para-acolher-este-passo-8721767.html

Just as enthusiasm for boycotting Uber had begun to fall off the collective radar, the ride service came under new scrutiny after a former employee published a blog post excoriating the company as having a hostile work environment that fostered a culture of harassment that affected its female employees. Last month #DeleteUber began to trend on social media in response to the company taking advantage of Donald Trump’s travel ban when it dropped surge pricing and sent drivers to John F. Kennedy International Airport to drop and pick up passengers amid a strike by New York City taxi drivers. In addition to former Uber engineer Susan Fowler publishing the blog post alleging the company has a misogynist culture, The New York Times released an exposé that could do further damage to the tarnished Uber brand. Uber, in scramble mode, began emailing customers who were attempting to delete the app asking them to reconsider because the company is “deeply hurting,” according to CNN Tech.

The company first felt the pinch of a boycott when it broke the strike line over the last weekend in January when thousands protested Trump’s travel ban. Ride-share customers leaped to Uber’s competitor Lyft in droves, especially since that company donated $1 million to the American Civil Liberties Union in the wake of the ban.

Running damage control, Uber CEO Travis Kalanick later announced that the company would set up a fund to help its drivers who were affected by the travel ban. He also resigned from Trump’s advisory board.

The backlash against Uber had appeared to die down following Kalanick’s moves, but Fowler’s blog post, which has gone viral, which detailed her year at the company bouncing from team to team after having been sexually harassed early in her employment by her team leader, put Uber back in the news.

“After the first couple of weeks of training, I chose to join the team that worked on my area of expertise, and this is where things started getting weird,” Fowler wrote/ “On my first official day rotating on the team, my new manager sent me a string of messages over company chat. He was in an open relationship, he said, and his girlfriend was having an easy time finding new partners but he wasn’t. He was trying to stay out of trouble at work, he said, but he couldn’t help getting in trouble, because he was looking for women to have sex with. It was clear that he was trying to get me to have sex with him, and it was so clearly out of line that I immediately took screenshots of these chat messages and reported him to HR.”

Despite her screenshots of their conversation, Uber’s human resources department protected the manager for being a “top performer,” Fowler alleged in her post.

Stories like Fowler’s are not outside the norm, however, according to The New York Times’ report. Uber, valued at approximately $70 billion, fosters a toxic environment based on a meritocracy that has employees stepping on each other to reach the top, the paper reports.

For its piece on Uber, the Times interviewed 30 employees, and reviewed chat logs and emails to uncover some of the most unsavory behavior at the company, including reports of a company manager touching a female employee’s breasts while at a work function in Vegas, and one of the company’s directors using a homophobic slur toward an employee during a meeting.

Following the latest exodus from the company in the form of deleting the app, Kalanick launched an internal investigation into Fowler’s harassment claims. He also issued a statement condemning the actions should they prove to be true.

“What she describes is abhorrent and against everything Uber stands for and believes in,” Kalanick wrote. “We seek to make Uber a just workplace for everyone, and there can be absolutely no place for this kind of behavior at Uber — and anyone who behaves this way or thinks this is O.K. will be fired.”

Uber board member Arianna Huffington and former Attorney General Eric J. Holder were called on to help with the investigation. In a tweet, Huffington mentioned an  “all-hands” meeting Kalanick held but did not go into the content of the meeting. The Times wrote, however, that during that meeting employees shared concerns about the culture of harassment as Fowler described it — some of them were shocked that such behavior had taken place, while others related personally to the harassment. 

Kalanick was praised by some for taking swift action in response to Fowler’s accusations.

“What I can promise you is that I will get better every day,” Kalanick said, assuming some responsibility for fostering a culture in which things got out of hand. “I can tell you that I am authentically and fully dedicated to getting to the bottom of this.”

Despite Kalanick’s appearing contrite, Fowler’s allegations depicted a fairly open culture of harassment in an aggressive environment in which human resources appeared complicit.

“When I reported the situation, I was told by both HR and upper management that even though this was clearly sexual harassment and he was propositioning me, it was this man’s first offense and that they wouldn’t feel comfortable giving him anything other than a warning and a stern talking-to,” Fowler wrote. Later, she discovered that other women had reported the same man to human resources long before she joined the company, she alleged in her post. 

Article source: https://www.advocate.com/women/2017/2/23/uber-begs-customers-not-boycott-light-sexual-harassment-allegations

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- “Eleições em Angola. Festa da vitória do MPLA em suspenso”

- “Autárquicas. A maioria dos candidatos independentes são dissidentes partidários”

- “Reforma antecipada e sem sofrer penalização só chega a 15 mil pessoas”

- “Entrevista a Luísa Pereira. ‘Com as alterações climáticas há risco de transmissão da dengue na Europa”

- “Pela América do Tio Silva. Idalmiro: açoriano e cônsul numa cidade onde um português é herói”

Público:

- “Incêndios. Só 18% dos fundos europeus foram gastos em prevenção”

- “Pensões vão ser todas aumentadas pela primeira vez em oito anos”

- “[Teresa Leal Coelho, candidata do PSD a Lisboa] Dívida da CML vai aumentar para as próximas gerações”

- “Ipsílon. LCD Soundsystem regressam aos álbuns”

- “Verão da minha vida. Videoclube, BMX e ZX Spectrum. As férias grandes de Filipe Melo”

Jornal i:

- “A invasão francesa. São já cerca de 30 mil gauleses a viver em Portugal. Compram casas e fazem investimentos de milhões. Reformados não pagam impostos. Depois das grandes cidades estão a invadir o litoral. Conheça os famosos que vivem cá”

- “Entrevista a Nuno Canta. Presidente da câmara do Montijo, do PS. ‘O PCP quer voltar ao aeroporto do eng. Sócrates. Isso já é História”

- “Angola. Oposição diz que resultados oficiais das eleições foram forjados pelo MPLA”

- “O intelectual público. Faz hoje dez anos que desapareceu Eduardo Prado Coelho”

- “Incêndios. PT recusa ter falhado no SIRESP e elogia Marcelo”

- “Polémica. Alfredo Barroso ataca secretária de Estado ‘gay'”

Correio da Manhã

- “Droga do sexo à solta nos festivais. Chama-se ‘poppers’ e ‘o consumo excessivo causa danos graves'”

- “CR7 volta a ganhar. Prémio de melhor jogador da Europa em dia de sorteio da liga milionária”

- “Operação Marquês: Bava escondeu 11,5 milhões de euros do fisco”

- “Governo facilita reforma antecipada”

- “Oleiros: Seis bombeiros feridos e oito casas destruídas”

- “Estradas fazem mais 51 mortos e 815 feridos”

- “Risco de pré-diabetes já atinge perto de um quinto dos portugueses”

- “Mourinho na Luz, 18 de outubro; Messi em Alvalade, 27 de setembro; Jardim no Dragão, 06 de dezembro”

Jornal de Notícias

- “Enfermeiros querem ganhar mais do que médicos”

- ” [Cristiano Ronaldo] A somar troféus na Europa”

- “Juiz manda suspeito de violação para junto de vítima”

- “Seis bombeiros feridos e cercados pelo fogo em Oleiros”

- “GNR: Fizeram formação de nove meses mas afinal não há vagas”

- “Pensões: Reforma antecipada para 15 mil em outubro e sem penalização”

- “Altice: Atropelos às leis laborais podem valer multa de 1,5 a 4,8 milhões”

- “Angola: MPLA renova maioria absoluta com menos deputados”

Negócios:

- “Operação Marquês. Zeinal usou RERT para 11,5 milhões. Ex-CEO da PT recebeu 25,2 milhões da ES Enterprise dos quais devolveu 18,5 milhões”

- “Bataglia e Rui Horta e Costa usaram perdão fiscal em 2005. Salgado recorreu três vezes ao RERT”

- “Mora atira-se à Deloitte pelo investimento na Rioforte”

- “Reformas. O que vai mudar nas pensões antecipadas”

- “Automóvel. VW e governo acreditam em acordo na Autoeuropa”

- “Investimento. Imobiliário atrai capital do Médio Oriente”

- “O último golo do Qatar”

- “Casa Branca, o último a sair apaga a luz?”

O Jornal Económico

- “Altice vai abrir banco em Portugal”

- “Manuel Pizarro: ‘Se não fosse o turismo, teríamos uma cidade do Porto decrépita”

- “Bancos que Estado ainda não vendeu perdem cinco milhões”

- “Bloco pede ao Governo para salvar empresa”

- “Unidade portuguesa da Generali vai ser vendida”

- “Branqueamento: Nova lei é vaga e demasiado ambiciosa, diz Observatório”

- “Ordem dos Contabilistas: ‘Somos mais escravos da Autoridade Tributária que contabilistas”

O Jogo

- “Alibec à porta do Dragão”

- “FC Porto não negoceia Danilo”

- “A Champions dos reencontros: Quaresma, Pepe, Falcão e Moutinho no Dragão; Mourinho e Lindelof regressam à Luz; Dois gigantes no caminho do leão”

- “Ronaldo Melhor da Europa”

- “Benfica: Svilar já está em Lisboa; Eliseu livre para Vila do Conde”

- “Sporting: Jesus tem falado com Gabigol; West Ham não dá mais [do que 37 milhões de euros] por William; Lamentam venda por 8,5 milhões de euros: adeptos do Sampdoria ‘choram’ por Bruno Fernandes”

- “Braga 3-2 Hafnarfjordur: Paulinho pôs fim ao sofrimento”

- “Seleção: Cinco novidades na lista de Santos. Varela, Coentrão, Cancelo, Bruma e Nélson Oliveira”

A Bola

- “Ronaldo, quem mais? ‘Continuo com fome de prémios”

- “Sporting: Números de Bruno Fernandes impressionam”

- “Benfica: Svilar enfim em Lisboa. Eliseu às ordens para Vila do Conde”

- “FC Porto: PSG e City em Luta por Danilo. Alibec e Jovetic nas contas para o ataque”

- “Seleção: Quatro novidades na lista de Fernando Santos”

- “Liga dos Campeões – Sorteio: Saiba tudo sobre a fase de grupos da Champions 2017/2018″

Record

- “Benfica: Svilar faz anos e assina. Águias insistem em Douglas. Eliseu joga amanhã, CD atua na 3.ªfeira”

- “Champions de sonho: Mourinho, Lindelof e Matic regressam à Luz; Quaresma, Pepe, Falcão e Moutinho de volta ao Dragão; Messi e Buffon na rota do leão”

- “Ronaldo eleito o melhor do ano”

- “Sporting: Coentrão grato a Jesus. Ristovski com estreia à vista”

- “FC Porto: Oferta por Abilec, empréstimo com opção de compra de oito milhões”

- “Seleção: Fernando Santos chama Coentrão e Bruno Varela”

- “Liga Europa: D.Kiev 3-1 Marítimo, Um adeus esperado. Sp.Braga 3-2 Hafnarfjördur, Guerreiros em frente”

Article source: http://www.dn.pt/lusa/interior/correcao-revista-de-imprensa-8726846.html

A Warner Bros. Interactive Entertainment e a DC Entertainment divulgaram um novo trailer revelando os próximos três personagens de DLC de Injustice 2: Arraia Negra, Raiden e Hellboy.

Os três novos personagens farão parte do Pacote de Lutadores #2. O DLC estará disponível para compra a partir de 12 de setembro de 2017 e o primeiro personagem estará disponível para acesso antecipado no mesmo dia.

O Injustice 2 Edição Ultimate inclui um total de nove personagens jogáveis; três trajes especiais que transformam alguns lutadores em personagens alternativos com novos looks, vozes e diálogo; e dois novos shaders exclusivos que permitem aos jogadores personalizar a aparência com cores alternativas.

Desenvolvido pela aclamada e premiada NetherRealm Studios, Injustice 2 possibilita a criação e personalização de versões definitivas de super-heróis e supervilões icônicos da DC Entertainment. O game está disponível para PlayStation 4 e Xbox One, nas plataformas física e digital, totalmente em português e com versão brasileira exclusiva.

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Article source: https://poltronanerd.com.br/games/injustice-2-trailer-revela-os-proximos-tres-personagens-do-dlc-59133

Eve Ensler has a dream.

The feminist writer of The Vagina Monologues outlined competing visions for America and the world at the Los Angeles LGBT Center’s An Evening with Women. There, she challenged audience members to fight against the dream of destruction and for the dream of imagination, freedom, and inclusion.

Ensler defined the former as the so-called “American dream, corrupted and perpetuated by Ronald Reagan who I hold responsible for the death of America.” This dream, said the feminist, is defined by “violent capitalism of striving individualism, competitive ‘take what is mine’ at the expense of others, ‘amass as much fortune as you can’ to the detriment of many.”

This dream, said Ensler, “is responsible for soul murder, a massive opioid addiction, and innocent black men and women gunned down by the police. It is responsible for more loneliness, and wars, and hatred, and hierarchies, and poverty, and homophobia, and transphobia… That dream rapes the earth and women’s bodies, and builds walls, and allows for sustained and unexamined racism, orders bans, and grabs pussies.”

“That dream fracks and fucks and pillages and exploits and plunders. That is not my dream,” she said.

Ensler described another dream of how to live that, in recent years, had been gaining ground in hearts and minds, a vision that included greater freedoms for LGBT people, people of color, women, and other vulnerable communities, which paved the way for victories like marriage equality: “We were truly deeply evolving, beginning to claim sacred ground, beginning to come together, beginning to make a world of inclusion and care and celebration.”

“That’s why the scared and broken ones and mainly white men have gone insane. That’s why they have come back with a vengeance,” she said.

“That’s why they moved so fast to annihilate the rules and the Constitution and the discourse and the press and the arts and the very fabric of our existence,” she continued. “That’s why they have begun to fire anyone and everyone who questions and investigates their destruction of our dream, that’s why they’ve employed a strongman, a daddy savior, a decisive madman, a maniac, a fear-carrying tyrant to protect and annihilate.”

At the Hollywood Palladium Saturday, Ensler delivered a call-to-arms to the crowd of “gender-fluid, nonconforming, beautiful, gay, evolving beyond identity, new identity, women, trans women, bi women, hot women, lesbian, pussy-loving, breast-sucking men and women, nongender, intersex … brave gender warriors,” whom she called “the freedom fighters.”

“The liberation of gender is the liberation of binaries and binaries keep hierarchies in place. You free the binary, you throw open the door.”

“Free the binary and you end the war, the fight, the pain, the self-hatred, the loneliness. Free the binary, you free the body. Free the body, you free the imagination. And imagination is the main antidote we have to their virus, the mystical dream that is in the process of being imagined by us all.”

“Are we ready to love each other and the earth so deep…. That our love becomes not only the Resistance – because that’s not enough —it becomes the fluid architecture of the new world?”

Lorri L. Jean, the CEO of the LGBT Center — the L.A. LGBT community’s largest provider of health, housing, and human services — turned fear on its head later in the evening, when she reminded those present of all the battles already fought and victories gained — from the AIDS crisis to same-sex marriage to the repeal of “Don’t ask, don’t tell.”

“Fighting for justice and winning is what we know how to do,” she said to the cheering audience. “We must remember that not only are we on the right side of history. But that we are fierce and resilient and inspired. We must use that power to ensure that we do more than simply weather the story. We must be the storm!”

Watch Ensler’s speech below.

Article source: https://www.advocate.com/women/2017/5/17/eve-ensler-queer-american-dream-can-beat-donald-trumps

Nunca antes tinha acontecido em Portugal: um elemento do Governo assumiu ser homossexual.

Graça Fonseca, secretária de Estado da Modernização Administrativa, expôs a sua vida pessoal para, explica a própria no seu perfil de Facebook, “ir mudando mentalidades”.

O que “importa”, garante, não são as críticas que lhe foram dirigidas, mas sim as “mensagens de esperança, de partilha de situações de discriminação, de agradecimento pelas filhas e filhos que recentemente assumiram a sua orientação sexual” que tem recebido.

Porque, acreditem, afirmar publicamente parte da minha identidade privada não é algo fácil ou que faça de forma leviana. Fi-lo porque acredito, mesmo, que fazê-lo pode ser importante para muitas pessoas”, escreveu a secretária de Estado.

Na mesma publicação, Graça Fonseca assume que o fez “como uma afirmação política, mas não por razões políticas ou partidárias”, até porque, sublinha, “nunca cederia” parte da sua “liberdade por razões dessa natureza”.

E quanto às críticas que ouviu, a secretária de Estado diz não se importar “mesmo nada” com o que “têm a dizer algumas personagens que, transitoriamente, ocupam lugares dirigentes em partidos políticos”.

Nesta senda, Graça Fonseca garante que “agora é tempo de seguir em frente”, assegurando que a sua homossexualidade não deve ser mais tema de entrevistas e intervenções públicas.

Não é tempo de mais entrevistas ou declarações públicas sobre algo que, sendo importante para mim, não me define no espaço público. É tempo de dizer obrigada às pessoas que me escreveram e me ‘defenderam’ no espaço púbico, sejam de direita ou de esquerda”, rematou.

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Article source: https://www.noticiasaominuto.com/politica/852433/graca-fonseca-apos-assumir-ser-gay-fi-lo-para-ir-mudando-mentalidades

Bill Maher has caused a storm of controversy for saying the n word.

The late-night host of HBO’s Real Time uttered the racial epithet during a conversation Friday with Republican Senator Ben Sasse of Nebraska.

Sasse had invited Maher to visit his state. “You’re welcome. We’d love to have you work in the fields with us,” he said.

“Work in the fields?” Maher replied. “Senator, I’m a house n***er.”

The remark, which was not bleeped our during broadcast or the following rebroadcast, incited gasps and also scattered applause among his audience members. “No, it’s a joke,” Maher assured them.

But social-media users, among them gay Black Lives Matter activist DeRay Mckesson, were quick to condemn the language and call for the show’s cancellation.

After the backlash, HBO released a statement to The Hollywood Reporter calling Maher’s words “inexcusable.”

“Bill Maher’s comment last night was completely inexcusable and tasteless,” the HBO statement said. “We are removing his deeply offensive comment from any subsequent airings of the show.”

Maher is no stranger to controversy or offensive language. He invited the gay alt-right troll Milo Yiannopoulos on his show in February, when he thought it was appropriate to call him a “fag” on air.

“Stop taking the bait, liberals,” Maher said, regarding Yiannopoulos’ tactics of inciting racism and transphobia during his controversial college tour. “The fact that they all freaked out about this little impish British fag.”

Article source: https://www.advocate.com/media/2017/6/03/bill-maher-causes-uproar-saying-n-word

Não é comum em Portugal os políticos assumirem publicamente a homossexualidade. Até agora nenhum governante o tinha feito. A secretária de Estado da Modernização Administrativa, Graça Fonseca decidiu fazê-lo porque “as leis não bastam para mudar mentalidades” e abriu uma discussão sobre se os políticos devem ou não assumir a sua orientação sexual.

“Esta minha afirmação é completamente política”, disse a governante numa entrevista ao “Diário de Notícias”. A declaração foi saudada pelos ativistas dos direitos LGBT. Ao i, Paulo Côrte-Real, ex-presidente da ILGA, defende que a declaração feita por Graça Fonseca “é absolutamente fundamental” para combater a discriminação. “Basta ver o impacto que está a ter e as críticas que gera. Qualquer crítica é a melhor prova da sua necessidade, ou seja, as pessoas continuam a lidar mal com a afirmação pública de ser lésbica ou gay. Não estamos a falar de uma discriminação que esteja combatida. Estamos no início dos inícios”, afirma Paulo Côrte-Real, que classificou a declaração da governante como “um gesto histórico”.

“É-me indiferente” Graça Fonseca recebeu muitas mensagens de apoio, mas também não faltaram responsáveis políticos a criticarem a entrevista. “A sexualidade de quem integra o governo é-me completamente indiferente, mas querer fazer política por conta desse tema já me revela muito. Hoje, uma coisa assim não demonstra coragem, diferença ou novidade. Apenas exibe que não tem mais nada para dizer”, escreveu, nas redes sociais, o vice-presidente do grupo parlamentar do PSD, Carlos Abreu Amorim.

Não foi o único. Virgílio Macedo, deputado do PSD, desvalorizou a revelação com o argumento de que “era importante, sim, ela dizer o que fez ou o que vai fazer como secretária de Estado, o resto é-me inteiramente indiferente (…) Pelos vistos ser homossexual é curriculum”.

O dirigente do CDS e ex-deputado Raul de Almeida acompanhou as críticas feitas por alguns sociais-democratas e defendeu que um governante deve falar das políticas que está a desenvolver e não da sua orientação sexual. “Não me diz respeito, nem me interessa”.

Ao longo do dia, vários deputados e dirigentes políticos elogiaram a declaração feita por Graça Fonseca, principalmente dos partidos mais à esquerda. “Cada crítica confirma a importância deste momento histórico”, afirmou Isabel Moreira. A deputada socialista elogiou “a coragem” da governante e defendeu que “o espaço público precisa de mais coragem, de mais Graças Fonsecas”.

Tiago Barbosa Ribeiro, deputado do PS, também elogiou “um ato de profunda coragem e exemplo”. Em resposta aos que desvalorizaram a declaração da governante, o deputado socialista afirmou que “achar que isso não interessa nada no Portugal de 2017 é não conhecer o país crivado de preconceitos que ainda somos. Tendo uma posição de destaque e poder social, ajudou certamente a que os alvos da discriminação numa qualquer família, escola, empresa, rua, possam sentir-se hoje mais protegidos”.

O primeiro deputado 

Miguel Vale de Almeida foi o primeiro deputado assumidamente homossexual. Foi deputado, eleito pelo PS, entre 2009 e 2011 e saiu quando foi aprovada a lei que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo. “É uma decisão política, mas não no sentido típico de que houve uma rutura ou desentendimento, mas sim porque cumpri uma tarefa. Eu e o PS cumprimos uma tarefa de forma, aliás, bastante leal e honrosa e sinto que posso regressar à minha vida profissional”, afirmou o antropólogo quando deixou a Assembleia da República.

Miguel Vale de Almeida considerou, nessa altura, em declarações à agência Lusa, que, da sua passagem pelo parlamento, “provavelmente o que ficará como mais importante para a nossa democracia, quando se olhar para trás daqui a uns bons anos, será o facto de termos tido pela primeira vez um deputado assumidamente LGBT”. Ontem, o professor universitário elogiou Graça Fonseca.: “uma governante lúcida, inteligente, bem formada, e a marcar a diferença entre privacidade e identidade ao assumir-se, num gesto político, como lésbica”.

 

Article source: https://ionline.sapo.pt/577394

É ancora in mostra all’Exmà lo straordinario lavoro sulle ultime tonnare del mediterraneo Sale Sudore Sangue e l’autore, Francesco Zizola annuncia un workshop che si profila come una…

Article source: http://www.sardiniapost.it/sport/trentanni-un-giocatore-conteso-carabinieri-negli-uffici-della-torres/

A Sony Interactive Entertainment Europe acabou de anunciar que o novo jogo Uncharted: O Legado Perdido chega hoje em exclusivo à PlayStation 4.

A nova aventura da saga Uncharted, anteriormente protagonizada pelo caçador de tesouros Nathan Drake, está disponível para PlayStation 4 por um preço de 39,99 €.

Assiste ao trailer de lançamento do Uncharted: O Legado Perdido

Através de um comunicado para a imprensa, a Sony Interactive Entertainment Europe informa que quem adquirir o título ganha um código digital gratuito para descarregar Jak and Daxter: The Precursor Legacy na PlayStation Store.

Uma vez reformado da vida de aventuras, Drake dá agora o lugar a Chloe Frazer e a Nadine Ross, que se juntam para encontrar a relíquia Presa de Ganesh, na Índia, onde terão que explorar as grandes ruínas do monumental e perdido Império Hoysala.

O título da Naughty Dog, classificado com 85 no Metacritic, é elogiado pela crítica nacional e internacional pela história e dinâmica das novas protagonistas, que estiveram ao nível do caçador de tesouros que deu a cara nos primeiros quatro títulos de Uncharted, pelo visual do jogo e pela jogabilidade que a franquia já tinha habituado os jogadores.

Uncharted: O Legado Perdido integra a The Must Play Collection, a seleção dos melhores títulos que não podes perder para a PlayStation 4. Além do título da Naughty Dog, o conjunto de títulos inclui Destiny 2, FIFA 18, GT Sport, Call of Duty: WWII e a nova gama de jogos sociais PlayLink.

Uncharted: O Legado Perdido em português

A dobragem para português foi feita pelas atrizes Ana Cloe e Rita Ruaz, que embarcaram nesta viagem à Índia em busca da Presa de Ganesh, interpretando Chloe e Nadine, respetivamente. Sobre o título de aventura ser agora protagonizado por mulheres, as duas atrizes concordam que é um jogo diferente. “Julgo que se deve ao facto de haver mais mulheres a jogar. Esse estigma de serem só os homens a jogar está a mudar”, explica Rita.

No âmbito do lançamento do novo jogo, as atrizes foram descobrir a Índia em Lisboa, acompanhadas por Rui Unas, e o resultado são dois episódios de aventura e boa disposição. Vê o primeiro episódio aqui e está atento ao lançamento do segundo hoje.

Uncharted: O Legado Perdido, PEGI 16, chega hoje em exclusivo à PlayStation 4, por 39,99 €, acompanhado dos clássicos Jak and Daxter da PlayStation 2 remasterizados para a PlayStation 4, em Jak and Daxter: The Precursor Legacy, que poderás descarregar gratuitamente na PlayStation Store.

Article source: http://www.techenet.com/2017/08/uncharted-legado-perdido-exclusivo-ps4/

Supreme Court nominee Judge Neil Gorsuch’s record is “fundamentally at odds with the notion that LGBT people are entitled to equality, liberty, justice and dignity under the law,” Lambda Legal wrote, along with 18 other LGBT groups, in a letter addressed to Sen. Chuck Grassley and Sen. Dianne Feinstein, the chair and ranking member of the Senate Judiciary Committee, reports BuzzFeed News.

The judiciary committee will begin confirmation hearings Monday. The letter asked senators to consider that Gorsuch’s appointment would pose a “grave threat” to LGBT people and those living with HIV. “We wish to call to your attention the following aspects of Judge Gorsuch’s record and philosophy that are of particular concern to our organizations and our constituents, and that raise crucial questions of grave consequence to LGBT people, everyone living with HIV, and anyone who cares about these communities,” the letter read.

Among the groups that signed the letter alongside Lambda Legal are the Human Rights Campaign, National Center for Transgender Equality, National LGBTQ Task Force Action Fund, and Gay, Lesbian, and Straight Education Network.

They said Gorsuch’s reputation as an “originalist” shows he is not likely to fight for the rights of LGBT people as a Supreme Court justice. An originalist philosophy “treats the Constitution as frozen in time, meaning that, unless the Constitution has been amended to explicitly protect certain rights, individuals have no more rights today than they did in 1789,” the letter stated. 

It referenced landmark cases on intimacy and marriage, such as Lawrence v. Texas, Windsor v. U.S., and Obergefell v. Hodges, and said that if Gorsuch had been on the high court when those cases were heard, he would likely have been on the anti-LGBT side. “Based on his extensive record, there can be no doubt that, had he been on the Court, Judge Gorsuch would have rejected each of these basic rights,” wrote the LGBT groups. 

In the past Gorsuch has publicly stated his disapproval of people going to the courts to settle civil rights cases. The letter referenced an op-ed Gorsuch wrote in 2005, saying, “American liberals have become addicted to the courtroom … as the primary means of effecting their social agenda on everything from gay marriage” to other civil rights issues.

The letter called Gorsuch’s views “even more extreme and outside the mainstream” than those of the late Justice Antonin Scalia, who he would replace. In 2015 Gorsuch signed on to an opinion that stated that a transgender woman in prison did not suffer irreparable harm after her hormone therapy was interrupted. In 2009 he signed onto an opinion that rejected the right of a transgender woman to use the bathroom that corresponded to her gender identity because it caused “discomfort-based complaints of other students.” 

Article source: https://www.advocate.com/politics/2017/3/16/gorsuch-poses-grave-threat-lgbt-rights-say-advocates

Graça Fonseca, secretária de Estado da Modernização Administrativa, assumiu publicamente ser homossexual em entrevista esta terça-feira ao “Diário de Notícias”, por considerar ser “importante” fazê-lo como “afirmação política”.

“As pessoas afirmarem publicamente que são homossexuais, não há muito quem o tenha feito. E acho que isso é importante”, explica.

“A questão de haver poucos deputados ou membros do Governo de um determinado grupo tem muito a ver com como é que olho para essas pessoas, como me relaciono com esse outro. E com que empatia. E acho que se as pessoas começarem a olhar para políticos, pessoas do cinema, desportistas, sabendo-os homossexuais, como é o meu caso, isso pode fazer que a próxima vez que sai uma notícia sobre pessoas serem mortas por serem homossexuais pensem em alguém por quem até têm simpatia. E se as pessoas perceberem que há um seu semelhante, que não odeiam, que é homossexual, isso pode fazer que a forma como olham para isso seja por um lado menos não querer saber se essas pessoas são perseguidas, por outro lado até defender que assim não seja. Mas mesmo que seja só deixar de não querer saber já é um ganho”, afirma a secretária de Estado.

Apesar de se tratar de algo da sua vida privada, Graça Fonseca entendeu que chegou o momento de falar em público porque a mudança de mentalidades não se faz apenas com leis, como as do casamento gay ou de mudanças à lei da adoção. “Porquê dizê-lo, então? Como é óbvio isto foi uma questão muito pensada. E na verdade não é uma questão da privacidade, é uma questão de identidade. Que é dizer “eu sou morena e tenho olhos verdes e sou isto”. Aquilo que se faz com ser morena e de olhos verdes é que é uma questão da tua vida privada. E a partir do momento em que se percebe que há questões de identidade que ainda hoje são fundamento de ações violentas e discriminação, quando se pensa sobre o que fazer – vou abrir ligeiramente a porta porque pode ter um impacto positivo ou não vou abrir porque não é comigo – há um equilíbrio difícil. Mas como acho que as leis não bastam para mudar mentalidades, não bastam para mudar a forma como olho para o outro, que aquilo que muda a forma como olhamos para os fenómenos tem muito que ver com empatia..”.

Hoje de manhã, partilhando no Facebook a sua entrevista ao DN que tem por título “Se calhar no PSD já ninguém liga muito a Passos Coelho”, Graça Fonseca escrevia: “Falámos de tudo, mesmo de tudo. Porque, afinal, tudo faz parte de uma única realidade, a vida. Neste caso, a minha vida. E a vida não é feita de títulos, leiam e perceberão porquê”.

Nas redes, aliás, sucederam de imediato os comentários a esta entrevista. Isabel Moreira, deputada do PS, escreveu que “o espaço público precisa de mais coragem, de mais Graças Fonsecas”, sublinhando que o PS é o único partido “em que em poucos anos ganhou o espaço necessário para acolher uma saída de armário de uma responsável pública, acrescendo a dois deputados”. Moreira refere-se ao ex-deputado Miguel Vale de Almeida e ao atual deputado Alexandre Quintanilha, que ocuparam cargos políticos depois de terem assumido publicamente serem homossexuais. “Não é uma questão de privacidade. É uma questão de identidade. O coming out da Graça. Uma mulher lésbica no governo. Muito bem”, acrescenta Isabel Moreira.

Article source: http://expresso.sapo.pt/politica/2017-08-22-Secretaria-de-Estado-assume-homossexualidade-com-declaracao-politica

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Pinta desde que se lembra e sempre soube que queria ser pintor. “É uma coisa estranha”, diz, sobre essa precoce certeza. “A minha família perguntava: “pintor de casas?””, ri-se. Antes de ter contacto com a História da Arte do 10.º ano, pouco sabia sobre o assunto, mas já tinha sentido o impacto da arte. Uma réplica de um quadro de Salvador Dalí com que se cruzou quando acompanhava a mãe no trabalho. “É uma memória muito longínqua”, explica. “Fazia-me imensa confusão.Provocava qualquer coisa estranha. Achava aquilo feio, e ainda acho, mas provocava uma reação forte”.

Natural de Leiria, conta que foi parar à Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha (ESAD), porque “não tinha dinheiro para ir para Lisboa ou para o Porto”. Nos primeiros anos quis experimentar qualquer coisa fora da pintura, mas no terceiro voltou a agarrar nos pincéis. No mestrado, já neste atelier, descobriu a sua maneira de fazer: pintar, pintar, pintar.

O caminhos cruza-se com os do realizadores João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata no Curtas de Vila do Conde em 2016. Numa exposição de peças multimédia da dupla, João Gabriel mostrou uma das suas obras. “Fez-me pensar nessa relação entre pintura e cinema, as coisas de que mais gosto”, afirma, a propósito desse encontro. Pediram-lhe que fizesse o cartaz japonês do filme O Ornitólogo. Depois, João Gabriel foi convidado para mostrar o trabalho no Bregas, exposição/acontecimento/ residência levada a cabo por João Pedro Vale e Nuno Alexandre Ferreira no seu atelier, em Lisboa. Foi lá que expôs as primeiras telas de grandes dimensões, também no ano passado. E foi lá que o júri do prémio Novos Artistas EDP o viu e o convidou a participar. São os primeiros capítulos de uma história que se continuará a escrever na rentrée no Museu de Arte Contemporânea – Museu do Chiado. As telas que vai mostrar já estão escolhidas, penduradas junto à porta. Estão de saída.

O que mais gostou de fazer?

Bregas: “Estava a começar a fazer pinturas grandes, [o João Pedro Vale e Nuno Alexandre Ferreira] convidaram-me e decidi mostrá-las. Gostei muito dessa liberdade. Se fosse noutro espaço, mais formal, eu não teria posto aquelas telas. Senti-me à vontade para mostrar o que estava a fazer e não coisas que tivessem de ser defendidas.”

O que mais gostaria de fazer
Internacionalização: “Gostava de ir para o estrangeiro, mostrar o meu trabalho em sítios que não Portugal. E porque quero viajar. Gostava que as coisas continuassem assim, por afinidades e relações com as pessoas, acho que é muito bonito. Continuar a conhecer pessoas com quem possa trabalhar, fazer colaborações.”

Article source: http://www.dn.pt/artes/interior/pintar-pintar-e-pintar-a-velocidade-do-cinema-8719459.html

Mas as primeiras contrariedades começaram ainda antes da férias: a oficialização do estatuto de primeira-dama – que prometera criar para a mulher, Brigitte – acabou por ficar na gaveta diante das críticas e das centenas de milhares de assinaturas recolhidas por uma petição que se lhe opunha. Setembro trará os debates sobre a reforma do subsídio de desemprego, a formação profissional e as pensões. Tudo a bem da “renovação do modelo social” que o novo presidente propôs.

Sejam quais forem as dificuldades, Macron já fez história, tendo-se agora tornado também o primeiro europeu a liderar esta lista da Fortune.

E está em muito boa companhia. Além de Zuckerberg – que aos 33 anos ainda tem “muitos anos para andar por esta lista”, como escreve a própria Fortune -, são vários os empresários presentes, ou não se tratasse de uma revista económica. Logo no terceiro lugar encontramos Cheng Wei e Jean Liu, o CEO e a presidente da Didi Chuxing, a empresa que em 2016 comprou as operações da Uber na China, mas também Brian Chesky, Nathan Blecharczyk e Joe Gebbia, o CEO e os cofundadores da Airbnb, ou Dmitri Aperovitch, fundador da empresa de cibersegurança CrowdStrike.

Macron não é contudo o único político. Leo Varadkar, eleito em junho primeiro-ministro da Irlanda e filho de um imigrante indiano, surge em quinto lugar. Aos 38 anos, o médico é não só o mais jovem chefe de governo daquele país em muitos séculos como é o primeiro gay assumido. Factos que o próprio considera “irrelevantes”, escreve a Fortune, preferindo empenhar-se em proteger a Irlanda das potenciais consequências do brexit e em continuar a atrair os gigantes das novas tecnologias graças ao seu regime fiscal. A republicana Elise Stefanik e o democrata Seth Moulton ocupam o 25.º lugar representando os novos rostos da Câmara dos Representantes nos EUA.

Entre os 40 mais influentes não faltam ainda a tenista Serena Williams, o músico Chance the Rapper ou o ator e produtor Kevin Hart. Não há nenhum português.

Article source: http://www.dn.pt/mundo/interior/macron-e-o-mais-influente-do-mundo-com-menos-de-40-anos-8716030.html

On Sunday afternoon, a visitor to the Casa Ruby LGBT Community Center in Washington, D.C., physically attacked a worker, threw a brick through a window, and let loose a string of verbal assaults.

“I’ll kill your motherfucking ass. Ya’ll tranny motherfuckers think somebody won’t fuck y’all up,” the man screamed, according to a police report of the incident.

Two weeks earlier, a different man entered the same facility, made sexual advances toward LGBT youth, and then punched a hole in the wall. He was arrested, but returned the following week to repeat the crime, reports DCist.

The Casa Ruby center is far from alone in being the target of attacks. Last week at least one armed person shot 13 pellets at the Dennis R. Neill Equality Center in Tulsa, Okla., reports the Tulsa World. Hours later, a man entered the facility and began yelling expletives at the staff, telling them, “I wish you would all die.”

“We’re getting reports like this from all over the country,” said Toby Jenkins, the center’s executive director. “Gay community centers being vandalized; welcoming churches being vandalized; gay businesses being vandalized. Now it’s happened in Tulsa.”

Two days earlier, a pair of men in Asbury Park, N.J., shattered the glass door of Garden State Equality, the state’s largest LGBT organization. Christian Fuscarino, the group’s executive director, said the building was no random target — the broken glass was meant to send a message of terror to the LGBT community in New Jersey and beyond.

“This kind of incident shows that hate knows no boundaries. It is not restricted by geography, even in a state as historically progressive as ours,” he told the Asbury Park Press.

Since the presidential election, hate crimes have spiked, confirms the Southern Poverty Law Center. This uptick includes an increase in attacks on LGBT centers, mosques, and Jewish cemeteries, which as symbols of their respective communities, have become targets in a divisive political clime. 

“The truth is there’s been a lot of groups of people victimized since the election [in November], especially the LGBT community,” Heidi Beirich, a director of SPLC, told Vocativ

Last month, Vocativ counted at least five reported attacks on LGBT centers, including a smashed window at Equality Florida in Orlando and transphobic slurs scrawled on the side of the Los Angeles LGBT Center. Three occurred after the Trump administration rolled back education guidelines protecting transgender students. 

“We see the same pattern,” Beirich said. “Trump will attack a group of people and then we see incidents of hate crimes afterward.”

Kelly Love, a spokesperson for the White House, told the Washington Blade that President Trump denounced these attacks.

“President Trump condemns hate and evil in all of its very ugly forms, including attacks against the LGBT community,” Love said.

However, activists worry that anti-LGBT legislation and directives, such as the rumored “religious freedom” executive order, will exacerbate these crimes. JoDee Winterhof, the senior vice president for policy and political affairs for the Human Rights Campaign, said Trump must be more vocal in condemning such hatred, and become the ally he promised to be on the campaign trail.

“Many LGBTQ Americans are scared right now — they’re scared of their rights being taken away, scared for their families, and scared that they may no longer be protected in the country they live in,” Winterhof said.

“The president has done little to calm those nerves. He owes it to the LGBTQ community to not only disavow these acts of hate, but also to restore protections for transgender kids and totally rule out his license to discriminate executive order.”

Article source: https://www.advocate.com/crime/2017/3/13/americas-lgbt-centers-are-under-attack

Chi è Vito Troilo

Giornalista pubblicista. Caporedattore, oltre che responsabile della redazione sportiva, di Bisceglie in diretta.
Si occupa di cronaca, attualità, politica e spettacoli oltre che di sport. È grande appassionato delle tematiche che riguardano l’Europa orientale.
Ha praticato calcio, pallacanestro e atletica leggera, è stato allenatore e dirigente di pallacanestro. Ha cominciato a scrivere articoli all’età di 10 anni. Ha collaborato con diversi quotidiani, tv, radio e riviste specializzate. Ha realizzato centinaia di telecronache e radiocronache sportive. Cura uffici stampa e campagne promozionali.

Article source: http://www.bisceglieindiretta.it/terzo-tempo-puntata-28-dell11-aprile/

About Patient Handling Equipment
Patient handling equipment is used to transfer patients who lack the strength to control their body movements. These devices are used in hospitals, ambulatory surgery centers (ASCs), nursing homes, elderly care centers, and other medical centers for transferring patients between bed and chair repositioning, sitting, standing, and shifting from one bed to another. There is a variety of equipment available for patient handling that includes wheelchairs and mobility scooters, medical beds, bathroom safety equipment, mechanical and non-mechanical equipment, and ambulatory aids.

Read the full report: http://www.reportlinker.com/p05015520/Global-Patient-Handling-Equipment-Market.html

Technavio’s analysts forecast the global patient handling equipment market to grow at a CAGR of 10.54% during the period 2017-2021.

Covered in this report
The report covers the present scenario and the growth prospects of the global patient handling equipment market for 2017-2021. To calculate the market size, the report considers revenue generated from the sales of various patient handling equipment.

The market is divided into the following segments based on geography:

  • Americas
  • APAC
  • EMEA

Technavio’s report, Global Patient Handling Equipment Market 2017-2021, has been prepared based on an in-depth market analysis with inputs from industry experts. The report covers the market landscape and its growth prospects over the coming years. The report also includes a discussion of the key vendors operating in this market.

Key vendors

  • Getinge
  • Hill-Rom
  • Invacare
  • Stryker

Other prominent vendors

  • Benmor Medical
  • Etac
  • Guldmann
  • Handicare (Mobility division of Handicare has been acquired by Sunrise Medical)
  • Joerns Healthcare
  • LINET Americas
  • Mangar Health
  • Sidhil (acquired by Drive DeVilbiss Healthcare)
  • Stiegelmeyer
  • Sunrise Medical (acquired by Nordic Capital)

Market driver

  • Increasing government focus on safe manual handling of patients
  • For a full, detailed list, view our report

Market challenge

  • Lack of regulatory protocols in emerging economies
  • For a full, detailed list, view our report

Market trend

  • Increasing prevalence of disabilities and geriatric population
  • For a full, detailed list, view our report

Key questions answered in this report

  • What will the market size be in 2021 and what will the growth rate be?
  • What are the key market trends?
  • What is driving this market?
  • What are the challenges to market growth?
  • Who are the key vendors in this market space?
  • What are the market opportunities and threats faced by the key vendors?
  • What are the strengths and weaknesses of the key vendors?

You can request one free hour of our analyst’s time when you purchase this market report. Details are provided within the report.

Read the full report: http://www.reportlinker.com/p05015520/Global-Patient-Handling-Equipment-Market.html

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Mississippi’s draconian “license to discriminate” law, allowing widespread discrimination against LGBT people and others, is now in effect, thanks to a federal appeals court ruling.

A lower court last year issued an injunction preventing the law from taking effect, but today a three-judge panel of the U.S. Court of Appeals for the Fifth Circuit lifted it, saying those who sued to block the law lacked the standing to do so, reports The Clarion-Ledger of Jackson, Miss. The Fifth Circuit did not rule on the merits of the law.

House Bill 1523, signed into law by Republican Gov. Phil Bryant last year, allows businesses, individuals, and religiously affiliated organizations to deny service to LGBT people, single mothers, and others who somehow offend an individual’s “sincerely held religious belief.” It also directly targets transgender residents, effectively claiming that one’s sex assigned at birth is immutable, and will be the only gender recognized by the state.

Titled the Protecting Freedom of Conscience from Government Discrimination Act, it states that the government cannot penalize an individual, organization, or business for acting according to the following “sincerely held religious beliefs or moral convictions”: that “marriage is or should be recognized as the union of one man and one woman”; that “sexual relations are properly reserved to such a marriage”; and that “male (man) or female (woman) refer to an individual’s immutable biological sex as objectively determined by anatomy and genetics at time of birth.” While the legislation was being considered, there were numerous protests at the Mississippi capitol and throughout the state.

A suit brought by the Campaign for Southern Equality against the law had been consolidated with another brought by Mississippi civil rights attorney Robert McDuff and the Mississippi Center for Justice, joined by Lambda Legal, both on behalf of LGBT Mississippians and their allies. U.S. District Judge Carlton Reeves ruled in those cases to block the law as unconstitutional, just before it was set to go into effect last July. Those organizations said they plan to appeal the Fifth Circuit ruling, and the American Civil Liberties Union, which has filed a separate suit, will continue to pursue it.

The Campaign for Southern Equality will ask for the full Fifth Circuit to review the panel’s ruling; if the court agrees to such a review, the law will continue to be blocked, according to the group.

“This decision is not only deeply upsetting for the rights of LGBT individuals living in Mississippi, but also for the protection of religious liberty in our country,” said Roberta Kaplan, lead counsel for the plaintiffs in the Campaign for Southern Equality suit, in a press release. “Our clients have already suffered enough. The state communicated a message loudly and clearly with the passage of HB 1523: only certain anti-LGBT beliefs will get the protection and endorsement of the state. Under the logic of this opinion, it would be constitutional for the state of Mississippi to pass a law establishing Southern Baptist as the official state religion. We plan to seek an en banc review of the decision by the Fifth Circuit.”

ACLU of Mississippi executive director Jennifer Riley Collins issued this statement: “We are ready to move forward with our case filed on behalf of ACLU members Nykolas Alford and Stephen Thomas, who are planning to marry in Mississippi in the near future. That case was put on hold until the court of appeals ruled. We will continue to proceed on behalf of Nykolas and Stephen to protect them, and other same-sex couples from this harmful and discriminatory law.”

Added Rob Hill, Mississippi state director for the Human Rights Campaign: “We are deeply disappointed that the actions taken today by the Fifth Circuit Court of Appeals clear the path for the anti-LGBTQ law HB 1523 to take effect in Mississippi. This law — now the most discriminatory, anti-LGBTQ state law in the country — was rooted in hate, it targets the LGBTQ communit,y and it is a deliberate attempt to undermine marriage equality and the dignity of LGBTQ Mississippians who lawmakers have sworn to serve and protect. We will continue to fight tooth and nail against HB 1523 until it no longer threatens our community.”

Article source: https://www.advocate.com/politics/2017/6/22/court-lets-anti-lgbt-mississippi-law-go-effect

The release of new body camera footage from police officers responding to the Pulse shooting prompted ABC News to air a special report Wednesday, but some survivors of the attack say use of such graphic footage felt exploitative and re-traumatizing.

“For those survivors and victims’ families, it opens up a severe wound in their hearts and mind,” Orlando Torres, who made it out of Pulse alive last year, told The Advocate. 

ABC News touted the use of footage in a news release promoting a special edition of Nightline titled “Inside The Pulse Nightclub Terror.” The entire half-hour show focused on the shooting. It included several minutes of the body camera footage, some of the most graphic and up-close images of the shooting made available thus far.

“The worst mass shooting in U.S. history makes this a newsworthy event,” said an ABC News spokesperson in a statement to The Advocate, which is not distributing the footage. “This particular report focuses on the first responders. None of the wounded or dead are seen in the video and great attention was paid to be sensitive to all involved.”

While the footage obtained blocked out any images of deceased victims, it includes the almost constant sound of gunfire from within the club and shows officers charging into the structure while survivors still huddle under furniture before being urged away from the scene. It also includes footage of the firefight where gunman Omar Mateen was killed by police. Some of the final footage used in the special includes officers walking through the club in search of survivors while cell phones laying in pools of blood chime unanswered.

Several media outlets made a records request for the footage, a request granted this week. Different outlets handled the content differently. The Orlando Sentinel published a selection of the video and posted it online, and managing editor John Cutter published a letter explaining the decision. “We knew some readers would object. It’s a sentiment we’ve heard from the first days after Pulse — that we were covering this in too much detail and exploiting the victims’ memories and causing pain to the community. And we take those feelings seriously. But we also hear from people who still have questions about what happened inside Pulse that night. And this week’s videos — of which we published only a small fraction — go a long way toward addressing those questions.”

ABC published additional footage online before its prime-time broadcast. Parts of the footage also were included in a broadcast of World News Tonight With David Muir and this morning on Good Morning America as well as on several streaming platforms.

Christopher Hansen, who escaped the Pulse attack shortly after shooting began and stayed to help victims, says he did seek out the body cam footage online after hearing about its release. Much of it shocked him, including a part where he could be seen corralled by police into a safe parking lot with other survivors. “At the time, I didn’t even realize I was in that parking lot,” he said. “It’s so quick and so fast, and seeing myself running … it’s no wonder I feel the way I do.”

But while he needed to see the footage himself, Hansen disagreed with ABC’s decision to broadcast the images. “I don’t think you should be putting that on prime-time television and have it be a TV show,” he said. “It’s as if this is an entertaining thing to watch. It’s cruel.”

Torres ended up seeing much of the footage on World News Tonight and said many in Orlando were upset to see the content aired or shared on social media. He also questioned the timing of the report. “I believe that it’s too early for this to be aired, when it’s coming very close for the first year memorial,” he said. “Many are still having a hard time to accept and believe what transpired on June 12.”

The City of Orlando and Orange County, Fla., remain in the midst of planning for a day of remembrance on the 12th, including multiple vigils at the club.

But not everyone connected to Pulse greeted the footage with anger. Christine Leinonen, whose son Christopher “Drew” Leinonen died in the attack, says she wants to see as much original material about the shooting as possible. “I know so little about the attack from authorities,” she said. “And I don’t believe a lot of what I heard from them. Unless it’s corroborated.” She would like to know more about shots fired by police officers when they entered the club. Her son was shot two sets of times, five times in his torso and four times in his back. She’d like an explanation why.

She’s been bothered by the narrative of cops acting purely as heroes and wants the body cam footage publicized. “They went in like cowboys,” she said.

The Nightline report ultimately did lean heavily on police accounts of the event, including interviews with officers. None of the footage broadcast by ABC included information about officers shooting victims, but reporter Brian Ross did question police, including Chief John Mina, about the decision to blow a wall of the club while hostages remained inside. Mina said it was the right call, and officers acknowledged the decision as a calculated risk.

The broadcast also included 911 calls from people inside the club, including shooter Omar Mateen, who called police and swore allegiance to the Islamic State.

Eerily, the special also relied heavily on a survivor account from Jacqui Sevilla, whose father is a firefighter, about her escape from the club. It’s unclear when the interview with Sevilla took place; Sevilla died in a car crash Memorial Day weekend, which Nightline anchor Dan Harris noted at the end of the broadcast.

Article source: https://www.advocate.com/media/2017/6/01/abcs-nightline-criticized-airing-footage-inside-pulse-shooting

Moggy’s Coming advises kids to ‘run, hide, tell, treat’ in the event of an active gunman or knife attacker, in line with national police advice. Hundreds of teachers have been trained in using them.

Article source: http://www.dailymail.co.uk/home/index.html

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“Poder homenagear os corajosos homens do USS Indianapolis e as suas famílias através da descoberta de um navio que desempenhou um papel tão significativo para o fim da Segunda Guerra Mundial é verdadeiramente uma honra”, disse Allen no comunicado.

O Indianapolis, com 1.196 marinheiros e fuzileiros a bordo, navegava no mar das Filipinas entre Guam e o Golfo de Leyte, quando dois torpedos de um submarino japonês o atingiram, pouco depois da meia-noite de 30 de julho de 1945.

Afundou-se em 12 minutos, matando cerca de 300 tripulantes. Os sobreviventes ficaram na água, a maioria deles apenas com coletes salva-vidas.

Não houve tempo para enviar um sinal de socorro, e quatro dias passaram até que um bombardeiro em patrulha de rotina avistou, por acaso, os sobreviventes na água.

Quando as equipas de resgate chegaram, devido a uma combinação de insolação, desidratação, afogamento e constantes ataques de tubarões, apenas um quarto da tripulação inicial do navio estava viva.

Ao longo dos anos, muitos livros relataram o naufrágio do navio e o seu papel no transporte de componentes fundamentais do que se tornaria a bomba atómica “Little Boy” até à ilha de Tinian, o ponto de partida da missão do bombardeiro Enola Gay a Hiroxima, em agosto de 1945.

Documentários e filmes, o mais recente dos quais “USS Indianapolis: Men of Courage” (2016), protagonizado por Nicolas Cage, têm reconstituído os dias de horror da tripulação nas águas do Pacífico.

O naufrágio do Indianapolis também foi abordado no argumento do êxito de bilheteira de Steven Spielberg “Jaws” (“Tubarão”), com o sobrevivente ficcional Comandante Quint a relatar o terror que viveu até ser salvo.

O comunicado da Marinha norte-americana referiu que uma pista para encontra o Indianapolis surgiu em 2016, quando Richard Hulver, um historiador que trabalha no Comando de História e Património Naval delimitou uma nova área de busca.

A investigação de Hulver identificou uma aeronave de aterragem naval que tinha registado um avistamento do Indianapolis no dia antes do naufrágio.

A equipa de investigação criou uma nova área de buscas, embora esta tivesse ainda uma dimensão considerável: mais de 1500 quilómetros quadrados em alto mar.

De acordo com a Marinha, a equipa de expedição de 13 pessoas do Navio de Investigação Petrel estava a pesquisar o local onde se encontrava o Indianapolis, cumprindo a lei norte-americana segundo a qual um navio de guerra afundado é um túmulo militar que não deve ser profanado.

Os destroços do navio continuam a ser propriedade da Marinha e a sua localização é não só confidencial como também de acesso restrito, sublinhou ainda a Marinha no comunicado.

Percorra a galeria de imagens acima clicando sobre as setas.

Article source: http://www.dn.pt/mundo/interior/investigadores-encontram-destrocos-de-navio-uss-indianapolis-afundado-na-ii-guerra-mundial-8716783.html

A surreal sensation sets in upon arriving at the Watergate Hotel in the nation’s capital. Timing is everything, as the old saw goes, and that couldn’t be more apt, as I’m arriving when the Russia-Trump campaign scandal has gone into overdrive, and the news media are awash in Trump-Nixon comparisons.

I check in and head to the decadent lounge, and what should appear on the TV but the building itself — the instantly recognizable design of architect Luigi Moretti. The Watergate Complex has haunted the American political psyche since 1972, when a botched break-in by Republican operatives led to several investigations, even more messy cover-ups, and the beginnings of the impeachment process for President Nixon, who would resign upon understanding the inevitable end of his time in office.

Part of the beauty of staying in such a fancy hotel is the sense of humor the management clearly has about its own landmark status: coasters in the bar and restaurant read “NO NEED TO BREAK IN” and “I AM NOT A CROOK,” while complimentary pens read “I STOLE THIS FROM THE WATERGATE HOTEL” (I read that as an invitation, so I stole more than a few). These items are what I have come to refer to as Impeachment Kitsch. The Watergate has a retro postcard that’s free to guests too, but alas, no Nixon ones (the staff should really get on that). The Kingbird restaurant serves up a Watergate Mahattan — described as “ramazotti amaro rinsed American oak barrel, angel’s envy bourbon carpano antica vermouth, cherry cocktail rested a minimum of 30 days.”

“You won’t forget it,” the waiter promises. Unlike the ex-president, he isn’t lying; it delivers.

Made up of equal parts political news junkie and film fanatic, I’m in sensory overload at the Watergate. The building’s design details are unmistakable, and I’ve seen All the President’s Men more times than I can count. If there is one thing that’s striking about the entire complex, it’s how absolutely massive it is. It’s made up of five buildings over a 10-acre lot. There’s the hotel (where the break-in artists — known as “the plumbers” — actually stayed), two office complexes, and several co-op apartments, which seem to be occupied primarily by ornery senior citizens. There’s a mini-mall below, which features a convenience store and an art gallery/shop. Despite the fact that I don’t have a car, I venture into the notorious parking lot — just to say I’ve been there, and to see if I can find my own Deep Throat (but no such luck).

Figuring out what to venture to in Washington, D.C., is close to impossible, made daunting by the sheer number of fascinating monuments, museums, and points of interest that are within city limits. Fun fact: All of the tours and museums are free of charge, a tradition set up to ensure the public had access to the nation’s capital — a welcome surprise in a country so hooked on capitalism. I chose to take a tour of Congress, given that, as branches of government go, it’s looking better than the White House (though that isn’t saying much). I follow that up by a jaunt to the Lincoln Memorial. But I confess: The fact that I’m staying at the Watergate still feels like the biggest bragging right I’m getting out of this trip.

The hotel’s swankier-than-swank decor and extras don’t hurt. The hotel saw renewed investment in 2013, when Euro Capital Properties announced a $200 million refurbishing, one that would strive to celebrate the original vision of architect Moretti. The Next Whisky Bar features a wall of perfectly matching liquor bottles. And the Top of the Gate has just opened, a rooftop bar that features a 360-degree view of the entire city. This is how to experience D.C. LGBT tourists will also enjoy proximity to Nellie’s Sports Bar and the lively bar-club Town.

I return to Watergate to dig in to dinner. Given the Kingbird’s reviews, I’m eagerly anticipating a pretty amazing meal. I notice that the TVs seem only to be showing MSNBC or CNN, with nary a Fox News anchor in sight. It strikes me that America’s stark political divisions will manifest themselves even in a visitor’s choice of hotels in Washington: Republicans will almost certainly choose a hotel bearing the president’s name; Democrats, I suspect, would want to bunk in the Watergate, soothed by the idea that impeachment and/or resignation is still a distinct possibility.

A middle-aged woman from L.A. directs me to her favorite items on the menu, insisting I order a soft-shell crab appetizer (good thing I listened to her). I ask her why she stays at the Watergate and if it feels strange staying at a flashback to one of the shakiest moments in the country’s political history.

“I remember when my parents explained Nixon’s resignation to me,” she recalls. “It was such a shock — like a trauma. Now I feel like we’re all longing for the impeachment of Trump, like it would be an uplifting thing. It’s like we’re all caught up in a nostalgia for impeachment.”

It was a telling moment — and a strange one, seeing as I never expected to hear someone describe the crashing and burning of Nixon’s presidency as something to take solace in. The Watergate is one of the most comfortable, cushy hotels I’ve ever stayed in, and here were Americans taking comfort in the nostalgic glow of a decades-old scandal, the fallout of which some argue we are destined to repeat.
 
MATTHEW HAYS is a Montreal-based journalist and author whose articles have appeared in The Guardian, The New York Times, Vice, The Daily Beast, and, yes, The Washington Post. He teaches courses in film studies and journalism at Concordia University and Marianopolis College.

Article source: https://www.advocate.com/politics/2017/6/20/watergate-hotel-and-nostalgia-impeachment

Chi è Vito Troilo

Giornalista pubblicista. Caporedattore, oltre che responsabile della redazione sportiva, di Bisceglie in diretta.
Si occupa di cronaca, attualità, politica e spettacoli oltre che di sport. È grande appassionato delle tematiche che riguardano l’Europa orientale.
Ha praticato calcio, pallacanestro e atletica leggera, è stato allenatore e dirigente di pallacanestro. Ha cominciato a scrivere articoli all’età di 10 anni. Ha collaborato con diversi quotidiani, tv, radio e riviste specializzate. Ha realizzato centinaia di telecronache e radiocronache sportive. Cura uffici stampa e campagne promozionali.

Article source: http://www.bisceglieindiretta.it/laffetto-degli-studenti-del-dellolio-per-i-calciatori-del-bisceglie/

Mas as primeiras contrariedades começaram ainda antes da férias: a oficialização do estatuto de primeira-dama – que prometera criar para a mulher, Brigitte – acabou por ficar na gaveta diante das críticas e das centenas de milhares de assinaturas recolhidas por uma petição que se lhe opunha. Setembro trará os debates sobre a reforma do subsídio de desemprego, a formação profissional e as pensões. Tudo a bem da “renovação do modelo social” que o novo presidente propôs.

Sejam quais forem as dificuldades, Macron já fez história, tendo-se agora tornado também o primeiro europeu a liderar esta lista da Fortune.

E está em muito boa companhia. Além de Zuckerberg – que aos 33 anos ainda tem “muitos anos para andar por esta lista”, como escreve a própria Fortune -, são vários os empresários presentes, ou não se tratasse de uma revista económica. Logo no terceiro lugar encontramos Cheng Wei e Jean Liu, o CEO e a presidente da Didi Chuxing, a empresa que em 2016 comprou as operações da Uber na China, mas também Brian Chesky, Nathan Blecharczyk e Joe Gebbia, o CEO e os cofundadores da Airbnb, ou Dmitri Aperovitch, fundador da empresa de cibersegurança CrowdStrike.

Macron não é contudo o único político. Leo Varadkar, eleito em junho primeiro-ministro da Irlanda e filho de um imigrante indiano, surge em quinto lugar. Aos 38 anos, o médico é não só o mais jovem chefe de governo daquele país em muitos séculos como é o primeiro gay assumido. Factos que o próprio considera “irrelevantes”, escreve a Fortune, preferindo empenhar-se em proteger a Irlanda das potenciais consequências do brexit e em continuar a atrair os gigantes das novas tecnologias graças ao seu regime fiscal. A republicana Elise Stefanik e o democrata Seth Moulton ocupam o 25.º lugar representando os novos rostos da Câmara dos Representantes nos EUA.

Entre os 40 mais influentes não faltam ainda a tenista Serena Williams, o músico Chance the Rapper ou o ator e produtor Kevin Hart. Não há nenhum português.

Article source: http://www.dn.pt/mundo/interior/macron-e-o-mais-influente-do-mundo-com-menos-de-40-anos-8716030.html

This year marks my fifth time riding in AIDS/LifeCycle, the annual seven-day, 545-mile bike ride from San Francisco to Los Angeles to raise money and awareness in the fight against HIV and AIDS.

Much has changed since I embarked on the first ALC ride in 2002 — cultural changes for the LGBT community, the medical advances for those living with HIV or AIDS, and changes for me personally.

This year, I’m excited to serve as co-captain for Team Bank of America Merrill Lynch, one of the ride’s largest corporate teams. This year, we have officially surpassed the $1 million fundraising goal originally set when our team formed in 2014. There is an amazing amount of community, passion, and inspiration among our 40-person team of riders and roadies from across the country that reflects everything that is powerful and special about the ride.  

As we recruited colleagues for this year’s ride, we asked about their motivation. Their reasons varied. Some spoke about the allure of physical challenge. Others simply want to give back to the community. And then a Las Vegas teammate shared a deeply personal, raw, and emotional response that struck me so hard I lost it.

This is what he said:

“I didn’t grow up with Will Grace, you see. I came to age with Philadelphia. Gay and HIV/AIDS were synonymous for a very long time. AIDS took my brother in the ’80s. And by ‘took,’ I don’t mean he died of AIDS. No, he took his life before it had the chance to take his. All of his friends in New York City were dying around him, and he thought of himself as one of the damned. It was too much to bear, so one day he said, ‘Enough! I live in a world where it’s insidious for me to love.’ His goodbye note said it was the only solution.”

After hearing his testimonial, I went home that night and watched a documentary about AIDS in the ’80s. I recalled my own worst fears living through that time period and coming out as a gay man. I remember being in high school, struggling with my identity and tuning in to the evening news on a regular basis to see reports about gay men dying from a terrible disease that nobody knew anything about and that the government wasn’t trying to find a cure for.

The LGBT community was fearless in speaking out, through the likes of ACT UP, and fighting for our government to take action, find a cure, and provide health care. However, like so many others probably were, I was secretly crumbling on the inside. Is this my destiny? Will I get AIDS? Am I going to die because I’m gay? 

The fight against AIDS has come so far, but there remains so much more to do. This is why I ride.

I ride because I don’t want anyone to ask themselves the questions that haunted my teenage self. I ride because no one should ever know the pain of losing a brother, father, mother, or sister to AIDS. I ride because the generations before and after us deserve to grow old and live a long life.

My Bank of America Merrill Lynch teammates will collectively ride the 545 miles through California to progress toward finding a cure for HIV and AIDS and create a more compassionate society. But I also wanted to close by sharing some of their individual, powerful reasons that fuel them:    

I ride because I was there when an AIDS diagnosis was an immediate death sentence.

I ride because AIDS still kills.

I ride because I saw how ugly the stigma was surrounding HIV and AIDS.

I ride because I witnessed a generation before me overtaken by suicide, death, hopelessness, and despair.

I ride because I haven’t lost my hope. We will, one day, eradicate AIDS.

I ride because people close to me are living with HIV and AIDS.

I ride because history repeats itself and I refuse to sit back while people with HIV and AIDS have to fight for health care they deserve.

I ride for those who are unable to ride.

I ride so, someday, we won’t have to.

I ride for a future free of HIV and AIDS.

I ride because intention without action is useless.

I ride lest we forget.

I ride because I care.

And because we ride, we are saving lives and doing what we will do to end AIDS.

MICHAEL FERRARA is a global banking and markets executive with Bank of America, based in Los Angeles.

Article source: https://www.advocate.com/commentary/2017/6/02/how-memories-became-fuel-my-fifth-aidslifecycle-ride

The news cycle has been fast and furious since Donald Trump fired FBI director James Comey over a week ago, and frustration with those who continue to support Trump under any circumstance is becoming more and more evident, as illustrated by Anderson Cooper’s recent remark. During an interview with conservative pundit and ardent Trump apologist, Jeffrey Lord, Anderson Cooper 360 host Cooper interjected with a statement that some of his viewers may have been thinking. Yet he’s since apologized for the sentiment, according to The Washington Post.

Lord, who refused to cop to Cooper about whether or not he thought it was “smart” for Trump to have allegedly called Comey a “nut job” in a meeting with Russian officials, towed the line for Trump to the point where Cooper lost his cool and said that if Trump “took a dump on his desk” Lord would continue to defend his actions. 

Twitter blew up both in favor of and against Cooper’s remark, and the CNN host has since sincerely apologized for conjuring that particular image of Trump. On Twitter Cooper wrote that he regretted his “crude sentence” and he later apologized on air for being “unprofessional.” 

Lord, a CNN analyst, sparred with Cooper Friday over recent revelations about Trump that have led to the appointment of a special prosecutor, Robert Mueller (who served as FBI director for 12 years) to investigate the extent of Russia’s involvement in the 2016 election. Defending Trump’s decision to tell Russian officials that he fired the FBI director whom he called a “nut job,” Lord told Cooper, “He’s the president of the United States. He can say what he wants.” 

After more back and forth during which Lord continued to stand by his man, an exasperated Cooper finally said, “If he took a dump on his desk, you would defend it.” The AC 360 host followed that up with a backhanded compliment.  

“I don’t know what he would do that you would not defend,” Cooper said. “You’re a loyal guy. I think that speaks well of you.”

Shortly after the exchange, Cooper tweeted, “I regret the crude sentence I spoke earlier tonight and followed it up by apologizing on air. It was unprofessional. I am genuinely sorry.” 

The week prior, Cooper let out an eye roll at Trump adviser Kellyanne Conway during a discussion of the Comey firing. Of course, the eye roll went viral. 

Watch Cooper’s exchange with Lord below. 

Article source: https://www.advocate.com/politics/2017/5/21/anderson-cooper-apologizes-trump-related-bathroom-remark-he-made-air